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@ericbalbinus

Internacionalista, pós-graduado em Ciência Política, MBA em Des. Sustentável. Centro-esquerda na política, corintiano nos costumes. ✊🏿

Brasil Katılım Kasım 2014
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gutão
gutão@Gutu1Gustavo·
@willameee Comunismo funciona demais só não é bom pra quem não é a elite do partido
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Willame Figueredo
Willame Figueredo@willameee·
Enquanto tem pai retardado fazendo vídeo porque supostamente não pode dar um PS5 para a filha, o melhor pai de menina do mundo deu um TANQUE para sua princesinha.
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Rafael C. Oliari
Rafael C. Oliari@oliarirafael·
@g1 Se esse aí começar com as gracinhas já já fica pulverizado.
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g1
g1@g1·
Kim Jong-un faz 'passeio' em tanque de guerra ao lado da filha de 13 anos glo.bo/47Ifph2 #g1
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balbinus
balbinus@ericbalbinus·
@freire_roberto Não sei, nenhum muçulmano jamais financiou golpes de estado, torturas ou guerrilhas em nosso continente
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Roberto Freire
Roberto Freire@freire_roberto·
Que estultice ! Só falta copiar os aiatolás do Irã e emitir uma fatwa contra os espanhóis que insultarem o deus do islamismo … Espanha da social democracia não merece tamanho insulto , caro presidente Pedro Sanchez
Isaac@isaacrrr7

Pedro Sánchez afirma que cualquiera que insulte al Islam irá a prisión: “Entre nosotros no hay lugar para quienes insultan las religiones... y cualquiera que insulte al profeta Mahoma o a la religión islámica se enfrentará a una pena de prisión de cinco años.” Locura total.

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balbinus
balbinus@ericbalbinus·
Fui ☑️
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Chef Dan Galhardo
Chef Dan Galhardo@chefdangalhardo·
O ano é 2026 e o povo ainda pega pilha deu falando de Cuscuz Paulista. MISERICÓRDIA. SEXTOUUUUUU
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Leal🐧💻
Leal🐧💻@sudoleal·
@chefdangalhardo Longe de mim defender o Cuscuz Paulista mas ele é muito injustiçado perto de aberrações tipo buchada de bode.
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balbinus
balbinus@ericbalbinus·
@perzpica Sua cachorra se chama Imola??
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balbinus
balbinus@ericbalbinus·
Esse identitarismo oco que tanto agradou a mídia burguesa nos anos 2000 só fez parir diversidade entre os agentes deles com gays, trans, mulheres e pretos atuando em favor de agendas obscuras. Para o trabalhador não sobrou nada. Bom lembrar de Lélia Gonzales:
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balbinus
balbinus@ericbalbinus·
Os fanáticos da representatividade compulsória deveriam observar certos fenômenos. Esta maluca que pretende envolver o Reino Unido em uma guerra com o Irã é a líder dos Conservadores (óbvio que também quer ser primeira-ministra) É mulher, jovem e negra, porém insana. 👇🏿
Farrukh@implausibleblog

Kemi Badenoch's surreal car crash interview on #C4News Gary Gibbon, "You said you want the RAF to be allowed to launch missiles against Iranian targets" Kemi Badenoch, "If they are striking British bases, yes" Gary Gibbon, "You want them more involved?" Kemi Badenoch, "It's not an escalation it's a defensive position" Gary Gibbon, "I think that's joining in a war, not a war we were consulted on" Kemi Badenoch, "This is true" Gary Gibbon, "This is not a war that has been thought through" Kemi Badenoch, "I agree with that" Gary Gibbon, "Do you agree that it is an illegal war?" Kemi Badenoch, "We are in it whether we like it or not" Gary Gibbon, "Will you answer if it's legal?" Kemi Badenoch, "I've already answered multiple questions on whether it is legal or not" "We are in it whether we like it or not" Gary Gibbon, "So whatever Donald Trump starts, we join in?" Kemi Badenoch, "Let's be clear, Iran is an enemy of this country" "Prime Minister Keir Starmer maybe thinks he can sit on the fence and hope it can go away, that's not happening" "You talk about inflation, oil shocks, these things happen" Gary Gibbon, "They happen because of this war"

