
Geraldo J Andrade
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Geraldo J Andrade
@geraldojandrade
Amo o meu país


Ainda falta a alguns brasileiros a maturidade necessária para entender que mil, duas ou mesmo cinco mil pessoas na frente de um quartel não representam o "povo brasileiro" mas a parcela da população mobilizada por agentes de propaganda contra a ordem constitucional. Infelizmente, tal propaganda ainda atinge a incautos e geram bem mais que cliques, visualizações e recursos para polemistas. Geram desagregação social, perda de foco na real disputa política e respaldam as medidas de força que foram tomadas contra as verdadeiras vítimas do 8Jan. Em algum momento, esses polemistas serão esvaziados de seus argumentos e perderão a relevância de seus posts. Os poucos que ainda os escutam perceberão que o resultado de suas opiniões foram benéficos apenas para aqueles que deveriam ser banidos da vida pública. Enquanto isso, ouviremos por algum tempo as cantilenas infantis de "perfídia, perfídia, melancia, melancia...". Sabemos a origem desse pensamento tosco e o tipo de fanatizado que ele gerou.














O NOME DA AÇÃO É “GOLPE MILITAR” Fala-se muito em “omissão das Forças Armadas”, sendo que alguns, como o Dep Marcel Van Hatten, chegam a chamar o Comandante do Exército de "frouxo". A Constituição de 1988 – como todas as demais – não autoriza os militares a intervir, por sua iniciativa, em qualquer instância das expressões do Poder Nacional. Todavia, eles têm capacidade para fazê-lo e, se quiserem, podem intervir. (PODER = CAPACIDADE + VONTADE) Porém, se o fizerem, estarão configurando um GOLPE MILITAR, mesmo que coberto de boas e até de necessárias intenções. Uma "intervenção militar" de qualquer natureza e intensidade pode ser legítima na moral ou na história, mas nunca será legal. As Forças Armadas, por dever de ofício, sabem tudo o que acontece no País e atuam dentro da legalidade, com legitimidade, para preservar a estabilidade da Nação. Contudo, impedir que se instale o caos também é parte do dever dos militares, mas não é missão constitucional. Portanto, quem acha que os problemas brasileiros – sejam eles quais forem – só se resolvem com a intervenção dos quartéis e com a audácia dos seus Comandantes, devem deixar de lado a hipocrisia e dizer com clareza que querem um GOLPE MILITAR! Sejam claros, peçam um golpe que comece, como incita o Deputado Marcel Van Hattem: — "Deixem de 'bater' continência para um ladrão!" Isto é, em outras palavras, deixar de respeitar a autoridade do Presidente da República e de prestar-lhe o cumprimento regulamentar da continência, dando, de forma clara, início ao crime de insubordinação! Quem quer que isto aconteça deve deixar de ser frouxo e dar o nome certo ao boi: QUERO UM GOLPE MILITAR!!!





















