
Entrelinhas
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Eu ainda conheço pouco. Mas lá no escritório, onde quase só trabalham colombianos, o chamaram de “lagunero”. Segundo a descrição que eu encontrei, “lagunero es aquél que juega bien cuando se le da la gana, combinando destellos de su genialidad con omisiones inexplicables en cualquier partido”. Em síntese, um resenheiro. A ver.

Sendo generoso, acho que, defendendo a baliza, o Rossi é um goleiro nota 5,5. Mas pelo que faz com os pés, e não com as mãos, também é candidatíssimo a goleiro menos vazado do campeonato.

Daqui a pouco provavelmente teremos José Boto reclamando da arbitragem. O que ele fará com relação ao jogador que contratou, não vendeu quando teve chance, tem dois gols e três expulsões no ano?




Vem pressionar, mas vem tranquilo. O golaço que o Flamengo ainda não fez, mas já está madurinho para sair…



Fato curioso, e importante, sobre este Flamengo que vai jogar contra o líder em gols de bola parada no Brasileiro. No ano passado, o time do Filipe foi o que menos cedeu xG em bolas paradas. Foram 3.4 gols esperados ao todo. Sofreu 5 porque o goleiro falhou clamorosamente contra Vasco e Ceará. Falhas que custaram 4 pontos, inclusive. Hoje, com menos imposição que em 2025, era natural que os números piorassem. A questão é que, além de ter mais bolas paradas contra a sua área, a defesa rubro-negra tem funcionado pior. Ao passo que o número de escanteios cresceu 32%, os gols esperados vindos das bolas paradas aumentou em 65%. Nesse ritmo, a bola parada castigará o Flamengo entre sete e oito vezes até fim do campeonato. Como o Cruzeiro, de 2025. Já foram três, em 15 rodadas. A ver como será contra os comandados do Abel.





