Dinho FDM 🇧🇷 🇺🇸 🇮🇱
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@dinhobsb2
Criador da #FDM
New Jersey Katılım Haziran 2009
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Pouquíssimas pessoas estão realmente preparadas para aprender isso.2.450 pontos até agora da venda que colocamos no 184.443.Não é sobre sorte, não é sobre notícia… é sobre leitura, preparo e disciplina.O mercado fala todos os dias,mas só entende quem treinou a mente para escutar
Dinho FDM 🇧🇷 🇺🇸 🇮🇱@dinhobsb2
Na abertura do mercado, já deixei o alerta do 184.443. Simplesmente buscando os robôs FDM é isso. Uma ótima sexta-feira a todos e juízo. Está tudo na tela, tudo detalhado no nosso grupo fechado. Um excelente final de semana a todos.
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Em 2022 o petróleo já mostrava essa direção 💥💥💥
Dinho FDM 🇧🇷 🇺🇸 🇮🇱@dinhobsb2
@Rafael_Faustino Brent futuros hoje está em@$85.57 tenho ele para 187.49 análise + longa ✅
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@dinhobsb2 entregou uns 3’mil pontos hj. Parabéns mestre.
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@fariaeduardo87 Para saber mais sobre preços e fazer parte do grupo, acesse o link do meu WhatsApp abaixo. wa.me/17327209133
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Deu olé 😂😂😂😂😂🧠🧠🧠🦅🦅🦅🦉🦉🦉🎯🎯🎯🤖🤖🤖




Dinho FDM 🇧🇷 🇺🇸 🇮🇱@dinhobsb2
O mercado amanhã promete um olé assim 😂😂😂😂🦅🦅🦅🦉🦉🦉🤖🤖🤖🇺🇸🇺🇸🇺🇸🧠🧠🧠
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Software horror: litellm PyPI supply chain attack.
Simple `pip install litellm` was enough to exfiltrate SSH keys, AWS/GCP/Azure creds, Kubernetes configs, git credentials, env vars (all your API keys), shell history, crypto wallets, SSL private keys, CI/CD secrets, database passwords.
LiteLLM itself has 97 million downloads per month which is already terrible, but much worse, the contagion spreads to any project that depends on litellm. For example, if you did `pip install dspy` (which depended on litellm>=1.64.0), you'd also be pwnd. Same for any other large project that depended on litellm.
Afaict the poisoned version was up for only less than ~1 hour. The attack had a bug which led to its discovery - Callum McMahon was using an MCP plugin inside Cursor that pulled in litellm as a transitive dependency. When litellm 1.82.8 installed, their machine ran out of RAM and crashed. So if the attacker didn't vibe code this attack it could have been undetected for many days or weeks.
Supply chain attacks like this are basically the scariest thing imaginable in modern software. Every time you install any depedency you could be pulling in a poisoned package anywhere deep inside its entire depedency tree. This is especially risky with large projects that might have lots and lots of dependencies. The credentials that do get stolen in each attack can then be used to take over more accounts and compromise more packages.
Classical software engineering would have you believe that dependencies are good (we're building pyramids from bricks), but imo this has to be re-evaluated, and it's why I've been so growingly averse to them, preferring to use LLMs to "yoink" functionality when it's simple enough and possible.
Daniel Hnyk@hnykda
LiteLLM HAS BEEN COMPROMISED, DO NOT UPDATE. We just discovered that LiteLLM pypi release 1.82.8. It has been compromised, it contains litellm_init.pth with base64 encoded instructions to send all the credentials it can find to remote server + self-replicate. link below
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Você sabia que, no mesmo domingo em que o Lehman Brothers quebrou em 2008, André Esteves bolou uma operação que acabaria rendendo cerca de US$ 60 milhões ao BTG?
Enquanto o mundo financeiro entrava em pânico, ele e seu sócio Carlos Fonseca faziam uma pergunta simples: “O que o Lehman tem no Brasil?”.
Naquele domingo de setembro de 2008, Esteves estava na própria casa conversando com Fonseca quando a notícia da falência do Lehman Brothers se espalhou pelo mundo.
A quebra do banco americano desencadeou uma das maiores crises financeiras da história.
Em vez de reagir com desespero, os dois passaram a discutir rapidamente quais ativos do Lehman poderiam existir no Brasil.
A lógica era simples: uma falência global sempre deixa pedaços de negócios que podem ser comprados rapidamente.
A resposta veio poucos dias depois.
Na terça‑feira seguinte, Fonseca já estava tomando café com Roberto Aris, então CEO do Lehman Brothers no Brasil, para entender exatamente o que existia na operação local.
O escritório era pequeno, mas muito bem estruturado. Ficava na Faria Lima, no mesmo prédio do Morgan Stanley, tinha móveis novos, obras de arte, monitores recém‑comprados e cerca de US$ 7,5 milhões em caixa.
Além disso, havia outros US$ 7,5 milhões reservados para bônus da equipe. Do lado dos ativos, a operação possuía direitos creditórios que poderiam ser convertidos em ações da BM&F Bovespa, além de créditos fiscais relevantes.
Com essas informações em mãos, o BTG agiu rapidamente.
O banco apresentou à Justiça americana uma proposta para comprar a filial brasileira por um valor simbólico, aproveitando a urgência do processo de liquidação do Lehman.
Segundo Fábio Carvalho, diretor da Alvarez & Marsal que participou do processo, aquela foi “o negócio mais rápido” que a consultoria já havia executado.
A análise relâmpago da operação ficou conhecida como uma espécie de micro due diligence.
Depois de fechar o contrato, Fonseca começou imediatamente a reorganizar a operação.
O primeiro passo foi ir ao sindicato dos bancários para renegociar os bônus prometidos à equipe do Lehman.
Ele conseguiu reduzir o valor total de US$ 7,5 milhões para cerca de US$ 6 milhões.
A negociação liberou um espaço importante no caixa e ajudou a melhorar a estrutura financeira da operação recém‑adquirida.
Ao mesmo tempo, o BTG iniciou conversas com o Standard Bank, instituição internacional interessada em obter uma licença bancária e um escritório pronto para operar no Brasil.
O banco vendeu ao Standard Bank justamente essa estrutura: a licença, o escritório na Faria Lima e toda a operação física herdada do Lehman.
Mas guardou para si aquilo que considerava mais valioso.
O BTG manteve apenas os créditos fiscais e os direitos creditórios que poderiam ser convertidos em ações da BM&F Bovespa.
Depois de assumir passivos e vender a estrutura, essa engenharia financeira gerou um lucro de aproximadamente US$ 60 milhões em pouco tempo.

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