
Top 3 Kylie songs? For me it’s impossibly hard but I might go with: 1. Love at First Sight 2. Fever 3. Especially for you
fbuzzo
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@fbuzzo
Um cara em busca de um lugar ao sol... mesmo em dias de chuva.

Top 3 Kylie songs? For me it’s impossibly hard but I might go with: 1. Love at First Sight 2. Fever 3. Especially for you



1/ Por quase 40 dias, Brasília, SP, Buenos Aires e Lisboa foram palco de negociações intensas. No centro: Paulinho da Força — ou, como é chamado nos bastidores sindicais, “Paulinho da Farsa”. O objetivo? Costurar o texto final do PL da Dosimetria. 2/ O projeto foi aprovado na madrugada de 10 de dezembro e abre caminho para reduzir penas dos golpistas de 8 de janeiro. No caso de Bolsonaro, a pena em regime fechado pode cair de 6 anos e 4 meses para 3 anos e 1 mês. 3/ Quem participou diretamente da articulação? Michel Temer. Procurado por Paulinho, o ex-presidente atuou como “aplainador” entre o deputado e o ministro Alexandre de Moraes. 4/ Temer também abriu portas para conversas com Gilmar Mendes e, depois, Dias Toffoli. Os três ministros deram o mesmo recado: “Sem parecer anistia. Não pode ter anistia.” 5/ Quatro ministros não participaram das conversas: Fachin, Dino, Zanin e Carmem Lúcia. Kassio Nunes pode ter atuado indiretamente; Mendonça e Fux foram considerados “não-problemas”. 6/ A chave da negociação: retirar o crime de “abolição do Estado Democrático” — responsável por mais de 7 anos da pena de Bolsonaro. Sem esse trecho, a pena cai automaticamente. Assim, os ministros envolvidos podem dizer que “não recuaram”: foi a lei que mudou. 7/ Com o texto final revisado por juristas próximos ao STF, Paulinho avisou o trio de ferro do bolsonarismo: Ciro Nogueira (PP), Sóstenes Cavalcante (PL) e Antônio Rueda (União). Todos toparam votar o projeto ainda em 2025. 8/ Enquanto isso, Flávio Bolsonaro encenava sua “pré-candidatura” à presidência — uma cortina de fumaça organizada com Valdemar Costa Neto. 9/ No dia 3/12, Gilmar Mendes soltou decisão cautelar sobre o quórum de impeachment de ministros do STF. No texto, mandou um recado elegante: cabe ao Congresso legislar sobre o tema. Era o convite para o “grande acordo”. 10/ Na noite de segunda (8), Ciro Nogueira e Rueda pressionaram Davi Alcolumbre e Hugo Motta: O PL da Dosimetria precisava ser votado antes do recesso — antes que deputados voltassem às bases e mudassem de ideia sobre aliviar penas de Bolsonaro. 11/ Objetivo da cúpula bolsonarista: – Encerrar a farsa da “candidatura Flávio”; – Vender à base que “Bolsonaro está livre”; – Iniciar a campanha da oposição, de preferência com Tarcísio — ou, no plano B, Ratinho Jr. 12/ O texto agora está no Senado. Otto Alencar pediu que passe pela CCJ, mas indicou como relator Esperidião Amin (PP-SC) — hoje ultrabolsonarista. Tradução: o texto não será alterado. 13/ O Senado deve aprová-lo na semana que vem. Lula pode vetar — mas Alcolumbre já se comprometeu a derrubar o veto antes do Carnaval, garantindo outra derrota ao Executivo. 14/ E quem pensa em recorrer ao STF alegando inconstitucionalidade… esqueça. Pelo menos três ministros participaram das costuras. Outros três (Kassio, Mendonça e Fux) jamais votariam contra Bolsonaro. 15/ Resultado final? Formou-se um grande acordo nacional em torno da anistia branca de Jair Bolsonaro. Com o Congresso. Com o STF. Com tudo. Exatamente como Romero Jucá descreveu anos atrás — e com o mesmo Michel Temer na engrenagem. Por @LulaCostaPinto exclusivo no @ICLNoticias

amo o pedrosa, mas o que ele deve ganhar em um ano de show, a Claudia ganha em 1 semana no carnaval 🤷🏽


Luz de graça Passagem de ônibus de graça Bolsa família a rodo E VOCÊ 🫵🏻, otário de classe média, paga essa conta através de imposto na Shein e IOF.





¿Qué le puede salir mal al gobierno si la que piensa la política es Patricia Bullrich?