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fefo
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fefo
@enciclolipe
presidente da atlética fauusp e futuro arquiteto e urbanista
Sao Paulo, Brazil Katılım Eylül 2019
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@rafylapoc ele lendo eca e perguntando se é da eca pros ecanos comentarem ele não é inocente
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meudeus ele com a bata do bife eu to numa mistura tao grande de T com emoção
Guilherme Cortez@cortezpsol
Alguém aqui é da ECA?
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Emanando tudo de ruim na vida do Aluísio que ele receba tudo que ele merece. Que o karma seja seu pior inimigo.
(㇏^.ˬˬ.^ノ)@maionesaluiza
Lembrando que a reitora da UERJ mandou fazer isso e está quase morrendo de causas naturais agora. O estudante da USP precisa começar a trabalhar com o sobrenatural
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🚨 Estou acionando a Procuradoria-Geral de Justiça do Estado de São Paulo contra o governo Tarcísio de Freitas, a Polícia Militar e a Reitoria da USP pela violência praticada nessa madrugada contra os estudantes que protestam por melhorias na universidade.
O protesto, legítimo, pede apenas que estudantes em vulnerabilidade social tenham a possibilidade de continuar a sua formação.
E é um absurdo que o poder público se recuse a negociar, parta para a violência e que quatro estudantes tenham sido detidos por exercerem seu direito constitucional ao protesto.
Isso, por si só, já exige uma resposta da Justiça. É assim que a força policial, a USP e o governo do estado estão autorizados a agir em São Paulo?
Mas mais absurdo ainda é o fato de que a Reitoria da USP afirma sequer ter sido avisada da operação policial, apesar das evidências que apontam o contrário e indicam que essa violência contra os estudantes estava sendo articulada entre a reitoria e a PM desde a sexta-feira, como o corte dos serviços de água e luz que estavam sendo utilizados pelos alunos.
Se a Polícia Militar decidiu agir por conta própria dentro da USP para calar, com violência, um protesto de estudantes que pedia por negociações com a reitoria, esse fato e os mandantes dessa operação precisam ser urgentemente investigados.
E, se a Reitoria e a PM planejavam essa violência intencionalmente desde a sexta-feira, isso também precisa ser urgentemente investigado.
Sigo atenta a todo desdobramento e às movimentações e articulações dos estudantes da USP.
Estudar é um direito. E não podemos aceitar que, quando o pobre finalmente consegue pisar na USP, o aparato de violência estatal decida pisar no pobre.
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