David Deccache

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David Deccache

@deccache

Doutor (UnB) e Mestre (UFF) em Economia. Diretor do IFFD. Coautor do livro Teoria Monetária Moderna. Opiniões aqui são pessoais.

Brasília Katılım Haziran 2019
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DaniRR 🇵🇸
DaniRR 🇵🇸@dan1RR·
@deccache Você voltou pro PSOL? Achei que você tinha sido desligado. Coerente sempre nos comentários camarada!
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David Deccache
David Deccache@deccache·
Guilherme Boulos comunicou que está de saída do PSOL e vai para o PT. A decisão já estava tomada desde dezembro, segundo ex-dirigentes da organização política do Boulos. Porém, para justificar para a sua militância a saída, precisou inventar a história da federação (que todos sabiam que seria derrotada internamente) visando construir uma narrativa que arrastasse com ele uma parte relevante do PSOL para o PT, destruindo o partido que construiu sua carreira parlamentar. Fracassou. Vai sozinho, com meia dúzia de gatos pingados. A narrativa de que o PSOL era sectario por rejeitar a federação não parou de pé, pois todos que conhecem o mínimo da conjuntura sabem que o partido irá apoiar o Lula desde o primeiro turno para derrotar a extrema-direita, mesmo em federações diferentes, como foi em 2022. Ao que tudo indica, até mesmo Erika Hilton fica. E o PSOL continua forte. Inclusive, recebi muitas mensagens de pessoas da organização do Boulos dizendo que se sentiram enganadas e lesadas nesse processo, que nunca houve transparência e debates internos democráticos. Método que denunciei publicamente e alguns achavam exagero. Boulos tem um projeto pessoal de poder. E tá tudo bem. Só não é honesto tentar arrastar e subordinar o PSOL a isso. O nosso projeto é outro. Enfim, já vai tarde. Projetos incompatíveis. Boa sorte no próximo partido e torço, sinceramente, que faça um bom trabalho para eleger Lula e que seja mais honestos com seus novos camaradas de partido.
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David Deccache
David Deccache@deccache·
@CarlosWalger Exato. Fica parecendo que o Textor era bondoso com o Lyon, tirava daqui e fortalecia lá. Não é isso.
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Carlos - Universo Botafogo 🌟
Um ponto importante aqui, que não está na metéria: Tem diversas transações abaixo do valor de mercado, outras diversas que nem Botafogo e nem Lyon sabem pra onde foi o dinheiro. É o Vorcaro do Botafogo... E o caixa "único" é o Banco Master da Eagle...ou melhor, do Textor. Apertem os cintos, o golpe caiu.
FogãoNET ★彡@fogaonet

Botafogo repassou ao Lyon € 76 milhões de vendas de destaques como Luiz Henrique, Igor Jesus, Savarino e Thiago Almada, detalha jornal; John Textor defende modelo fogaonet.com/noticias-do-bo…

