Bruno Leonardo
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They’re shutting down the #1 source of truth in Brazil
DogeDesigner@cb_doge
𝕏 is the #1 source of truth in Brazil. This is the reason why Dictator Alexandre de Moraes is trying to shut it down.
English

This guy @Alexandre is an outright criminal of the worst kind, masquerading as a judge
Andrea Stroppa 🐺 Claudius Nero's Legion 🐺@andst7
SpaceX and its Starlink are entirely different legal entities from 𝕏. This is an illegal retaliation.
English

@goncalo_diass17 Errado. A culpa é enorme da parte dele sim, em que pese o elenco frágil.
Português

@JooVicenteBati1 @AnalisaCRVG O entorno do estádio não permite... ruas estreitas, falta de opções de transporte público...
Português

@AnalisaCRVG Na moral, 46 mil é MUITO POUCO! Tinha q ser no MÍNIMO 60, rival nem estádio tem e tá querendo fazer um de 80 e nós q é só reformar não tão querendo botar nem 50?!!
Português

@JoaoAlmirante2 Como que vc sabe que foi por conta própria?
Português

Pior que o Payet foi escalado de meia ontem. Mas ele tomou a liberdade de por conta própria ir embolar com o DVD na ponta esquerda
Sanchez@crvgsanchez
Se for pra continuar escalando Dimitri Payet de ponta é melhor ir pra puta que pariu mesmo
Português

@EstagiarioVasco Brigar com a 777 e a mesma coisa que brigar com o Zé Colmeia, aquele lambedor de saco de americano.
Português

@AVascainos Aí contrata 3 Claytons e o dinheiro de 1 ano já foi para o ralo...
Português

NOVO PATROCÍNIO
O Vasco já estaria fechado com novo patrocinador Master. A empresa ainda está mantida a sete chaves, mas seria uma Bet. O contrato gira em torno de 45 milhões de reais por ano. É provável que já esteja na camisa na estreia do Brasileiro.
Há também uma negociação com outro patrocínio com uma empresa do ramo automobilismo.

Português

Embora o Nova Iguaçu seja o mandante do jogo de domingo contra o Vasco, o time da baixada não pagou os custos de despesa da operação do duelo sozinho. Segundo apuramos com o Nova Iguaçu, o Cruzmaltino ajudou o rival a pagar.
Em contato com pessoas ligadas ao Vasco, a resposta que obtive é que o clube não vai comentar o assunto. No lado do Nova Iguaçu a resposta foi que “estão pagando juntos e depois será lançado no borderô”.
Inclusive, a “ticketeira” que está vendendo os ingressos do duelo é do Vasco, visitante do jogo:
“📍VENDA ONLINE
• As vendas serão realizadas pelo site do Vasco/ElevenTickets (vasco.eleventickets.com).
• Início: 15/03 às 10h
• Término: 17/03 às 12h”
Foto: Marcelo Gonçalves

Português

@JoaoAlmirante2 Poucas vezes na minha vida vi alguém escrever (ou compartilhar) tanta bosta em tão poucas palavras. Parabéns! NINGUÉM fala pelos vascainos. Isso é a raiz de um clube democrático.
Português

@EstagiarioVasco No 3-5-2, ele na verdade atua como ala, não lateral. Mas não deixa de ser bizarro, pois no Vasco ele não aceitava jogar fora da sua posição...
Português

@EstagiarioVasco Com o valor que estão cobrando, pra que arquibancada extra? Tinha que ser publico ZERO.
Português

@ThiagoHoradoFlu Não é que bateu primeiro no joelho e depois na mão. Simplesmente não pegou na mão, ZERO. Ele fez o movimento de tirar a mão apenas por reflexo. 100% no joelho.
Português

@JoaoAlmirante2 Será que ele tá falando do Luciano Rodríguez?
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@lawrensexz Nem com a bunda branca a gente vai sair,pois a torcida do Vasco vai ficar de pé apoiando o tempo todo. Vamos apenas pisar no seu pó de arroz, que é exatamente o que vocês merecem.
Português

Em resposta à Nota Oficial do Vasco da Gama SAF, o Fluminense FC repudia a ação despropositada e lesiva da agremiação cruzmaltina de tentar, pela via judicial, mandar um jogo no Maracanã, mesmo diante da inviabilidade de se organizar o estádio, com segurança e cuidados necessários, em um intervalo de menos de 12 horas, na madrugada, entre o fechamento e abertura dos portões das partidas das duas equipes.
A falta de segurança, aliás, foi o que motivou o Ministerio Público do Rio de Janeiro a requerer e o Poder Judiciário a determinar a interdição do Estádio de São Januário para a realização de partidas com a presença de público, risco que a administração do Maracanã não pode correr por mero capricho do Vasco.
Ao contrário do que o clube rival faz parecer, há outros estádios no Estado - e mesmo no Município - do Rio de Janeiro em melhores condições de sediar a partida de domingo, seja sob o aspecto técnico ou de segurança.
São evidentes, ainda, os impactos negativos que o uso intensivo do gramado traria a Fluminense e Flamengo, que disputam, neste momento, partidas importantíssimas em competições de mata-mata. Desprezar os prejuízos desportivos a serem suportados pelos dois clubes responsáveis pela gestão do Maracanã em benefício exclusivo dos interesses comerciais de uma única agremiação é, em tudo, uma atitude que não deveria ter lugar na relação entre entidades co-irmãs.
Fechar os olhos para os prejuízos causados aos outros clubes e ao gramado do Maracanã – que ultrapassam o aspecto financeiro, gerando o risco concreto de sanções desportivas graves - não é compatível com a ideia de uma postura verdadeiramente profissional e empática.
O Maracanã é um bem público sob permissão de uso de dois clubes, que são responsáveis pelo equipamento e sua manutenção, e que pode e deve estar à disposição dos demais, desde que haja disponibilidade de calendário e viabilidade técnica, o que inclui seguir criteriosamente as recomendações dos agrônomos responsáveis pelo tratamento do gramado.
Tanto agora quanto em suas empreitadas anteriores na justiça comum, o Vasco foi incapaz de produzir um único documento técnico capaz de demonstrar que a pretendida realização da partida no Maracanã não causa danos ao gramado. Por outro lado, contrastando com a retórica inflamada adotada pelo Vasco em seus posicionamentos oficiais e manifestações em âmbito judicial, a administração do Maracanã busca debater a questão em termos estritamente técnicos, tendo apresentado elementos que comprovam inquestionavelmente os potenciais prejuízos ao gramado do estádio.
A essa altura dos acontecimentos, torna-se mais do que evidente que o estratagema adotado pelo Vasco para alcançar seus interesses passa por reiteradas tentativas de constranger os órgãos e instituições que, por dever funcional, se manifestaram sobre a controvérsia, incluindo o Governo do Estado, o Ministério Público e até mesmo o Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro.
O interesse público não pode estar à mercê dos interesses comerciais de um único clube ou de seus dirigentes.

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