
Enquanto muitos buscavam demanda, eu escolhi criar mercados.
Há mais de 15 anos, a educação médica continuada praticamente não existia no Brasil da forma como conhecemos hoje. O modelo estava concentrado na graduação e na residência, sem um ecossistema estruturado de atualização profissional recorrente, escalável e acessível.
Foi nesse cenário que comecei a enxergar a tecnologia como instrumento de transformação da educação médica.
Muito antes da explosão dos infoprodutos, do ensino digital e das plataformas de recorrência, eu já acreditava que o conhecimento poderia romper barreiras físicas e alcançar milhares de profissionais simultaneamente.
Não se tratava apenas de digitalizar aulas.
Se tratava de construir uma nova lógica para a educação continuada no Brasil.
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