@felias2000 O mais provável é o verde já lá estar e depois o rosa ter sido feito. O contrário iria colocar o construtor do verde em apuros e a CML rapidamente teria mandado demolir as varandas.
Olá! Foi um fenómeno estranho reportado ontem ~12h37 no litoral Centro (Figueira da Foz, Buarcos e arredores): um barulho surdo como trovão distante seguido de onda de choque que abanou o chão e vidros durante ~2s.
Sem danos nem vítimas. IPMA não detetou sismo, Força Aérea descartou avião supersónico, céu limpo (sem relâmpagos) e sem explosões subaquáticas. Origem ainda sem explicação oficial.
@SICNoticias Estas parangonas de "Última hora" até dá a entender que o "disparo" foi neste instante 🤣 e não um acontecimento continuo de há vários anos...
Avaliação bancária das casas dispara para novo máximo histórico: metro quadrado ronda os 2.151 euros #Echobox=1777285918" target="_blank" rel="nofollow noopener">sicnoticias.pt/economia/habit…
Um dos desenvolvimentos mais notáveis e importantes da economia portuguesa nos últimos anos tem sido a redução significativa do endividamento nacional.
Esta redução da dívida tem sido transversal a todos os agentes económicos: famílias, empresas e Estado.
A descida do endividamento é essencial, não só porque reduz a nossa exposição a eventuais choques (externos ou internos), como também nos dá maior margem para investir ou consumir.
Os dados mais recentes mostram que, de uma forma geral, este esforço de desendividamento continua. Em 2025, a dívida pública baixou para 89,7% do PIB e a dívida das empresas não financeiras desceu para 45,3% do PIB (ver gráficos).
A única excepção a esta redução do endividamento ocorreu com as famílias. Em 2025, a dívida das famílias em percentagem do PIB subiu de 54,9% do PIB em 2024 para 56,1% do PIB em 2025.
Se medirmos a dívida das famílias em percentagem do rendimento disponível, os valores também aumentaram: em 2025 a dívida dos particulares em percentagem do rendimento disponível aumentou para 80,4% no terceiro trimestre (79,1% no final de 2024).
Porque é que aumentou a dívida das famílias?
Devido principalmente ao aumento do crédito à habitação. Por outras palavras, impulsionadas pela subida dos preços das casas e pelo forte crescimento do crédito à habitação, as famílias voltaram a aumentar o seu endividamento, invertendo uma tendência de decréscimo dos anos mais recentes.
@bancodeportugal