Fabrizio Barbieri

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Fabrizio Barbieri

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@fbarbieri05

Rubro-negro, conservador e sem mimimi ...

Katılım Eylül 2017
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Maxi Boeing
Maxi Boeing@Maxi_Boeing·
@ClaudioM_Freixo Maiores kkk BH é a maior rede de capital privado do Brasil. Faturou 25 bilhões em 2025, aí não tem nada que chega perto disso e boa sorte em Achar um que aceite fazer todo trâmite e aceitar o prejuízo que o Pedrinho aceitou pra essa piranha
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Maxi Boeing
Maxi Boeing@Maxi_Boeing·
🚨NÃO MAIS! Pedro Lourenço ordenou retirado dos Supermercados BH dos produtos do empresário Leonardo Jardim e cancelamento do contrato e novas importações! Decisão após ser informado que o português usou o casamento do seu sobrinho pra fingir que vinha ao Brasil sem compromisso.
Maxi Boeing tweet media
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LucasBeneett
LucasBeneett@BeneettLucas·
Podem falar o que quizer, zuar o que quizer mas NENHUM clube no Brasil tem um presidente igual o Cruzeiro. Pedrinho é MUITO diferente. BAITA entrevista do Gerson, um MONSTRO como jogador e uma BAITA ser humano...
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Fabrizio Barbieri
Fabrizio Barbieri@fbarbieri05·
@XamuelVenancio Cruzeiro compromete 50% da receita anual e devendo quase 1,5 bilhão. Flamengo compromete cerca de 10% da receita.
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XAMUEL VENÂNCIO™ 🎵
XAMUEL VENÂNCIO™ 🎵@XamuelVenancio·
Pagar $30M no Gerson (28 anos): loucura Pagar $40M no Paquetá (28 anos): grande contratação Essa é a mídia do eixo.
XAMUEL VENÂNCIO™ 🎵 tweet mediaXAMUEL VENÂNCIO™ 🎵 tweet media
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Paparazzo Rubro-Negro
Paparazzo Rubro-Negro@PapaRubroNegro·
Caiu bem demais o Manto manga longa no Lucas Paquetá, hein, Nação? O que acharam? 📸 Divulgação | West Ham Imagem editada por IA
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Fabrizio Barbieri
Fabrizio Barbieri@fbarbieri05·
@andre_paraizo @Flamengo A janela começou dia 5 e fecha dia 3/3 de março, a única coisa ridícula é a tua opinião. Flamengo tirou um zagueiro que o Cruzeiro queria, tu não é flamengo
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André Paraizo
André Paraizo@andre_paraizo·
@Flamengo Flamengo ta sendo ridicularizado nessa janela, ate o cruzeiro conseguiu trazer o gerson e negociar com o zênite, Boto deve estar preocupado com qts espinhos teria um bacalhau, mto fraco, bap com 1 bi nao traz ning, fica brincando de quem tem mais com o padrinho, q n̈ vai vender.
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Flamengo
Flamengo@Flamengo·
"A vida é curta demais pra ficar pensando... Se eu quero e você quer, por que perder mais tempo?" 🎶
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Fabrizio Barbieri
Fabrizio Barbieri@fbarbieri05·
@marcelohallais @IsleyBM Abandonar? Viu quantas atletas de vôlei foram convocadas para a seleção sub 20 de vôlei? 6. É líder do NBB, tem a ginástica, natação com diversas promessas, etc O importante é criticar, se informar sobre o assunto é opcional.
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Marcelo Hallais
Marcelo Hallais@marcelohallais·
Impacto social é feito desenvolvendo modalidades, desenvolvendo base e não patrocinando atletas olimpicos prontos. O debate deveria ser, do pq atletas olimpicos no Brasil, tem dificuldade de conseguir patrocinio? Cade as empresas? Quando foi a última competição transmitidas na TV dessas modalidades, para dar visibilidade ao atleta e consequentemente atrair patrocinadores?