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Ricardo Azambuja ★彡
Ricardo Azambuja ★彡@ricardoazambuja·
Este é o meu argumento central para defender a saída do Textor. Nessa declaração de HOJE ao jornal ‘O Globo’, ele deixou claro que não mudará seu modelo de gestão. O Textor disse que essa fórmula garantiu ao Botafogo os títulos da Libertadores e do Brasileirão, mas omitiu que ela também nos arrebentou financeiramente. Defender a sua permanência é aceitar um modelo que torna a falência da SAF um desfecho bastante possível. Ele não vai 'arrumar a casa'; ele vai continuar dobrando a aposta, como sempre fez. Por isso, insisto na necessidade de apresentar as alternativas de maneira correta. Não se pode sustentar a narrativa de que a retomada do controle pelo clube social levaria à quebra da SAF, sem também dizer que a manutenção do Textor pode nos conduzir ao mesmo fim. O clube social precisa atuar como o contraponto necessário: o garantidor de que, durante um controle transitório, o Botafogo será reorganizado financeiramente por especialistas. Sei que é difícil acreditar no desprendimento desses caras, mas vale lembrar que esse movimento de profissionalização já ocorreu anteriormente com a chegada do Jorge Braga. O objetivo não é o retrocesso, mas a blindagem técnica e financeira do clube.
Ricardo Azambuja ★彡 tweet media
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David Deccache
David Deccache@deccache·
Mercadante teve bastante paciência e didática. Fez bem em não deixar passar esse tipo de falácia vulgar e pouco honesta que ela reproduz há décadas e que, ainda assim, não a impedem de continuar sendo apresentada como uma jornalista econômica séria na grande mídia — talvez porque seus argumentos frágeis e já bastante mofados sigam sendo bastante rentáveis para os patrocinadores que lucram com um Brasil permanentemente amarrado a um modelo rentista e primário-exportador. Nesses momentos, é preciso recolocar o debate no seu devido lugar. Mercadante fez bem. Aliás, fico em dúvida sobre o que foi pior nesse trecho da entrevista: a desonestidade intelectual de apresentar a defesa do planejamento estatal voltado ao desenvolvimento econômico como se fosse sinônimo de defesa da ditadura militar e da inflação; a altivez de anunciar que não pretende discutir teoria, como se estivesse acima do interlocutor nesse tipo de debate, enquanto recorre a um monetarismo de panfleto que o próprio mainstream já tratou de revisar há décadas; ou a impressionante falta de familiaridade com os processos históricos e contemporâneos de desenvolvimento econômico. Talvez, em algum momento, ela venha a descobrir a existência de um país chamado China. Não custa conhecer. Às vezes ajuda a relativizar certezas repetidas por tanto tempo.
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David Deccache
David Deccache@deccache·
1. O início (30 de outubro de 2024) O Botafogo anuncia a venda de Igor Jesus para o Lyon por cerca de €35 milhões (~US$ 43,1 milhões). No papel, isso seria uma das maiores vendas da história recente do futebol brasileiro. No papel. 2. A operação financeira O Lyon já estava quebrado. Não fazia muito sentido econômico comprar um jogador nesse valor à vista naquele contexto. Então o que acontece? A venda gera um crédito para o Botafogo: o Lyon passa a dever €35 milhões ao clube. 3. O tal factoring citado na matéria da Bloomberg Aí entra um fundo fazendo o tal factoring. Apesar do nome complicado, a lógica é simples. O fundo chega e diz ao Lyon: “eu antecipo esse dinheiro agora para você pagar o Botafogo e depois te cobro com juros”. Ou seja, surgem €35 milhões em dinheiro real com base nesse contrato. Em uma operação normal, essa grana deveria chegar ao Botafogo. 4. Mas aí começa a esquisitice Esse dinheiro nunca apareceu no Botafogo. Basta olhar a sequência: dificuldades de caixa, dívidas e até transfer ban. Pior: o Lyon também nega ter dívida com o Botafogo. Então cadê a grana? O dinheiro existe — €35 milhões foram antecipados e gerou uma dívida gigantesca para o Lyon — mas o Botafogo não viu. E o Lyon diz que não deve, até porque nunca teve o Igor Jesus por lá. Mas vamos continuar. 