Raquel

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@estelac463

Katılım Aralık 2023
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Raquel
Raquel@estelac463·
Comparar Ana Campagnolo a Joice Hasselmann é ignorar trajetórias opostas. Uma representa consistência conservadora enraizada; a outra, ascensão meteórica seguida de ruptura e declínio. Equiparar as duas não é análise, é simplificação preguiçosa! 🧠💤
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Raquel
Raquel@estelac463·
Meu tweet de hoje é: quem semeia vento, colhe tempestade. Entendedores, entenderão!
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Raquel
Raquel@estelac463·
@reportersalles Inacreditável. Esse é o dono do puxadinho da “direita”. A gente pensa que já bateu no fundo… e ele aparece com a pá! 😮‍💨
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Fernanda Salles
Fernanda Salles@reportersalles·
Valdemar diz que, ao obedecer às imposições de Moraes, Bolsonaro foi responsável por fortalecer o poder do ministro. t.co/O39bTqZdaO
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Raquel
Raquel@estelac463·
A liberdade de expressão só tem valor real quando resiste ao desconforto. Defender apenas as opiniões que coincidem com as nossas não é defender liberdade; é defender preferência. O princípio se torna legítimo justamente quando protege aquilo que não gostamos de ouvir, aquilo que desafia nossas certezas ou que nos obriga a repensar nossas convicções. Que texto maravilhoso, Cecília! 🙏🏼
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Cecilia 🎶
Cecilia 🎶@ceciliagouvea_·
A verdadeira liberdade de expressão não é concessão de simpatia ou aprovação; é o direito inviolável do outro de manifestar pensamentos, mesmo quando eles nos desagradam, ofendem ou nos desafiam. Ela não se limita àquilo que consideramos aceitável ou moralmente correto, pois então não seria liberdade, e sim privilégio do consenso. O erro mais comum na sociedade é confundir liberdade com permissividade seletiva: só permito o que concordo, só tolero o que não ameaça meu conforto. Mas a liberdade genuína exige coragem; coragem de ouvir o que nos incomoda, de enfrentar o pensamento que repele nossas paixões e, sobretudo, de resistir ao impulso de calar o outro sob o pretexto de justiça ou coerência moral. A liberdade do outro, mesmo quando nos irrita, é o parâmetro da nossa própria liberdade. Quem decide calar o que nos desagrada, ainda que por razões piedosas ou racionalizações nobres, demonstra que não compreendeu a essência da autonomia humana. O direito de dizer e de ser ouvido é incondicional e indivisível: não pode ser concedido a alguns e negado a outros sem destruir a própria ideia de liberdade. Assim, o ato de censurar, mesmo que motivado por valores, simpatias ou repúdio, é sempre um fracasso moral e intelectual. Ele revela menos sobre quem é censurado e mais sobre quem se sente senhor da verdade, juiz da moral e ditador da opinião alheia. Liberdade de expressão não é escolha de prazer; é responsabilidade de conviver com o mundo tal como ele é, plural, contraditório, imperfeito e reconhecer que cada voz tem direito de existir, mesmo que nos irrite profundamente. Fazer um “apelo’ para que um grupo inteiro deixe de seguir alguém já é, na prática, uma forma de censura coletiva, mesmo que “voluntária” a ordem de “ deixar de seguir’ não é liberdade: é obediência cega ao apito de cachorro que foi dado na noite passada. Façam o seguinte: nas próximas eleições chamem o Superman, Batman, Robin, Mulher-Maravilha e toda a Liga da Justiça. Só assim para impedir que alguém pense por conta própria.
