Sabitlenmiş Tweet

“O Diabo Veste Prada 2” faz algo que quase nenhuma continuação consegue…
ele realmente justifica existir 👀🎬
Principalmente depois de 20 anos.
E isso já coloca o filme em outro nível.
Desde o começo, dá pra ver que o roteiro sabe exatamente onde está pisando.
Tem várias referências ao primeiro filme…
mas não fica preso a isso.
É nostalgia usada com inteligência, não como muleta.
A história se constrói em cima de reencontros — algo que poderia facilmente dar errado depois de tanto tempo.
Mas funciona.
E funciona bem.
Um dos maiores acertos aqui é o humor.
No primeiro filme, isso existia… mas não era tão explorado.
Agora vira peça central.
E muito disso vem da direção do David Frankel.
Ele consegue atualizar o tom pro mundo de hoje…
sem perder a essência do original.
Principalmente quando o filme entra na questão da moda vs modernidade.
Tem crítica… mas com leveza.
E com humor ácido bem colocado.
A Miranda continua sendo a Miranda.
Mas o filme entende que o mundo mudou.
Hoje, aquele comportamento autoritário não passaria da mesma forma.
E a narrativa usa isso ao seu favor.
Mostra a personagem tentando se adaptar.
E isso dá uma nova camada pra ela.
A Andy também muda bastante.
Agora ela não é mais a mesma do primeiro filme.
Volta mais madura, segura, consolidada na carreira.
Anne Hathaway entrega uma atuação mais controlada…
e até mais forte do que antes.
Já a Emily ganha muito mais espaço.
E isso faz diferença.
A personagem cresce, aparece mais…
e a Emily Blunt aproveita tudo.
Talvez seja uma das que mais evolui nessa continuação.
Visualmente, o filme continua impecável.
Direção de arte muito bem trabalhada…
principalmente nos desfiles e locações internacionais.
A Itália, inclusive, vira um dos grandes destaques.
E o figurino…
segue sendo um espetáculo à parte.
É praticamente outro show dentro do filme.
A trilha sonora também ajuda bastante.
As músicas entram no momento certo…
e elevam várias cenas.
A presença da Lady Gaga dá um toque especial.
No fim, o filme entrega exatamente o que muita gente queria…
mas sem cair no óbvio.
Tem humor, tem emoção…
e principalmente, tem evolução.
E talvez esse seja o maior mérito:
não é só revisitar o passado…
é mostrar que esses personagens ainda fazem sentido hoje.
Gabriel Fernandes@eigbfernandes
Português