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Hasbará Brasil
Hasbará Brasil@hasbarabrasil·
Carta Aberta à Folha de São Paulo (@folha) A Falha da Folha Segundo a Folha de São Paulo, a melhor pessoa para falar sobre antissemitismo é alguém condenado por…antissemitismo. A Folha tem um problema com antissemitismo. Não é a cobertura do conflito, não é o espaço para opiniões divergentes. O problema é mais simples e mais grave do que isso: o jornal não tem critério algum para escolher quem fala sobre o tema em suas páginas. E hoje ficou impossível de ignorar. O artigo publicado nesta data é assinado por Breno Altman. O mesmo Breno Altman que, em outubro de 2024, foi condenado civilmente por antissemitismo pela 16ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo. O juiz reconheceu conduta racista em suas publicações, mandou excluir as postagens definitivamente e o condenou a pagar indenização por danos morais coletivos à comunidade judaica brasileira. Altman recorreu. Perdeu. Na esfera criminal, foi o Ministério Público Federal, não organizações comunitárias nem “interesses estrangeiros”, mas o próprio Estado brasileiro, quem o denunciou por racismo, apologia ao crime e incitação ao crime. A ação segue em curso. Nada disso é obscuro. São fatos públicos, amplamente documentados. A Folha sabia. E, se não sabia, revela um nível inaceitável de negligência editorial. Ainda assim, escolheu publicar. No artigo de hoje, Altman se coloca como o judeu mais perseguido do Brasil. Uau. Os vilões não são neonazistas ou grupos extremistas — são a Confederação Israelita do Brasil, a Justiça Federal e o Ministério Público Federal. Ele celebra o trancamento parcial da ação criminal como prova de inocência e "vitória da democracia"...sem mencionar que a condenação cível está mantida, que tentou revertê-la no Tribunal e não conseguiu. E vai além: chama a acusação de antissemitismo de "arma política" para silenciar quem critica Israel. Esse argumento merece ser examinado com cuidado, porque é o mais antigo do repertório. A ideia de que acusações de antissemitismo são, na verdade, instrumentos de perseguição política não é nova nem original. É exatamente o que antissemitas dizem quando são responsabilizados. Sempre foi. E a Folha deu a essa narrativa o espaço e seu selo de credibilidade. Altman insiste que antissionismo não é antissemitismo. Mas essa distinção, bastante conveniente para quem precisa dela, não se sustenta. O antissionismo é a negação do direito à autodeterminação aplicada exclusivamente ao povo judeu. Nenhum outro povo no mundo precisa justificar o direito à própria pátria como pré-condição para ser reconhecido como vítima de ódio. Aplicar esse padrão duplo só aos judeus não é crítica política. Para quem prefere eufemismos, é discriminação. Para quem prefere a verdade, é antissemitismo. Para o Judiciário brasileiro, já tem nome também. E, no caso específico de Altman, essa discussão sequer é necessária. O Judiciário brasileiro já qualificou sua conduta. Quando o discurso inclui a desumanização de judeus, a legitimação da violência e a negação absoluta da existência de Israel, não estamos diante de opinião, mas de manifestação de ódio reconhecida judicialmente e historicamente. A Folha não é responsável pelas opiniões de seus colaboradores. Mas é inteiramente responsável por quem escolhe como colaborador e pelo que essa escolha diz. Quando um jornal convida um autor condenado por conduta antissemita para escrever sobre antissemitismo, não está abrindo o debate. Está dizendo, na prática, que a dignidade da comunidade judaica brasileira é negociável quando o colaborador é conveniente. Isso tem nome. Chama-se cumplicidade editorial. Pedimos publicamente que a Folha explique quais critérios guiaram essa escolha. Ou admita que não os tem.
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balbinus
balbinus@ericbalbinus·
@g1 Daí lembramos que o governador Tarcísio era contra as câmeras corporais alegando constrangimento aos PMs. Pelo contrário, as câmeras protegem os bons policiais. Quem não gosta de transparência na ação policial é vagabundo
Português
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g1
g1@g1·
Intimidação - Gravações das câmeras corporais de policiais militares mostram a disputa de poder hierárquico entre um cabo _ que queria preservar o local onde a soldado Gisele Alves foi baleada na cabeça _, e a autoridade de um oficial de alta patente, o marido dela, o tenente-coronel Geraldo Neto. As imagens foram feitas em 18 de fevereiro no apartamento do casal, no Brás, Centro de São Paulo. Gisele foi socorrida, mas morreu no hospital. Neto foi preso preventivamente na quarta-feira (18), quando se tornou réu na Justiça por feminicídio (assassinato de mulher por razões de gênero —como violência doméstica e familiar ou menosprezo e discriminação à condição feminina) e fraude processual (porque alterou a cena do crime para simular um suicídio). A equipe de reportagem teve acesso a imagens da câmera corporal do cabo, onde é possível assistir esse embate entre ele e o tenente-coronel. Neto insiste em entrar no banheiro, tomar banho e circular pelo apartamento onde Gisele estava — exatamente o tipo de conduta que acendeu o alerta dos investigadores e enfraqueceu a versão de suicídio sustentada por ele. Veja os detalhes obtidos na gravação no #g1 #gisele #tenente #sãopaulo
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balbinus
balbinus@ericbalbinus·
Daí lembramos que o governador Tarcísio era contra as câmeras corporais alegando constrangimento aos PMs. Pelo contrário, as câmeras protegem os bons policiais. Quem não gosta de transparência na ação policial é vagabundo
g1@g1