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Raquel
Raquel@estelac463·
Um movimento político que nasce sustentado quase exclusivamente pela emoção coletiva, sem bases sólidas ou princípios consistentes, já carrega desde o início as sementes da própria instabilidade. Sua força inicial depende, em grande medida, da figura central que o conduz e da mobilização intensa das massas. Enquanto o entusiasmo permanece alto, esse modelo parece invencível. No entanto, quando o fervor diminui, quando surgem crises reais ou quando o carisma dessa figura perde parte do brilho, a fragilidade se revela. Esse tipo de movimento tende a se alimentar de polarização, de narrativas simplificadas e de um sentimento de urgência permanente. Com o tempo, costuma reforçar uma rejeição à dissidência e a ideia de que apenas essa figura encarna a vontade autêntica do povo. Outras formas de condução política são enfraquecidas ou deslegitimadas, e o espaço para o debate racional se reduz. O que começa como uma promessa de representação genuína do povo frequentemente termina em fracasso político. Sem raízes profundas, programáticas, estruturais ou culturais , o movimento não consegue sustentar uma ordem estável no longo prazo. Acaba, assim, devorado pela própria lógica que o criou.
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Raquel
Raquel@estelac463·
Ana, a sensata! 🧠⚖️🤍
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Raquel
Raquel@estelac463·
@Gersonfersfilho Obrigada pela contribuição seu Gerson, seria um prazer conhecer os livros do senhor! 🙏🏼
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Gerson Ferreira da S
Gerson Ferreira da S@Gersonfersfilho·
Existe uma estrutura no Brasil de falsos conservadores, que sempre e de alguma forma beneficiam a esquerda. Qualquer material legitimamente conservador é boicotado, escondido, para não gerar engajamento. Eu escrevo livros, os últimos quatro essencialmente de conteúdo conservador, e coloco frequentemente aqui na internet, nessa rede e em outras. Mas garanto que nunca ouviram falar de mim e dos meus livros 📚. Claro, que com uma pauta legitimamente conservadora a Ana seria boicotada. Não interessa ao sistema o verdadeiro conservadorismo. Aqui, o que chamam de direita é apenas uma linha auxiliar da esquerda. Parabéns Ana, determinação sempre!
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Cecilia 🎶
Cecilia 🎶@ceciliagouvea_·
@DIDIREDPILL Como vocês são perniciosos, com uma “direita” dessas, a esquerda nem precisa fazer esforço.
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Raquel
Raquel@estelac463·
@ceciliagouvea_ Sua fala é sempre marcada por coerência, firmeza e uma lucidez q inspira! 👏🏼👏🏼👏🏼
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Cecilia 🎶
Cecilia 🎶@ceciliagouvea_·
@estelac463 👏🏻👏🏻👏🏻 Como sempre, admiravelmente lúcida em suas palavras e atitudes.
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Júlia Zanatta
Júlia Zanatta@apropriajulia·
Ao contrário do que muitos acreditam, os votos da direita não estão garantidos. Existe um contingente enorme de eleitores desiludidos, que perderam a esperança e já não veem sentido em sair de casa para votar. Para essas pessoas a eleição deixou de ser uma ferramenta de mudança e passou a ser apenas mais do mesmo. E esse é o ponto central: eleição não se ganha apenas convencendo. Se ganha mobilizando. Os dados mostram uma tendência preocupante: a abstenção no Brasil vem crescendo ao longo dos anos. Milhões de brasileiros simplesmente não aparecem para votar. E, na prática, esse eleitor ausente costuma ser justamente o mais descrente com a política tradicional — um perfil historicamente mais próximo da direita. Ou seja: o maior adversário da direita hoje não é a esquerda. É a desmobilização. Posicionamentos fracos, discursos mornos ou a tentativa de agradar todos os lados não ampliam apoio. Pelo contrário podem desmotivar quem já estava inclinado a apoiar. Quem está desanimado não se levanta por um projeto indefinido. Se a direita passa a fazer acenos para a esquerda, surge uma pergunta inevitável: para que mudar? Sem firmeza não há engajamento. E sem engajamento não há vitória. A eleição será decidida por quem consegue tirar as pessoas de casa.
Júlia Zanatta tweet media
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Raquel
Raquel@estelac463·
@apropriajulia Exatamente! 👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼
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