Fernando & Cláudia RJ - Eng. Civil/Fisiot.
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Fernando & Cláudia RJ - Eng. Civil/Fisiot.
@flem2019
Flamengo ❤🖤 Leonino 🦁 Casado e pai 💍👶🏻 Perito judicial. Adv/Eng. civil/ambiental/MS/PhD Eng. Amb. POLI/UFRJ Pós/MBA Dir/Gest. Amb. PECCA/UFPR
Rio de Janeiro, Brasil Katılım Ekim 2019
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@KarlsBjj @ZattarRafael Nem precisa ir tão longe. Aqui no RJ, por exemplo, a Baixada Fluminense tem demanda enorme por profissional acima da média e é, inclusive, onde mais faço perícias. Mercado não falta, o que falta é gente qualificada pra resolver problema de verdade. 👷🏻♂️
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@flem2019 @ZattarRafael Outra coisa é sair da zona de conforto. Vai pro Norte e Centro-Oeste onde ainda há MTA carência de profissionais. Os grandes centros já estão estagnados mesmo.
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Olha a situação desse engenheiro recém-formado que está extremamente decepcionado com a profissão e o mercado de trabalho.
''Colegas entrando ganhando na casa de 2 mil reais.''
Passou 6 anos da vida comprometendo a renda dos pais estudando pra nada.
Qual a dica pra ele? O estudo não valeu a pena?

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@ZattarRafael Dica prática pra quem tá começando na área:
Escolha área com demanda real (perícia, patologias, obras)
Se aproxime de quem já ganha bem (networking)
Aprenda a vender serviço técnico
Não dependa só de emprego
Engenharia recompensa quem gera valor, não quem espera oportunidade. 👷🏻♂️
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@ZattarRafael Já cansei de falar aqui, mas não tenho o seu alcance. Engenharia não é só diploma. Carreira é conhecimento + networking + soft skills. Fiquei anos na estrada, agreguei Direito à engenharia, construí rede com advogados e saí da média. Quem acha que é só currículo fica pra trás.👷🏻♂️
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Pra mim é viajar em classe executiva! Depois que vc prova classe executiva, não é só a poltrona, mas também é chegar descansado, sem dor nas costas, sem fila e sem estresse. Eu não compro luxo, mas energia pra viver o destino. E isso, vicia! 😅✈️
Bic Müller @bicmuller
Qual pequeno luxo que vocês adquiriram e não conseguem mais voltar atrás? Eu: roupa de cama de hotelaria. É caro, mas é um caminho sem volta
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@Marciodaelite Mindhunter, da Netflix.
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@siimplesmenteKa Aqui os pequenos gestos são diários. É um beijo antes de sair, quando chegamos em casa, antes de dormir etc. É no básico bem feito que o relacionamento se fortalece. Não é sobre grandes promessas, mas constância. Quem tem, cuida todos os dias. 😍
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E aí homens?! Já fizeram o dever de casa?
mm@MariMolaa
Oi Já falou pra sua mulher o quanto ela é gostosa hoje? Tem um monte querendo falar em, fica esperto! 👀
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@MariMolaa Sim! Como engenheiro, eu trabalho com análise de risco. A estrutura já tem dono, fundação sólida, manutenção em dia e contrato bem definido. Pode até ter interessado, mas não passa da vistoria kkkk aqui o elogio é diário. 😉
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@CBenedettiBR Minha resposta é não porque paternidade, pra mim, envolve vínculo biológico, responsabilidade desde o início e um tipo de construção que considero importante. Quem aceita, ok. Relacionamento precisa de compatibilidade, não imposição.
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@SensoCrtico1 Todo mundo tem critérios pra se relacionar, e isso não é misoginia. O problema não é ter preferência, mas generalizar ou desrespeitar. No fim, a maioria só quer alguém mentalmente equilibrado, com educação, valores compatíveis e que some na vida. Relacionamento é parceria.
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A ampliação do conceito de misoginia no Brasil tem gerado debates cada vez mais intensos. Com interpretações mais abrangentes da lei, atitudes pessoais e subjetivas, como preferências individuais em relacionamentos, passam a ser questionadas e, em alguns casos, enquadradas como forma de desprezo contra a mulher.
Críticos apontam que o problema está justamente na amplitude da definição. Ao incluir o “desprezo” como critério, a legislação abre margem para interpretações extremamente subjetivas, que podem englobar desde comportamentos discriminatórios reais até escolhas individuais que fazem parte da liberdade pessoal. Para muitos, isso cria uma zona cinzenta perigosa, onde qualquer rejeição pode ser interpretada como crime.
Essa falta de objetividade levanta preocupações sobre insegurança jurídica. Afinal, até que ponto uma preferência pessoal pode ser considerada ofensiva ou criminosa? Sem critérios claros, há o risco de banalização do conceito de misoginia, o que pode enfraquecer o combate a casos realmente graves de violência e discriminação.

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@SensoCrtico1 Punir "desprezo" é criminalizar o livre-arbítrio. Se a rejeição pessoal vira misoginia, o Estado virou o fiscal do afeto. Essa zona cinzenta não protege mulheres, só banaliza a dor real e entope o Judiciário com o ressentimento de quem não aceita um "não". A liberdade morreu.
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@QGdoPOP Redação não é vitrine de vocabulário, assim como engenharia não é vitrine de software ou termo bonito. Se o cálculo não fecha, a estrutura cai. Se o texto não tem tese, coerência e clareza, tira zero. Simples assim. 👍🏻
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@flem2019 @AzemM @lygia_maria Interromper uma mulher no trabalho falando que o que ela está falando não faz sentido se enquadra como misoginia?
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Fernando & Cláudia RJ - Eng. Civil/Fisiot.@flem2019
@topiranath Se eu interrompo uma colega em uma reunião porque sou um sujeito ansioso e interrompo todo mundo (homens e mulheres), eu cometi o "subterfúgio da interrupção constante" (Inciso IV)? Pela letra fria da lei, corro o risco de ser processado como misógino, mesmo sendo apenas "chato"?
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