A Leandra Leal foi GIGANTE quando deu essa canetada no Alta Horas.
💬"Como é que a gente deixou o Bolsonaro ser eleito presidente? Como? Ele já falava sobre preconceito, ele já destilava seu ódio, ele já falava sobre homofobia, ele já espalhava fake news. Não foi uma escolha difícil".
@julio_stuqui@SuperluizSouza@JFreiress_ + Lula se elegeu em 2002 antes de qualquer acusação de corrupção. Era ídolo por ter origem humilde e ter feito um governo de boa aprovação. Já Bolsonaro se tornou ídolo depois de homenagear torturadores e falar em homossexuais mortos. Isso é que não dá pra entender.
@julio_stuqui@SuperluizSouza@JFreiress_ Não vejo motivos para achar que "só Bolsonaro". Aécio chegou perto em 2014, por exemplo. Marina Silva chegou a liderar as pesquisas (antes de se alinhar de novo a Lula) Havia Ciro Gomes também. A partir de 2016, Bolsonaro já despontava como ídolo. Quando a Lula (segue +)
@julio_stuqui@SuperluizSouza@JFreiress_ Se a gente estiver falando de quem votou em Bolsonaro por falta de opção, eu entendo. Não entendo por que virou ídolo. Além disso, infelizmente Lula era o único que tirava Bolsonaro em 2022. Mas Bolsonaro não era o único que tirava (em 2018) Haddad.
@euler_ba@SuperluizSouza@JFreiress_ Mas foi exatamente isso que aconteceu ao contrário, elegeram o lula pra tirar o Bolsonaro... Vcs são iguais mesmo qi
@DaniloGentili Há dois conceitos de "monarquia": governo de um só (antigo) e chefe de estado investido por hereditariedade (moderno). Da mesma maneira, há dois conceitos de "república": coisa pública (antigo) e chefe de estado eleito (modeno). Ambas erraram.
Era uma situação curiosa, a do Rivellino. Ali, anos 70, geração do Pelé com o sol às costas, o Bigode tava no bololô dos jogadores mais influentes do mundo - ídolo maior de infância de um tal Diego Maradona, por exemplo. Era primeira prateleira. Porém, no dia a dia, vivia um pequeno inferno em preto e branco: era o astro de um time quase sem ajudantes. O Corinthians não só acumulava duas décadas de jejum: o rival, Palmeiras, entrava em 1974 como bicampeão nacional. Se você soltasse Ademir da Guia e Rivellino em um shopping em Praga, ou em Estocolmo, o segundo seria o único assediado. No jornal paulista, porém, era o "Divino" quem saía nas melhores fotos.
Pois Rivellino, nesse contraste considerável, camisa 11 do tri, nome certo na campanha do tetra programado para Munique, 1974, vestiu a 10, dessa vez. E a 10 não era só a camisa do Pelé, era também indicação tática,e este lhe foi ponto sensível. 31 de março de 1974, preparação pra Copa, México recebido no maracanã. O Brasil entra em campo. Rivellino veste a 11. Ademir da Guia é o 10. Zagallo, o técnico, acena, no começo dos preparativos finais, para a tentativa de repetir o que fez na Copa anterior: acomodar os melhores, privilegiar o craque, e a parte tática dá-se um jeito. Era o 7º jogo do palmeirense na Seleção. Rivellino fazia o seu 64º.
Jogador é bicho brabo. Desde os 12, 13 anos, aprende que futebol é um esporte coletivo, jogar em equipe é um barato, mas, ao mesmo tempo, você compete contra adversários, companheiros e reservas. Moedor de cabeças que te força a ser mais egoísta do que deveria, ou então é engolido por alguém com esse perfil. O caso de Rivellino em 74 exemplifica bem o cenário entre jogadores de Copa: escalado como ponta, para que Ademir fosse o meia, simplesmente não aceitou. Já tinha aceitado jogar fora de sua posição na Copa anterior - o 10 era Pelé. No duelo contra o México, passou 90 minutos invadindo o espaço do camisa 10, desobedecendo o desenho de Zagallo. Meio que sabotando o rolê.
"Cuidado seu Zagalo / O Garoto do Parque está muito nervoso / E esse meio campo fica perigoso", cantava Luiz Américo na música "Camisa 10" (laiá, laiá, laiá...)
"Na ponta, não recebo bola", disse Rivellino, meio cara de pau; "Foi a vontade de acertar o time que nos prejudicou", disse Ademir, educado. "Eu até jogaria na ponta, mas todo mundo sabe que agora é mais difícil que em 1970", rebate Rivellino; "Se eu ficar no banco já estarei contente, apesar de querer ser titular", emendou Ademir. Nos microfones, foi assim. Fora deles, não temos as aspas, mas temos as linhas de apuração que ficam. Rivellino, com o bigode fumegante, líder do elenco, possesso, deixou muito claro a Zagallo a insatisfação em ceder mais uma vez. Ademir da Guia, de perfil mais brando e sem voz forte na Seleção, não tinha estilo para mudar de lugar.
Alguns dias depois, ainda na bateria de amistosos, em abril, Zagallo colocou Rivellino com a 10, de meia, carimbador de tudo que é criativo no time do tetra, e Ademir, na inscrição pro Mundial, assinou na linha do 18; vestiria a camisa 18 e receberia uma sentença: passar a vida tendo que responder se acha que deveria ter jogado aquela Copa. Não jogou. Jairzinho, ponta-direita de 70 em um time sem ponta-esquerda de fato pra caber Rivellino, foi um centroavante naquele Mundial no qual o Brasil acabou de fora após cenas feias em Dortmund, perda total de linha, jogo violento do cão contra a Holanda, Cruyff e tal. Uma bosta.
