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@emicida
Ouça agora: Emicida Racional VL2 - Mesmas Cores & Mesmos Valores.
Katılım Şubat 2009
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Dizem que o tempo é absoluto, mas não, ele é relativo.
Em 1905, Albert Einstein revolucionou a física ao provar que a energia pode se transformar em massa, e vice versa. Hoje, o convite é para uma outra revolução: a do nosso encontro.
@itau apresenta Emicida Racional MCMV Tour. Vamos, juntos, sentir a força das mesmas cores e mesmos valores no palco: o passado e suas referências, o Emicida do presente, junto com o seu olhar para criar um novo tempo.
Garanta o seu lugar e participe desse espetáculo, onde um show de rap e a nossa energia ganham uma nova dimensão.
📍São Paulo - 30/04 - Espaço Unimed
📍Rio de Janeiro - 16/05 - Vivo Rio
📍Curitiba - 27/06 - Igloo Super Hall
📍Recife - 22/08 - Classic Hall
📍Belo Horizonte - 05/09 - BeFly Hall
Clientes @itau contam com pré-venda exclusiva, 15% de desconto e parcelamento em até 3x sem juros. Consulte termos e condições em eventim.com.br.
🎟️ Pré-venda para clientes @itau de 04/02, às 10h, até 06/02, às 10h.
🎟️ A venda geral abre em 06/02, a partir do meio dia.
⚠️ Cuidado com sites falsos! O site oficial de vendas é @eventimbrasil
🎥 @bmaisca
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Os policiais que mataram a modelo grávida Kathlen Romeu em 2021 foram condenados por fraudar a cena do crime.
A pena foi de apenas 2 anos em regime aberto. Pífia. Mas reveladora.
Quem frauda, frauda porque sabe que cometeu crime.
E isso pesa no júri popular que vai julgar o homicídio, que acontece ainda este ano.
Seguiremos até o fim pela responsabilização dos assassinos.
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AULA DE SOBERANIA DO LULA:
“Ou seja, neste exato momento estamos vendo quantos países ainda acreditam que o Trump vai resolver os problemas da América do Sul. Os espanhóis ficaram 500 anos e não resolveram. Os ingleses exploraram por um tempo e também não resolveram. Os americanos não resolveram. E agora, por que alguém ainda acredita que eles vão resolver?
"Deus nos deu uma oportunidade única. Agora descobrimos algo novo: os chamados minerais críticos e as terras raras que estão no nosso solo. E quem os possui somos nós, na América do Sul e na América Latina. Mas agora eles querem nos explorar do mesmo jeito que fizeram com o minério de ferro e com o ouro: extrair tudo e deixar apenas o buraco para trás."
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Israel: proibidos de entrar em mesquita, muçulmanos celebram fim do Ramadã na rua em Jerusalém 👇🏻👇🏻via @folha :