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Isley
Isley@Isleycrf·
Falta lembrar que o flamengo é uma instituição sem fins lucrativos. O impacto social deveria contar também e não só a suposta exposição da marca e patrocínios
Marcelo Hallais@marcelohallais

O Flamengo não abandona o Esporte. O Esporte é que insiste em abandonar a realidade. Eu sou daqueles que quando me perguntam qual esporte eu gosto, a resposta vem automática: o esporte que o Flamengo estiver disputando. Pode ser futebol, basquete, vôlei, judô ou até cuspe à distância. Porque no fundo não é só sobre a modalidade. É sobre pertencimento. Quando veio o anúncio do fim do patrocínio a algumas modalidades olímpicas nesta semana, o impacto foi imediato. O sentimento inicial foi de revolta, quase instintivo: “Porra, que absurdo!”. É humano. É rubro-negro. É o orgulho de quem sabe que o Flamengo é, disparado, o maior clube poliesportivo do Brasil. Mas paixão não pode anular análise. E é aí que o debate precisa sair do raso. O Flamengo forma atletas olímpicos como nenhum outro clube de camisa no país. Forma, desenvolve, sustenta base… e isso é fato, não opinião. O que foi encerrado agora não é formação. É patrocínio. É investimento em atletas e modalidades nas quais o Flamengo não atua como desenvolvedor, mas apenas como apoiador institucional, em troca de visibilidade. E aqui mora o grande problema! Esses esportes, infelizmente, têm zero visibilidade no Brasil. E quando têm alguma, ela quase nunca vem acompanhada do devido crédito a quem investe. As transmissões são raras. As mesas-redondas ignoram. As matérias exaltam medalhas, mas escondem quem apoia e investe. Quando o atleta vence, o mérito vira da federação, da confederação, do “sistema”. O nome do Flamengo? Some. Aí, quando o clube toma uma decisão racional, profissional, coerente com o modelo de gestão que o tirou da insolvência e o colocou entre os mais sólidos das Américas, a gritaria começa. “Mas o Flamengo é bilionário!” “Como assim não pode patrocinar um atleta olímpico?” Pode. Mas não é obrigado. E se hoje pode escolher, é exatamente porque aprendeu a dizer não. Se um patrocinador sai por falta de retorno, o correto não é simplesmente criticado, o correto é entender “por que saiu?”, mas “por que não houve retorno?”. Onde está a visibilidade? Onde estão as transmissões? Onde está a mesma imprensa milionária para transmitir, divulgar, fomentar essas competições? Por que o clube, só por ser rico, é moralmente obrigado a investir sem retorno, enquanto veículos bilionários não têm obrigação alguma de mostrar esses esportes e divulgar que apoia? É mais fácil bater em quem aparece do que enfrentar estruturas arcaicas, intocáveis há décadas. É mais confortável transformar gestão em vilania do que discutir por que quase ninguém investe em esporte olímpico no Brasil. E que fique claro: como rubro-negro e amante do esporte, eu quero que o Flamengo esteja em tudo. Quero basquete em uma cidade, vôlei em outra, handebol em outra… quero o Flamengo espalhando esporte pelo Brasil, dialogando com os 80% da Nação que estão fora do Rio. Mas isso não depende só do clube. Cadê as federações? Cadê as confederações? Cadê o governo? Cadê a mídia? Ou eles só aparecem quando é para criticar o Flamengo? O clube não deu um passo atrás por covardia. Deu um passo atrás por lucidez, para continuar avançando depois. Porque responsabilidade financeira também é compromisso com o esporte, talvez o mais difícil de explicar para quem nunca precisou administrar nada. No fim das contas, o Flamengo não virou as costas para o esporte olímpico. Apenas se recusou a continuar sendo o único adulto numa sala cheia de omissos.

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Fabrizio Barbieri
Fabrizio Barbieri@fbarbieri05·
@flascott10 Então paga o equivalente aos que patrocinadores pagam e o Flamengo tira tudo
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Ortiz
Ortiz@flascott10·
eu não aguento mais ver o nosso manto parecendo um abadá de carnaval. alguém precisa comprar todo o espaço do manto .
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Paparazzo Rubro-Negro
Paparazzo Rubro-Negro@PapaRubroNegro·
Pq vc acha que meus vídeos tem views menores que quem tem menos seguidores que eu no YouTube? Pq eu não minto nas capas. Tenho 218 milhões de views em 30 dias no insta pq lá nem se usa capa! Então ninguém consegue roubar! Veja aí. Uso chamadas fortes e capas que tem exatamente o que falo no vídeo! Análise sinceramente as minhas capas ⬇️
Paparazzo Rubro-Negro tweet mediaPaparazzo Rubro-Negro tweet media
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JULIO MIGUEL NETO
JULIO MIGUEL NETO@JulioMiguelNeto·
Isso aqui é absurdo, vagabundagem, e sim, queima a classe! NAO RESPEITA A TORCIDA, NÃO RESPEITA A INSTITUIÇÃO E NEM OS VITIMADOS! TRISTE..
