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No dia a dia da SAF Botafogo como empresa, e dadas as questões de confidencialidade envolvidas, é impossível responder a todas as notícias que surgem. Mas chama a atenção a forma como parte da imprensa tradicional está veiculando em grande volume informações incorretas que necessitam de imediata reparação. É um exercício nada complexo saber quem é a fonte da desinformação e os seus reais interesses. Tais ataques prejudicam diretamente o Botafogo, sua reputação global e os projetos esportivos e corporativos.
Consideramos importante responder a cada uma dessas notícias. Seguem abaixo:
1) 24 de março de 2026
"𝙅𝙤𝙝𝙣 𝙏𝙚𝙭𝙩𝙤𝙧 𝙧𝙚𝙥𝙖𝙨𝙨𝙤𝙪 𝙍$ 𝟭𝟭𝟬 𝙢𝙞𝙡𝙝𝙤̃𝙚𝙨 𝙙𝙚 𝙖𝙥𝙤𝙧𝙩𝙚 𝙤𝙗𝙧𝙞𝙜𝙖𝙩𝙤́𝙧𝙞𝙤 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙘𝙤𝙢𝙥𝙧𝙖 𝙙𝙖 𝙎𝘼𝙁 𝙙𝙤 𝘽𝙤𝙩𝙖𝙛𝙤𝙜𝙤 𝙖𝙤 𝙇𝙮𝙤𝙣". 𝙀𝙨𝙥𝙚𝙘𝙞𝙖𝙡𝙞𝙨𝙩𝙖𝙨 𝙞𝙣𝙙𝙚𝙥𝙚𝙣𝙙𝙚𝙣𝙩𝙚𝙨 𝙖𝙫𝙖𝙡𝙞𝙖𝙢 𝙨𝙚 𝙤𝙥𝙚𝙧𝙖𝙘̧𝙖̃𝙤 𝙥𝙤𝙙𝙚 𝙩𝙚𝙧 𝙧𝙚𝙨𝙪𝙡𝙩𝙖𝙙𝙤 𝙚𝙢 𝙦𝙪𝙚𝙗𝙧𝙖 𝙙𝙤 𝙖𝙘𝙤𝙧𝙙𝙤 𝙙𝙚 𝙖𝙘𝙞𝙤𝙣𝙞𝙨𝙩𝙖𝙨
📰 Reportagem: O Globo
- A fonte do Jornal O Globo registrou o envio de R$ 110 milhões do Botafogo ao Lyon, mas foi leviana ao não informar que, entre julho de 2024 e fevereiro de 2025, o Lyon transferiu mais de R$ 233,7 milhões (€38 milhões) ao Botafogo.
- A reportagem preferiu fazer valer a informação da "fonte" - sempre oculta, anônima, nunca revelada. Mesmo ciente de que houve novos aportes, a informação foi ignorada. Fica clara a intenção de passar a imagem de que havia "algo suspeito".
- Quanto à afirmação de que "a SAF pode não ter cumprido o Acordo de Acionistas": o Acordo prevê aporte de 400 milhões de reais, orçamento mínimo anual do futebol de 100 milhões e orçamento geral mínimo de 200 milhões. A contribuição total exigida foi depositada antecipadamente, desde maio de 2024, quase um ano antes do prazo previsto.
→ Em 2025, o orçamento anual geral cumpriu mais de 5 vezes a meta mínima, e o do futebol, mais de 3 vezes.
→ Grandes investimentos em ativos fizeram o valor do elenco (valuation) saltar para cerca de 750 milhões de reais, estimam os sites especializados mais conservadores. A SAF foi muito além e apresentou investimentos significativamente superiores em todos os quesitos.
- Não custa lembrar a reportagem de fevereiro de 2021, que relatava que o Botafogo não tinha sequer bolas para treinar, segundo um ex-dirigente. Hoje, a SAF possui uma das melhores infraestruturas de treinamento, jogo e corporativa do Brasil.
2) 23 de março de 2026
"𝙏𝙚𝙭𝙩𝙤𝙧 𝙙𝙚𝙪 𝙥𝙤𝙙𝙚𝙧𝙚𝙨 𝙖 𝙨𝙞 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙧𝙚𝙥𝙧𝙚𝙨𝙚𝙣𝙩𝙖𝙧 '𝙞𝙨𝙤𝙡𝙖𝙙𝙖𝙢𝙚𝙣𝙩𝙚' 𝙎𝘼𝙁 𝙙𝙤 𝘽𝙤𝙩𝙖𝙛𝙤𝙜𝙤 𝙚𝙢 𝙚𝙢𝙥𝙧𝙚́𝙨𝙩𝙞𝙢𝙤"
📰 Reportagem: O Globo
- Uma ata pública de poucas páginas, registrada e divulgada entre os poderes do clube, foi tirada de contexto com o único intuito de causar desinformação.
- Textor não deu poderes para si mesmo. É uma questão natural: o antigo CEO, Thairo Arruda, renunciou ao cargo. Como os dois eram os únicos diretores estatutários, é natural que Textor permanecesse como o único tomador de decisão.
- "Textor elegeu a aplicação da lei suíça para toda receita relacionada com transferências de atletas da equipe profissional do Botafogo", diz a reportagem.
→ A escolha da Suíça é natural e foi uma exigência do novo credor: é onde está sediada a FIFA, entidade máxima do futebol, e onde disputas relacionadas ao futebol são resolvidas.
- "Foi concedida uma procuração à credora (GDA Luma) para praticar todos os atos em nome da SAF", diz a reportagem.
→ Isso não procede. O que ocorreu foi o reconhecimento das garantias à credora caso o empréstimo não fosse pago - uma "procuração com finalidade específica" é uma prática padrão em qualquer transação bancária dessa natureza.
- "Dívida estimada em R$ 3 bilhões" → esse montante não procede. Em 2021, a receita do Clube Social, antes da SAF, era de 118 milhões para uma dívida de 1,2 bilhão (relação de 1 para 10, absolutamente crítica).