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Hoje escrevo em tom de desabafo, e de alguma perplexidade.
Há cinco anos venho, diariamente, compartilhando neste X informações relevantes sobre Machado de Assis, muitas delas inéditas. Nunca ganhei um centavo por isso. Faço porque considero importante. Ou, ao menos, considerava sem hesitação.
Há dois anos, assisti a uma comoção nacional provocada pelo comentário de uma senhora americana que, ao que tudo indica, jamais havia lido Machado. Sua surpresa era, na verdade, a surpresa dos desinformados. Comentei aqui que o fascínio estrangeiro por Machado está longe de ser novidade, e o comentário acabou repercutido por uma jornalista do Estadão.
Desde a década de 1920, Machado é celebrado nos Estados Unidos, especialmente por escritores negros. Isso não é descoberta recente. É história conhecida, ou deveria ser.
Agora, após publicar Machado: O Filho do Inverno, a primeira e mais completa biografia de Machado de Assis, evidenciando como sua experiência como homem negro foi decisiva na formação de sua obra, deparo-me com um silêncio quase absoluto. Nenhuma resenha relevante. Nenhum debate. Nenhuma atenção proporcional ao que já se viu mobilizar por muito menos.
As vendas, para ser direto, são desanimadoras. E isso surpreende ainda mais quando se observa que quem lê elogia o livro com entusiasmo raro. Não é falsa modéstia reconhecer: houve rigor, trabalho e intenção clara de dialogar com o público amplo, não apenas com especialistas. Escrevi para leitores reais, para aproximar Machado do Brasil contemporâneo, porque ele ainda tem muito a dizer.
Tenho cerca de 30 mil seguidores aqui. Um número expressivo, em tese. Na prática, irrelevante. Pelos dados, e como diria Machado, os números não mentem, pouquíssimos compraram o livro.
Da mesma forma, quase ninguém acompanha a newsletter em cssoares.com.br.
O que isso revela é simples: há consumo, mas não há compromisso. Há interesse superficial, mas não há engajamento real.
Autores brasileiros não precisam apenas de visibilidade. Precisam de leitores.
Machado, o filho do inverno, volume 1 da mais recente e abrangente biografia de Machado de Assis, está disponível em todas as livrarias. O segundo volume será entregue ainda este ano. A publicação, naturalmente, dependerá da editora.
Convém dizer sem rodeios: o Brasil, de modo geral, ainda demonstra pouco interesse em conhecer profundamente a própria história.
Uma equipe continuará publicando conteúdos por aqui, por algum tempo. Veremos se algo muda, se ainda há espaço para que as redes sejam mais do que vitrines passageiras de atenção dispersa.
Não há ressentimento. Mas há lucidez. E, sobretudo, há limites para o uso do tempo.
Talvez seja mais sensato, e certamente mais produtivo, empregar esse tempo nas redes sociais para fazer, com ainda mais intensidade, aquilo que já faço e que, ao que tudo indica, se tornou raro por aí: ler livros.
Boa tarde.

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Homenagem - Morreu nesta quarta-feira (18) à noite, a produtora da TV Globo Fernanda Santos. Ela estava em um carro de aplicativo que se envolveu em um acidente na Zona Norte de São Paulo. Ela chegou a ser socorrida, mas não resistiu.
Produtora de reportagens, Fernanda era uma das figuras históricas dos telejornais da capital paulista. Sempre animada, comemorava cada apuração que virava notícia no ar. Foram mais de 20 anos dedicados ao Jornalismo na TV Globo.
Uma vida de amor também com o Carnaval de São Paulo. Nesta quinta (19), Fernanda foi homenageada pelas agremiações e colegas de profissão.
#fernandasantos #jornalista #carnaval #g1
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Assisti a entrevista que o pediatra Daniel Becker deu para a Globo News. Ele faz um alerta que muitos ainda resistem em ouvir: o vício nas telas não é acaso, é projeto.
E deixa claro que são as maiores vítimas.
Rolagem infinita, likes e algoritmos formam uma engenharia da dependência que atinge diretamente crianças e adolescentes.
Já comentei aqui que primeira vez, as big techs começam a ser julgadas não só pelo conteúdo, mas pelo modelo: a estratégia deliberada de capturar atenção e produzir vício. A dependência como negócio.
O debate muda de eixo. Sai do “uso excessivo” e entra na responsabilidade de quem desenha o sistema.
Ou seja, as plataformas são agentes de dependência e, muitas vezes, cúmplices de criminosos.
A regulamentação é urgente. A conscientização também . Os efeitos já são vistos e o prejuízo pode ser ainda maior.
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ONU | "Nós aqui, que estamos a 14 mil quilômetros do Irã, que estamos longe do Líbano, que estamos longe de Israel, por que nós temos que pagar o preço do combustível? Por irresponsabilidade dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU", diz @LulaOficial.
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E você não vai encontrar NENHUM pronunciamento do governador do estado, chefe da Polícia Militar do Rio de Janeiro. NADA. ZERO.
Nem sequer uma palavra de conforto para a família ou uma promessa de investigação, mesmo que seja vazia.
Que tristeza.
g1@g1
Parentes e amigos se despedem de médica morta a tiros em perseguição no Rio; câmeras corporais de policiais estavam descarregadas no momento da morte glo.bo/3PhvhAO #g1
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O cantor Buchecha se manifestou após a denúncia feita por Tati Quebra Barraco sobre as irregularidades no pagamento de direitos autorais no funk por parte das editoras. Em um vídeo publicado nas redes sociais, o artista afirmou que o problema é antigo e revelou já ter passado por situações semelhantes ao longo da carreira.

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