JULIO MIGUEL NETO tweet media
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Paparazzo Rubro-Negro
Paparazzo Rubro-Negro@PapaRubroNegro·
Lamentável mesmo! Pior que hoje fez capa dizendo que “O HOMEM VAI PRO JOGO”, com o Pedro enorme na imagem! Cara, não podemos nos calar! Isso vai contra todos nós. Eu, vc, @flazoeiro_ , @ColunadoFla , todos sendo atacados por algo absurdo. Sou a favor de vocês fazer uma capa que gere curiosidade, mas enganar o torcedor desta forma e fazer parecer que o Ônibus do Flamengo que capotou é absurdo! É colocar o dinheiro e o engajamento acima da ética. A @acerjrio deveria se posicionar. Isso é uma vergonha para o jornalismo.
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Marcelo Hallais
Marcelo Hallais@marcelohallais·
“Mixto, visitante e brasileiro: a hipocrisia da paixão seletiva” Fala-se muito em igualdade, em Liga, em bem do futebol brasileiro. Os dirigentes gostam das palavras certas: gestão, modernização, fair play. É um vocabulário bonito, cheio de promessas, mas vazio de prática. Porque no fundo, o que se vê nas arquibancdas do país é o oposto do que esses discursos pregam: o torcedor visitante continua tratado como intruso, e o torcedor “mixto”, aquele que, no Norte e Nordeste, escolheu torcer por um clube de fora da sua cidade, continua visto como traidor. No fundo, a tal “unificação do futebol brasileiro” é uma ficção que acaba no portão do estádio. Em Fortaleza, o Flamengo foi vítima mais uma vez desse sistema travestido de ordem. Durante o jogo no Castelão, torcedores rubro-negros foram retirados do setor mandante, mesmo sem provocação, apenas por carregarem o “pecado” de torcer diferente. Nenhum ato de violência, apenas o crime simbólico de amar outro escudo. E se o amor já fosse suficiente para justificar a segregação, veio o castigo financeiro: o ingresso do setor visitante custava R$ 250, enquanto o do torcedor local saía por R$ 60. Um verdadeiro pedágio emocional. E é justamente por isso que muitos flamenguistas, moradores da própria cidade, acabam comprando ingresso em outros setores: não é desobediência, é sobrevivência financeira. Entre pagar quatro vezes mais caro ou assistir ao jogo de forma discreta entre os locais, a escolha é óbvia. Mas o sistema prefere punir o torcedor do que reconhecer o abuso. O Fortaleza, que adora se dizer moderno e bem administrado, chegou a ser investigado por prática de preço abusivo, mas a indignação maior ficou com a cena de torcedores sendo escoltados por seguranças simplesmente por torcerem de vermelho e preto. E não é exclusividade do Ceará. Em Pernambuco, o governo estadual instituiu a política de torcida única nos clássicos, e o Sport Recife já chegou a realocar torcedores de setores inteiros por “questão de segurança”, sempre em prejuízo dos visitantes. Em 2025, o Ceará publicou um alerta pedindo para que flamenguistas não comprassem ingressos em certos setores do estádio, e prometeu retirá-los caso fossem identificados. Tudo em nome da “ordem”. Uma ordem que separa, segrega e encarece. Uma ordem que decide quem pode e quem não pode torcer. A desculpa é sempre a mesma: segurança. Mas o que há de seguro em transformar o estádio num campo de exclusão? O que há de justo em punir o torcedor que quer apenas ver seu time? Em nome dessa “segurança”, o torcedor visitante paga mais caro, vê o jogo pior e é tratado com desconfiança, e em alguns estados, com truculência. Em Minas Gerais, por exemplo, a polícia trata o visitante como se fosse um criminoso: barreiras excessivas, revistas agressivas, bloqueios de acesso e até uso de spray de pimenta contra quem só queria entrar para torcer. Em São Paulo, no Allianz Parque, o torcedor enfrenta outro tipo de humilhação: telas colocadas na frente do setor visitante, que distorcem a visão do campo e lembram mais uma jaula do que um espaço de arquibancada. É o retrato exato da contradição do futebol brasileiro, o mesmo que fala em “profissionalismo” e “modernização”, mas ainda trata parte do seu público como ameaça. E quando o torcedor tenta