5. Transferência fantasma e dívida muito real Igor Jesus nunca foi para o Lyon. A transferência existiu no papel, mas não se materializou na prática. O jogador seguiu no Botafogo, enquanto a dívida do Lyon com o fundo continuou existindo e crescendo. Ou seja: o Botafogo perdeu o jogador (primeiro no papel, depois em campo), o Lyon nunca teve o jogador de verdade e a dívida seguiu aumentando. Agora, essa operação aparece ligada a cobrança judicial de cerca de US$63 milhões contra o Lyon. Com juros, multas e encargos, os €35 milhões viram uma dívida gigantesca por um jogador que nunca jogou lá. Não se sabe, ao menos, se os €35 milhões iniciais foram aplicados inteiramente no Lyon. 6. A segunda venda (5 de julho de 2025) Poucos meses depois, já em 2025, Igor Jesus é oficialmente transferido para o Nottingham Forest, clube de Evangelos Marinakis, parceiro frequente — e bastante conveniente — de John Textor. 7. O derretimento do valor Aqui surge outro ponto central. O jogador que “valia” €35 milhões na primeira transação (com o Lyon) agora aparece sendo vendido por algo entre £10 milhões e €20 milhões (a imprensa não é clara sobre o valor real). Se trabalharmos com algo perto de €15 milhões, estamos falando de um derretimento de cerca de €20 milhões em poucos meses. 8. E aí surge a hipótese assustadora Que buraco é esse? O jogador caiu de €35 milhões para algo como €15 milhões mesmo estando valorizado e chegando à seleção? O que explica a diferença entre €35 milhões e €15 milhões? Esses €20 milhões de diferença foram simplesmente um “desconto” para o Nottingham Forest? Textor é bonzinho com amigos e vende barato, abaixo do valor de mercado? Vale lembrar que existem disputas pelo controle da Eagle Football e pelos ativos ligados ao Textor, né? Se há risco de perda de controle dessas estruturas, fortalecer o caixa dos clubes talvez não seja exatamente interessante para o Textor, certo? Se você pode perder a sua casa amanhã para um banco, faria uma mega reforma antes de entregá-la ou faria o oposto e tiraria de dentro tudo que pudesse? Surge então a suspeita incômoda: parte desse dinheiro pode estar sendo capturada fora da estrutura formal dos clubes? Se for isso, estaríamos falando de desvio de recursos. É uma hipótese grave. Mas grave também é a sequência dos fatos. Para onde foram os €35 milhões da antecipação? E esses €20 milhões foram apenas um desconto estranho para o Nottingham Forest? 9. Portanto, há alguns indícios que: - o Botafogo perdeu o jogador e não viu a grana - o Lyon ficou com uma dívida de US$63 milhões - o jogador foi parar no clube de um parceiro de negócios de Textor por algo como €15 milhões, mesmo tendo gerado uma dívida de US$63 milhões e ter sido avaliado em €35 milhões - e o dinheiro não aparece de forma transparente nem aqui e, ao que parece, só parcialmente lá. Alguém poderia começar a desconfiar que existe uma estrutura paralela drenando valor dos clubes em direção ao próprio Textor enquanto essas disputas societárias acontecem, certo? 10. Se essa hipótese for sequer parcialmente verdadeira, a pergunta passa a ser outra: Vale à pena deixar quem estruturou essas operações continuar controlando o Botafogo enquanto ainda restam ativos valiosos como Montoro e Danilo?
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Frederico Krepe 🇧🇷
Aqui o Kim está sofismando COM FORÇA. O orçamento para o pagamento de juros é o orçamento financeiro, o orçamento de investimentos é o orçamento primário. O Kim defende um teto de gastos igual ao do Temer, congelando o orçamento primário e corrigindo pela inflação. Eu nem vou entrar na discussão sobre o gasto financeiro, de onde vem o gasto com juros ou não (dica: não vem da arrecadação de impostos), mas nenhuma economia com juros implica em aumento de investimentos, ESPECIALMENTE se você defende um teto que congela os gastos públicos da forma que ele defende.
Spectrum@spectrum_canal

