Rodrigo Pacheco

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Rodrigo Pacheco

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@digopacheco

Catarinense não praticamente

Içara, SC Katılım Mart 2009
541 Takip Edilen441 Takipçiler
Rodrigo Pacheco
Rodrigo Pacheco@digopacheco·
@ArnaldoJRibeiro parabens aos envolvidos. perder um cara como Allan Barcellos pro rival é de um amadorismo que só essas gestões do SPFC consegue fazer.
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Rodrigo Pacheco
Rodrigo Pacheco@digopacheco·
@DataFutebol levaram o departamento medico do SPFC pra la pra tentar dar uma ajudada no amistoso contra o Brasil
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Helder Maldonado
Helder Maldonado@heldermaldonado·
No dia em que o Endrick apareceu todo na estica para se apresentar à seleção, todo mundo criticou igual, falando que ele tava querendo aparecer (sendo que o rapaz usou roupas de grife bem discretas até)
Helder Maldonado tweet media
karłos Fost@karloss19991

Olhem o estilo do Pelé. É difícil jogador se vestir assim ? Sai sangue ? É crime ? É difícil se vestir igual um ser humano e não como um mc ? Pelé era um gentleman. Olha a diferença pro " menino" ney.

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Rodrigo Pacheco
Rodrigo Pacheco@digopacheco·
@joabrjr meu pai amado. nao vejo a hora de uma tempestade solar queimar todos os servidores de IA
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analfabteo
analfabteo@joabrjr·
combo da morte no linkedin podcast falso + personagens de IA
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Marechal Kim João-Un
Marechal Kim João-Un@assimdisseojoao·
Trump foi lá e atacou a infraestrutura elétrica do Irã O Irã já tinha prometido responder atacando infraestrutura elétrica, de produção petrolífera e de DESSALINIZAÇÃO DE ÁGUA NA REGIÃO Até o presente momento eles tão cumprindo todas as retaliações avisadas e sempre DEPOIS de terem as suas infraestruturas atacadas deixando a escalada sempre a cargo dos americanos e israelenses Eles vão acabar com essa infraestrutura agora no golfo inteiro e quem vai pagar por isso é a economia mundial e as populações locais O mundo vai sofrer porque um velho genocida maluco e um velho pedófilo laranja tão brincando de apocalipse
Al Jazeera Breaking News@AJENews

BREAKING: Air attack causes destruction, blackout in Iran's Khorramabad 🔴 LIVE updates: aje.news/e3f29t?update=…

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pea
pea@PeaShrek·
ter furado o tímpano é top 3 sensações estranhas e arrombadas até agora já lidei com a infecção mas a audição do ouvido direito deve estar em uns 30%. Várias frequências simplesmente não entram. O cérebro fica confuso pra cacete com certos sons altos e específicos.
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Jéferfon Menezes
Jéferfon Menezes@JefinhoMenes·
Esses dias eu falei que esse país era POBRE, mas MUITO POBRE. E um monte de Enzo veio contestar. O @xicosa relembrou hoje o que dizia Ivan Lessa: "De 15 em 15 anos, o Brasil esquece do que aconteceu nos últimos 15 anos"
Julio Freiress 🇧🇷@JFreiress_

O Collor em 1991 fez o povo ficar horas em uma fila pra receber a doação de 1 kilo de arroz. Esse era o Brasil antes de Lula. Um país governado pela a direita por quase 100 anos marcado pela a miséria e fome e os efeitos da ditura militar apoiada pela a globo.