Rivellino e Ademir da Guia se encontraram na decisão estadual daquele ano. Deu Palmeiras, e o Corinthians, esgotado de esperar uma taça, se desfez de sua estrela maior. Rivellino foi para o Fluminense, depois Arábia, jogou poucos minutos da Copa de 1978 e ficou, para efeitos históricos, vinculado à camisa 11, não a 10, de nossa seleção. A camisa vencedora de um gênio que topou se acomodar em qualquer lugar ao redor de Pelé, mas fez questão de mostrar, na Copa seguinte, que o futebol, esporte inviável para individualistas, é um pouquinho individual também.
@SuperluizSouza@JFreiress_ Eleger alguém contra a esquerda, eu entendo. Eleger alguém tosco daquele jeito e ainda virar ídolo, aí que é complicado. Veja que vc mesmo não colocou quase nenhum argumento a favor do cara. O que o brasileiro queria ouvir? Tortura? Desprezo? Ignorância?
Ele falava o que o brasileiro queria ouvir. E que as esquerdas até hoje coloca a peneira em cima. O seu auge foi a crítica às inversão de valores que a esquerda propaga. Lembra da "lógica do assalto", que Márcia Tiburi propagou? O "Odeio a classe média", da Marilena Chauí? A esquerda sempre fez tudo para afrontar a classe honesta brasileira, inclusive tornando o termo "cidadão de bem" algo pejorativo, como se o certo fosse ser bandido.
@centralreality Por que a direita tem esse negocio de "valorização da familia"? Todo mundo ja não valoriza? Por que isso virou pauta politica e a direita grita isso como se a familia fosse criação sua?
Ex-BBB Matteus Amaral revela que admira Nikolas Ferreira na política: "É um cara que valoriza a família, mete bronca pra defender o que ele acredita, é um cara novo que não tem medo de se impor..."
Nos últimos 5 anos, o Uzbequistão cresceu a uma taxa média anual de 7%, consolidando-se como foco econômico e maior mercado na Ásia Central. É uma das economias que mais crescem no mundo, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI).
Na segunda etapa do roteiro pela Ásia Central, o Ministro Mauro Vieira iniciou sua agenda em Tashkent com reunião com o Ministro do Investimento, Indústria e Comércio do Uzbequistão, Laziz Kudratov.
🇧🇷 CENTRAL: O pessoal subestima muito o Lula, o maior líder político (você querendo ou não) do Brasil no século.
Não acho viável ele indicar outro candidato nesse momento. Nunca que ele abriria mão para outro nome, sendo que ele pode concorrer e tem grandes chances.
O cara ganhou a eleição presidencial em cinco oportunidades e ainda acham que ele tá morto. Pelo contrário, o cara sabe jogar o jogo e a direita vai ter que ralar para vencer.
@_subinoonibus_@LeoYenso@fpcoliveira Também dou mais valor à geração de Zico. Muito mais do que à geração 1994-2002. Ganhar não é tudo. Mas o fato é que eles não ganharam.
@euler_ba@LeoYenso@fpcoliveira Ganhar as olimpiada ou ser a melhor selecao da historia? 82/86 mesmo sem ganhar é lembrada pelo mundo todo e desencadeou o jeito de jogar que iria brindar o mundo anos depois atraves do barcelona de pepe
Incomparavel.
Geracao neymidia foi a pior da historia por muito
Vocês que tudo sabem talvez consigam me tirar uma dúvida genuína: existe, na história do futebol brasileiro, uma geração que conquistou menos do que essa geração atual de Casemiro e cia. pela seleção?
@LeoYenso@fpcoliveira A geração atual ganhou ouro em duas olimpíadas. Sou fã de Zico, Sócrates e Falcão, mas o máximo que eles conseguiram foi o Torneio Bicentenário nos EUA. Pior que isso, só a geração do Leônidas da Silva, que não levou nada, só o 3⁰ lugar em 1938.
@fpcoliveira Antes era a geral 78-86 com 3 copas do mundo e 2 copas Américas e 0 títulos
Mas essa vai superar legal 6 copas Américas, 4 copas do mundo e provavelmente só 1 título de copa América conquistado e uma final perdida dentro do Maracanã pra Argentina
@Lucinei97415918@macario_azevedo Não entendi, como assim "mentira"? Você acha que os produtores só investiam em quem tinham certeza de que daria certo?
@macario_azevedo Eles fizeram sucesso no sudeste porque eram muito bons E convenceram os produtores da época. Desde o Luiz Gonzaga que a MENTIRA dos produtores -- investir em dez para dois vingarem -- é contada.
@julialucydf Decisão correta. Muita gente alugava apartamentos pelo Airbnb e usava para roubar outros. Essa decisão na verdade preserva a propriedade privada. Cada condomínio decide se pode ou não, isso é uma decisão de todos os moradores que são proprietários também.
Não existe propriedade privada no Brasil. Os donos de imóveis precisam pagar IPTU para não o perderem e agora não poderão decidir se farão renda por meio deles. Tudo é decidido com base no coletivismo e na supervisão absoluta do Estado. Que inferno de país!