DEPUTADO KIM KATAGUIRI vs 20 TRABALHISTAS - 26/03 🔥

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David Deccache
David Deccache@deccache·
Observação: na operação de factoring, o Botafogo vendeu os direitos de receber esse dinheiro do Lyon para o tal fundo. Mas nunca viu o dinheiro de verdade - o que dizem é que parte da grana foi enviada ao próprio Lyon. Agora o fundo cobra 63 milhões do Lyon.
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Espaço Glorioso
Espaço Glorioso@EspacoGlorioso·
Não mas o John Textor é a única solução para salvar o Botafogo.... É por isso que eu falo que não podemos cair nesse discurso. Na França reclamam que o dinheiro do Lyon veio pro Botafogo, aqui nós reclamamos que o nosso dinheiro foi pro Lyon. E ficou todo mundo quebrado na história. Até mesmo o sjmpatico Molenbeek que corre sério risco financeiro.
Bloomberg@business

French top-tier football club Olympique Lyonnais is facing a $63 million legal claim to pay back debt linked to the transfer of Brazilian star Igor Jesus, putting yet more scrutiny on the team’s finances and ownership structure bloomberg.com/news/articles/…

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Carlos
Carlos@Kkusisaude·
@deccache Mas há uma confusão no texto, pelo que eu entendi: quem antecipou junto a financeira foi o Botafogo e não o Lyon. Porém o Lyon não tinha conhecimento dessa transferência e não quitou nenhuma parcela dela junto a financeira, por isso a dívida.
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David Deccache
David Deccache@deccache·
@cairosbarbosa Eu tinha visto esse valor de 28 e esqueci de colocar no texto, mas o argumento continua. Valeu por lembrar
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Cairo Barbosa
Cairo Barbosa@cairosbarbosa·
@deccache Só uma correção, Deccache: muita gente com trânsito no clube já explicou que nos factorings que o Textor prática as financeiras "adiantam" valores menores do que ele teria em teoria. Nesse caso aí, por exemplo, estipula-se que ao invés de 35 ele recebeu 28mi somente.
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Guilherme Vidal★彡
Meu amigo, olha essa porra O Botafogo “vendeu” o Igor Jesus para o OL por €35 milhões, mas a transferência foi barrada pelo regulador francês Aí o John Textor pega esse contrato e leva para uma operação de factoring. Recebe o dinheiro à vista e o fundo passa a ter o direito de cobrar o Lyon, com juros e taxas, obivamente Agora o Lyon deve cerca de €43 milhões, que com multa e juros já encostam em €60 milhões… por um jogador que nunca pisou lá Pra fechar o ciclo, o jogador ainda foi revendido depois para o Nottingham Forest. E detalhe: Ninguém sabe o valor exato. O jornal O Globo noticiou que foram €22mi de euros (com todo respeito, mas duvido). Há fontee na França que dizem que foram €17mi e na Ingleterra, chegaram a falar em £14mi Outra coisa que também não se sabe é se o dinheiro entrou aqui ou na França. Mas como a segunda venda aconteceu após o afastamento do Textor, tudo indica que veio para os cofres do Botafogo(?) Agora eu te pergunto: 1 - Pra onde foi o dinheiro antecipado desses €35 milhões, se o clube segue devendo todo mundo? 2 - E o valor da venda ao Nottingham Forest foi pra onde, já que ainda existem pendências como a do Danilo? 3 - Ainda dá pra comprar essa narrativa de que a situação atual do Botafogo é "culpa do Lyon"? 4 - Por que caralhos o Textor ainda está solto? Ele precisa ser parada imediatamente.
Bloomberg@business

French top-tier football club Olympique Lyonnais is facing a $63 million legal claim to pay back debt linked to the transfer of Brazilian star Igor Jesus, putting yet more scrutiny on the team’s finances and ownership structure bloomberg.com/news/articles/…

