

Allan 13🚩🚩🚩
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@drallanr
Petista, Lulista, Dilmista. Separado. Esquerda Sempre.



Conto hoje mais um escândalo na prefeitura de São Paulo: a contratação desenfreada, com cachês absurdos, de bandas de rock, cover, todas recém-criadas. Elas pertencem todas a Fabrício Ravelli, irmão do gerente de eventos da SPTuris e sobrinho da principal assessora do presidente do Tribunal de Contas do Município. Fabrício organiza eventos de rock e, como num passe de mágica, a prefeitura decide pagar pelas bandas que ele seleciona. E, olha que coincidência, as bandas são dele! Quatro bandas, todas recém-criadas e tocando só covers, receberam R$ 2,3 milhões em cachês da prefeitura em 15 meses, para 88 apresentações. É mais de uma por semana. As bandas não têm uma música autoral e nunca foram contratadas por qualquer outro ente público. Mas são pagas pela prefeitura como artistas consagrados. E os valores são balizados com "show em evento corporativo" contratado por outras empresas do próprio Ravelli. Os valores e shows são bizarros. Numa semana, a prefeitura contratou três vezes a mesma banda, por R$ 30 mil CADA SHOW, para tocar por uma hora NO METRÔ DA SÉ, bem no horário do rush. "artistas CONSEGRADOS", lembra? Em outra ocasião, contratou por R$ 45 mil uma banda para tocar em uma TERÇA-FEIRA À TARDE em um centro cultural. Detalhe: o processo de contratação começou na semana anterior, UM DIA DEPOIS de a assessora do presidente do Tribunal de Contas e TIA DO FABRÍCIO visitar a secretaria de cultura. E eu só tô contando aqui no Twitter uma parte do problema. É bem pior. é bizarro. Juro. Lê a matéria. E depois compartilha. metropoles.com/colunas/demetr…






Síndrome de Estocolmo, não sei, mas a torcida está aí. Vai Haaland!!! Enfia as bolas em mim 🤣