apenas existir no meio da torcida local, é hostilizado, como se seu amor fosse uma provocação. “Imagina você ter uma única chance de ver seu time jogar, comprar o ingresso, ficar quieto, não incomodar ninguém, e ainda assim alguém achar que tem o direito de te agredir porque não gostou do time que você ama. Isso não é paixão, é doença.” E há ainda o preconceito regional, a velha ferida do “mixto”. No Norte e Nordeste, quem torce para clubes do Sudeste é frequentemente taxado de traidor, de alienado, de “misturado”. O termo, usado de forma pejorativa, revela uma mentalidade que ignora a pluralidade do futebol brasileiro. O que há de errado em torcer por quem se ama? Que mal existe em alguém de Fortaleza ser Flamengo, de São Luís ser Vasco, de Belém ser Fluminense? A grandeza do futebol nacional está justamente nessa mistura: o garoto do sertão que vibra com o Mengão, o trabalhador do interior que economiza meses para ver o Maracanã de perto. E ainda assim, esse amor é tratado como inferior. Enquanto os clubes falam em Liga, em distribuição de cotas e governança, a realidade do torcedor segue sendo desigual e excludente. Querem dividir o dinheiro da televisão, mas não querem dividir o estádio. Querem lucrar com o produto “futebol”, mas negam a essência do futebol: a convivência entre opostos. Querem globalizar a marca, mas não toleram o vermelho e preto duas fileiras ao lado. E o Flamengo, como sempre, é o espelho de tudo isso. É o clube que mais atrai público, que mais movimenta economia, que mais leva torcedores por todo o país, e por isso mesmo, é o que mais sente na pele o peso dessas incoerências. Ser Flamengo fora de casa virou um ato de resistência: pagar mais caro, ver menos, ser vigiado, ser revistado, e ainda assim cantar mais alto. A verdadeira Liga, aquela que poderia mudar o futebol brasileiro, não se constrói em planilhas ou acordos televisivos. Ela nasce da arquibancada, da aceitação do outro, do respeito ao torcedor que vem de longe. Começa quando o visitante paga o mesmo preço, tem o mesmo direito e é tratado com a mesma dignidade. O crescimento do futebol não virá da divisão das cotas, mas da divisão do respeito. E enquanto os dirigentes continuarem discutindo cifras e ignorando pessoas, o Flamengo continuará fazendo o que sempre fez: transformando cada estádio em território rubro-negro. Porque a Nação não precisa de autorização para existir.
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Planeta do Flamengo 🌎
Planeta do Flamengo 🌎@fla_infos·
Arthur recusou o Flamengo para voltar ao Grêmio O volante Arthur recusou duas propostas do Flamengo antes de decidir retornar ao Grêmio. O jogador acertou seu retorno ao clube gaúcho, onde receberá um salário similar ao que era pago a Luis Suárez. 🗞️ @EsportesGZH 📸 Reprodução
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Fabrizio Barbieri
Fabrizio Barbieri@fbarbieri05·
@Vessoni Só perderam por causa do pênalti. Jogaram muito, mereciam a vitória. Enquanto continuarem com esse pensamento de que a culpa é dos outros, irão seguir fazendo vexame.
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Fabrizio Barbieri
Fabrizio Barbieri@fbarbieri05·
@_pedroramiro Flamengo só ganhou por causa desse pênalti, né? Vai te preocupar com a atuação patética do gambá
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Pedro Ramiro
Pedro Ramiro@_pedroramiro·
Isso não foi pênalti nunca. O Arrascaeta teve um delay absurdo e valoriza demais quando cai, cambalhota e tudo mais. O árbitro interpreta o lance pelo replay em câmera lente e marca pênalti. Vergonhoso.
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Fabrizio Barbieri
Fabrizio Barbieri@fbarbieri05·
@PapaRubroNegro Muito legal! Quem te conhece, sabe da tua dedicação, teu esforço, teu trabalho, sem falar nos problemas de saúde que superasse para chegar até aí. Parabéns e mais sucesso!
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Futebol Nostálgico!
Futebol Nostálgico!@futnostalgico·
Zico na Copa de 1982. 😍🇧🇷
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