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Ricardo Azambuja ★彡
Ricardo Azambuja ★彡@ricardoazambuja·
Alguém está surpreso com o Textor colocando dívida no CNPJ do Botafogo para bancar clube no exterior? Ele continua fazendo o que sempre fez, e a tendência é que siga assim no futuro. Aprender com os próprios erros, infelizmente, não é para todos.
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David Deccache
David Deccache@deccache·
É impressionante ver torcedor defendendo o Textor a essa altura. Ou é falta de informação sobre o que realmente está acontecendo, ou é paixão cega. Tudo bem, ninguém de fora conhece todos os detalhes. Mas o básico da história dá para entender, né? Basicamente, Textor colocou uma arma na cabeça do Botafogo e transformou o clube em refém. Ou o controle continua com ele, ou quem tentar tirá-lo herda uma bomba. Vamos ao contexto. Tudo começa quando John Textor compra o Lyon sem ter o dinheiro necessário. Para fechar a operação, ele se endivida pesadamente com fundos como a Ares Management e entrega como garantia as ações da Eagle Football, holding que controla seus clubes, incluindo o Botafogo. Quando o Lyon entra em crise financeira, os credores apertam o cerco. A Ares começa a se mover para executar as garantias e tomar o controle do grupo. Se isso acontecer, Textor perde praticamente todo o império. É nesse momento que o Botafogo vira a última peça do tabuleiro. O clube já estava pressionado por dívidas e acabou sofrendo transfer ban. Mesmo que Textor tivesse dinheiro próprio, dificilmente colocaria nesse momento. Ele está em guerra societária. Ninguém reforma uma casa que pode ser tomada pelo adversário no dia seguinte. Essa era a sinuca de bico dele. Um empréstimo normal também não viria. Nenhum banco ou investidor tradicional financia um clube mergulhado em crise e no meio de uma disputa de controle internacional. Aí ele arruma uma solução que mata dois coelhos com uma cajadada só. E que pode matar o Botafogo de tabela. Surge um empréstimo de cerca de 50 milhões de dólares, com juros capazes de fazer a dívida dobrar a cada quatro meses. Algo próximo de 700% ao ano. Uma operação que simplesmente não existe no mercado financeiro normal. A leitura imediata é desespero. Quem dera fosse desespero. A outra hipótese, bem mais plausível, é muito mais grave. Ao carregar a SAF com uma dívida explosiva, Textor transforma o Botafogo em uma bomba financeira. Quem tentar tirá-lo do controle pode acabar herdando um passivo bilionário. Pior: isso só faria sentido estratégico para ele se o empréstimo tiver sido estruturado com fundos ligados a ele próprio ou a aliados próximos. Um fundo laranja. Se a Ares tomar o Botafogo, pode ter que pagar uma fortuna para um credor que, na prática, estaria do lado do próprio Textor. Ou até ser o próprio Textor. Nesse caso, as alternativas da Ares ficam péssimas. Ou assume uma bomba financeira e ainda transfere dinheiro para um fundo alinhado ao Textor — algo que dificilmente faria — ou desiste da disputa e aceita sair da jogada por algum acordo, deixando o controle com o próprio Textor ou com esse fundo laranja. E aí aparece um fenômeno curioso. Parte da torcida começa a dizer que, agora que o empréstimo foi feito, não há mais o que fazer. Que tirar o clube do Textor ou impedir o fundo credor de assumir seria pior. Isso já parece síndrome de Estocolmo. Vale mesmo deixar o Botafogo na mão de alguém operando dessa forma? Será que Textor quer reconstruir o clube no longo prazo, como diz? Ou está tentando sugar o máximo possível enquanto mantém o controle? Algumas movimentações levantam suspeitas — e digo suspeitas porque não tenho dinheiro para advogado. Transferências repetidas com clubes estranhamente aliados, como o Nottingham Forest do seu parceiro Evangelos Marinakis, em valores abaixo do mercado, chamam atenção. Operações assim podem indicar deslocamento de recursos para fora da estrutura do Botafogo. Imagine um exemplo simples. Um jogador que poderia valer 50 milhões é vendido por 10 milhões. O Botafogo recebe 10. Mas quem comprou pode compensar a diferença em outra estrutura financeira, fora do clube — dando uns 30 milhões para o Textor por outras vias. E ainda vejo gente dizendo que Textor é bobinho, desesperado e vende barato. Enfim, tudo indica que o clube vai continuar sangrando por meio dessas engrenagens. Essa é a lógica mais assustadora de todas: transformar o Botafogo em refém permanente. Ou fica com ele para sugar. Ou quem tomar herda a bomba e ele suga. Ou o clube continua sangrando no meio da briga. A única saída real talvez seja o associativo conseguir provar judicialmente que houve irregularidades graves, retirar o controle de Textor e anular um empréstimo potencialmente criminoso antes que ele destrua o clube.
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Carlosmarcos
Carlosmarcos@kawaaimunism·
@deccache Aproveitando pra tirar uma duvida: o bpc n tem 13º, então já não seria menor q o salario minimo?
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David Deccache
David Deccache@deccache·
Sabe o papo de meritocracia? Vorcaro não sabe nem escrever, sujeito tosco e golpista. Cristão. De direita. Defensor da família. E da meritocracia. Ficou bilionário como? Pois é. Dito isso, o bisneto dele não precisará trabalhar um único dia na vida e continuará milionário. Enfim
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