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nelsa
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DJSKKSKSKSKKSKDKSKSKKSKSKDJSKKSKSKKSKSKSKSKKSKSKSKKSKSKSKSKJSKSKMSKSKSKKSKZKSKSKKZKZKSKKSKXKDKXKKXK
Flamengo@Flamengo
45’ | 2ºT | 3-0- GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL PAQUETÁÁAAAAA!!! #FLAxCUS #GolDoMengão
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Não normalize.
Não normalize o New York Knicks nas finais da NBA nesse SÉCULO.
Uma franquia que foi largada as traças e parecia condenada há sei lá, seis anos atrás?
Eu sempre faço questão de lembrar o começo dessa história.
Eles queriam atrair Kevin Durant e Kyrie Irving… depois de draftar Zion Williamson para a temporada 2019/20.
Mal sabiam eles, não é mesmo?
Como todo plano acelerado demais, e como toda franquia que se sente megalomaníaca demais, a ponto de pular processos que não podem ser ignorados… os planos do Knicks deram errado ali.
Não só errado, como mexeram com o orgulho… o time da cidade perdeu para o cada vez mais interessante e bem trabalho Brooklyn Nets.
Perdeu a sorte na loteria para um time que ganhou o sorteio como o Dallas Mavericks fez com Cooper Flagg há dois anos… com 1% de chance.
Tudo mudou, na administração, um novo técnico, um novo elenco… tudo precisava começar do zero.
O trabalho foi feito.
Dos contratos expirantes de Julius Randle, Bobby Portis e outros.
Ao espaço a jovens pouco badalados como Mitchell Robinson, ou ao resgate de veteranos como Derrick Rose.
Ainda no primeiro ano da reformulação, playoffs… o que é até hoje lembrado como uma série histórica no ápice da rivalidade com Trae Young, era também muito mais sucesso do que aquele projeto embrionário sonhava alcançar.
A falha no ano seguinte em chegar aos playoffs parecia lembrar a todos que o Knicks… “Ainda era o Knicks”.
Até que eles decidiram pagar “caro” em um reserva do Dallas Mavericks que tinha brilhado em uma série de pós-temporada assumindo o papel de Luka Doncic… um movimento que TODOS julgavam.
Afinal… o Knicks ainda era o Knicks.
Desde então, eles nunca mais ficaram fora da pós-temporada, o único time a fazê-lo nesse meio tempo além do Boston Celtics no Leste.
Eles bateram na trave muitas vezes, pareciam distantes, trocaram Randle, um astro praticamente construído em New York e também um lembrete de que eles ainda eram insuficientes, por Karl-Anthony Towns.
Trocaram SEIS PICKS de 1ºR por Mikal Bridges… algumas pratas da casa em RJ Barrett e Immanuel Quickley por OG Anunoby, fizeram um bom negócio com Josh Hart.
Todos os movimentos tiveram seus céticos, suas críticas… a vaga nas finais da NBA não vai cessar esse barulho sem um título, no cruel mundo esportivo em que só um campeão conta sua própria história e tem o direito de celebrar.
Mas entre a megalomania que os ferrou por um quinto de século.
Entre o recomeço necessário, que é sempre tão duro de fazer, mesmo quando você tudo indica que é o caminho.
Entre as vitórias mais rápidas que o esperado e o quanto isso acelerou o processo.
Entre a chegada do grande símbolo da franquia desde Patrick Ewing em Jalen Brunson, um marco para esta era e independente do que acontecer daqui pra frente, já um dos maiores nomes dessa franquia na história.
Entre os ajustes, necessários, criticados, trocas, riscos corridos, recompensas esperadas.
Tudo isso guiou o New York Knicks, uma das franquias mais populares da NBA, a uma nova final, a uma nova série decisiva, a tentativa de acabar com uma maldição oriunda dos anos 70, quando a liga sequer tinha o tamanho que tem hoje.
De forma não convencional, eles concluem uma das campanhas mais dominantes que vimos de um time em uma conferência nos últimos anos.
Dizer algo MENOR do que isso é desmerecimento.
Da crise que relembrou a insuficiência no 1-2 contra o Hawks, ao nível insano que fazem a torcida mais apaixonada da NBA sonhar como não sonha há mais de 25 anos.
O drama se tornou um sucesso instantâneo de bilheteria rapidamente… como no começo dessa história.
Afinal… os Knicks sempre serão os Knicks.
Campeão da Conferência Leste em 2025/26.
Parabéns meus manos @brasilcoast2 @NYKnicksBR @RadioKnicksBR @gustavondd

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#AlwaysKnicks
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After almost seven years at this club, it’s hard to put into words what this moment means to me.
I arrived at this club when I was 18 years old. Far from home, barely speaking the language, trying to adapt to a completely new culture, new life and chasing a dream that felt so big at the time.
I didn’t know exactly what the future would hold, but I knew I wanted to give everything for this club.
We didn’t just build a team, we built a family, an identity, and something the fans could believe in again. To see this club back where it belongs is one of the proudest moments of my career.
I want to thank my family, thank everyone at the club, the staff, my teammates, and every person working behind the scenes. Most importantly, thank you to the fans. Your support, patience and love throughout these years never went unnoticed. You stayed with us through the difficult moments, and this title belongs to you as much as anyone.
This club changed my life. I will always be grateful for the privilege of wearing this shirt.
PREMIER LEAGUE CHAMPIONS 🏆




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