Intimidação - Gravações das câmeras corporais de policiais militares mostram a disputa de poder hierárquico entre um cabo _ que queria preservar o local onde a soldado Gisele Alves foi baleada na cabeça _, e a autoridade de um oficial de alta patente, o marido dela, o tenente-coronel Geraldo Neto. As imagens foram feitas em 18 de fevereiro no apartamento do casal, no Brás, Centro de São Paulo. Gisele foi socorrida, mas morreu no hospital. Neto foi preso preventivamente na quarta-feira (18), quando se tornou réu na Justiça por feminicídio (assassinato de mulher por razões de gênero —como violência doméstica e familiar ou menosprezo e discriminação à condição feminina) e fraude processual (porque alterou a cena do crime para simular um suicídio). A equipe de reportagem teve acesso a imagens da câmera corporal do cabo, onde é possível assistir esse embate entre ele e o tenente-coronel. Neto insiste em entrar no banheiro, tomar banho e circular pelo apartamento onde Gisele estava — exatamente o tipo de conduta que acendeu o alerta dos investigadores e enfraqueceu a versão de suicídio sustentada por ele. Veja os detalhes obtidos na gravação no #g1 #gisele #tenente #sãopaulo

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balbinus
balbinus@ericbalbinus·
@filhodoelvis O ADM ariano justificando porque não curte a MJ paradinha:
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Filho do Elvis
Filho do Elvis@filhodoelvis·
A MJ que queríamos/ a MJ que temos
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balbinus
balbinus@ericbalbinus·
@QGdoPOP O Rico vai terminar igual aquela personagem do Doctor Who, Lady Cassandra. Tempos distópicos
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QG do POP
QG do POP@QGdoPOP·
Rico afirma que fará cirurg1a para reduzir a altura de 1,90m para 1,86m: "Eu realmente quero diminuir minha altura. Eu não gosto, eu quero ser mais baixo. Eu consigo diminuir até 4 centímetros. Ainda esse ano eu vou fazer.
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Enzo Castelli
Enzo Castelli@enzocastelli0·
@Vinhatico_ Ele sem filtro é bem feio e esse óculos grau fundo de garrafa gente????
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WOR$T BOY IN BAHIA
WOR$T BOY IN BAHIA@Vinhatico_·
Gente encontrei o Pipo, ele é um fofo
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