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Manu Silva
Manu Silva@_manuelasiilva·
Técnico Eduardo Baptista recebe contato do Sport, mas segue no Criciúma para a Série B O vínculo do técnico com o Carvoeiro é até o final de 2027 ge.globo.com/sc/futebol/tim…
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DammyAyo💕
DammyAyo💕@dartgurlie·
The fish suffocating on land watching Moses walk through the Red Sea with his people:
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Orlando Guerreiro 🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩
Em 1942, 740 crianças foram condenadas ao mar. Quando o mundo disse “não”, um homem decidiu dizer “sim”. No Mar da Arábia, um navio vagava como um caixão flutuante. A bordo estavam 740 crianças polonesas — órfãs que haviam sobrevivido a campos de trabalho soviéticos, onde seus pais morreram de fome, doenças e exaustão. Elas haviam conseguido escapar através do Irã, mas ainda enfrentariam outra tragédia: ninguém queria recebê-las. Porto após porto, ao longo da costa da Índia, o Império Britânico, a maior potência da época, fechava as portas. — “Não é nossa responsabilidade. Sigam viagem.” A comida estava acabando. Os remédios já tinham terminado. E a esperança começava a desaparecer. Maria, de 12 anos, segurava a mão do irmão de 6. Antes de morrer, a mãe deles pediu que ela o protegesse. Mas como proteger alguém quando o mundo inteiro decide virar as costas? Então a notícia chegou ao pequeno palácio de Navanagar, no atual estado de Gujarat. O governante era Jam Sahib Digvijay Singhji — um príncipe local em um território dominado pelos britânicos. Ele não tinha exército poderoso, nem controle total dos portos, e muito menos obrigação de agir. Seus conselheiros informaram: — “Setecentas e quarenta crianças estão presas no mar. Os britânicos se recusaram a recebê-las.” Ele perguntou calmamente: — “Quantas crianças?” — “Setecentas e quarenta, Majestade.” Houve um breve silêncio. Então ele respondeu: — “Os britânicos podem controlar meus portos… mas não controlam a minha consciência. Essas crianças vão atracar em Navanagar.” Avisaram que desafiar os britânicos poderia trazer problemas. Ele respondeu simplesmente: — “Então eu enfrentarei.” E enviou a mensagem que salvaria 740 vidas: — “Aqui, vocês são bem-vindos.” Em agosto de 1942, o navio finalmente entrou no porto sob o sol forte do verão indiano. As crianças desceram fracas, quase como sombras — cansadas demais para chorar, acostumadas demais ao sofrimento para esperar qualquer coisa boa. O maharajá estava esperando no cais. Vestido de branco, ele se ajoelhou para ficar na altura dos olhos das crianças e disse, através de intérpretes, algo que muitas delas não ouviam desde a morte dos pais: — “Vocês não são mais órfãos. Agora são meus filhos. Eu serei o seu Bapu — o seu pai.” E ele não construiu um campo de refugiados. Construiu um lar. Em Balachadi, criou uma pequena Polônia em solo indiano: professores poloneses, comida típica, canções da infância, escola, jardins e até um Natal polonês sob o céu tropical da Índia. Ele dizia: — “O sofrimento tenta apagar quem vocês são. Mas sua língua, sua cultura e suas tradições são sagradas. Aqui vocês vão viver.” Durante quatro anos, enquanto o mundo estava em guerra, aquelas crianças viveram não como refugiadas — mas como família. O maharajá visitava o lugar com frequência. Sabia os nomes das crianças, comemorava aniversários, consolava quem ainda chorava pelos pais que nunca voltariam. Pagou médicos, professores, roupas e comida com a própria fortuna. Quando a guerra terminou e chegou a hora de partir, muitas crianças choraram. Balachadi era o único lar verdadeiro que elas tinham conhecido. Hoje, aquelas crianças cresceram. Tornaram-se médicos, professores, pais e avós. Na Polônia, praças e escolas levam o nome de Jam Sahib Digvijay Singhji, que recebeu uma das maiores honrarias do país. Mas o verdadeiro monumento que ele deixou não é de pedra. São 740 vidas salvas. E até hoje, muitos deles contam aos netos a história de um rei indiano que, quando o mundo inteiro fechou as portas, olhou para aquelas crianças e disse: — “Agora vocês são meus filhos.”
Orlando Guerreiro 🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩 tweet media
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Humberto Matos
Humberto Matos@H1SaiaDaMatrix·
Alô @ANPgovbr @ProconRS que tal investigar a distribuição de combustíveis no Rio Grande do Sul, porque a distribuidora tá comprando combustível da Refap que não aumentou o preço e tá estocando combustível e vendendo com sobrepreço pra causar pânico. É um crime contra o consumidor
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Rodrigo Pacheco
Rodrigo Pacheco@digopacheco·
@heldermaldonado tem gente que só quer botar a culpa no governo em qualquer coisa. Se a vaga na rua existia, a vaga que tu faz no teu comércio é da "rua" Se nao existia vaga na frente do comercio e tu fez as vagas, elas são suas.
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