Gabriel retweetledi
Gabriel
6K posts

Gabriel
@gabrielmaier_
“I think that, giving voice to characters that have no other voice…that’s the great worth of what we do as actors.”
Katılım Ağustos 2013
738 Takip Edilen190 Takipçiler

@ryagrste @thefateofleo ata no meu três pontinhos n tem ajustes 😅
Português

@gabrielmaier_ @thefateofleo três pontinho lá no canto > ajustes > opções de tela > aumente o contraste
Português
Gabriel retweetledi
Gabriel retweetledi
Gabriel retweetledi

o processo criativo dessa obra prima me deixou sem palavras. esse mlk é mais que um ARTISTA
mauro henri@xtinohenri
o brasileiro tem um talento diferenciado
Português

@avicmonteiro Tem muita forma de viajar com promoções eu amo ser rato de viagem
Português

de verdade galera que ta nos 20 e poucos (em outras idades tb, mas to nos 20 e muitos falando pra quem tá vindo): estudem muito!!! e façam viagens. parcelem, façam caixinha no banco, sejam ratos de promos, mas FAÇAM VIAGENS. o que vc ganha conhecendo o mundo ngm te tira.
gabriela@gablui_
a primavera italiana realmente é isso tudo
Português
Gabriel retweetledi
Gabriel retweetledi

🚨 CRIMINALIZAR A MISOGINIA É PROTEGER MULHERES E MENINAS!
Hoje, no Roda Viva, falei pouco da importância do Projeto que equipara a misoginia ao crime de racismo.
Um projeto essencial da senadora @AnaPaulaLobato_, relatado pela senadora @SorayaThronicke e já aprovado no Senado.
Agora, na Câmara, precisamos lutar para que ele seja aprovado com urgência sem alterarem uma vírgula de seu texto.
Porque não podemos continuar aceitando o crescimento da violência física, sexual e psicológica contra as mulheres e meninas desse país enquanto aqueles que incentivam e LUCRAM com essa violência dizem que isso é "liberdade de expressão".
Português
Gabriel retweetledi
Gabriel retweetledi
Gabriel retweetledi

Há mais de uma década, meu pai veria o Juliano e o chamaria de "viado", como fez comigo diversas vezes, inclusive com ameaças físicas quando comecei a trazer debates de gênero e sexualidade para dentro de casa.
Como eu me entendo sexualmente não vem ao caso, assim como também não importa a sexualidade do Juliano, para ninguém. Importa, na verdade, o que leem sobre nós.
Certa vez, eu perdi um amigo de infância porque o convidei para uma reunião sobre questão LGBT+ que aconteceria na UFPR. Ele me bloqueou de todas as redes sociais. Certa vez, um ano depois, eu estava com uma garota num bar e ele veio até nossa mesa, espantado.
"Achei que você tinha virado viado."
Até aquele dia, eu achava que ele tinha me bloqueado por algo que eu tinha feito, algum vacilo ou coisa assim, pois éramos muito próximos na infância e na adolescência, papo de um dormir na casa do outro. Compartilhamos diversas experiências da heteronormatividade juntos, inclusive da vida sexual, brigas em jogo de futebol, tudo. De repente, ele sumiu e não retornou meus contatos.
Quando ele perguntou sobre eu "virar viado", eu o questionei sobre o motivo. Nesse momento, ele contou que recebeu meu convite no Facebook — eu sempre disparava as agendas para meus contatos, eram mais de 4 mil pessoas — para uma reunião sobre a questão LGBT (eu já era militante e próximo das pautas de direitos humanos, ele sempre soube) e elaborou o seguinte: o Valnei virou "viado" e quer que eu vire também.
Ele fez um esforço tão grande para chegar nessa conclusão equivocada e tomar uma decisão tão brutal que quem se assustou fui eu. Ele aceitava bem minha atuação política, recebia convite de tudo: marxismo, antirracismo, cultura, mulheres etc., mas parou, estacionou, depois acelerou e deu meia-volta na questão LGBT.
Naquele momento, eu percebi que, de fato, me culpei à toa pelo rompimento daquela amizade de infância, pois não era aquilo que eu queria para minha vida. Nós não tínhamos uma amizade que reproduzia homofobia recreativa, então nunca foi uma questão esse tipo de coisa. Eu estava errado.
O que mais me assustou foi perceber que alguém que cresceu comigo, se desenvolveu enquanto sujeito, homem e heterossexual comigo, não me conhecia ao ponto de sentir que eu era uma ameaça à sexualidade dele por um convite de rede social. Olhem que loucura.
Naquele encontro casual de sustos mútuos — um por delusionismo absoluto (ele), fruto de uma homofobia quase que primitiva; outro por revelação (eu), adiada por afeto e empatia — serviu para que eu buscasse entender onde e com quem eu gostaria de estar, de andar, mas, principalmente, quem eu era.
Ver os embates de Juliano e Jonas, com destaque às falas do Jonas ao se referir ao Juliano, me lembraram muito aquele encontro casual num bar há mais de 10 anos.
Marina Sena tem razão quando fala que há um modelo de homem em desuso, e o surgimento do Legendário é a prova disso, com seu slogan de "recuperar o poder masculino". E, claro, que um estereótipo "heterotop" sair para um twink afeminado é bastante simbólico para mim, pois eu vejo o BBB como espelho social.
Uma coisa que aprendi com o processo de análise é que muitas vezes o medo de nos tornarmos aquilo de que não gostamos nos impede de sermos quem nascemos para ser. E não estou falando sobre sexualidade, pois, como falei lá em cima, isso não importa, para ninguém.

Português
Gabriel retweetledi

Dicas q me ajudaram a ficar muito tranquilo:
- seguro pra não ter grande gasto com um novo aparelho
- PIN no chip, control center bloqueado
- modo rua / modo seguro dos bancos ativado
- um segundo dispositivo Apple que me permitiu acessar o Icloud rapidamente e bloquear tudo
davizinho@sushi_twigs
Perdi meu celular no lolla e já tá na praça da sé…. Acho q foi com Deus né amigas
Português
Gabriel retweetledi

Gabriel retweetledi
Gabriel retweetledi
Gabriel retweetledi













