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🚨 BTG Pactual negocia um empréstimo ao Vasco que pode chegar a R$ 165 milhões. O banco deve tomar como garantia os 20% das ações da SAF do Vasco. Crédito faz parte de plano de recuperação judicial do Gigante da Colina. Há ainda a cessão fiduciária dos direitos econômicos decorrentes dos direitos de arena, incluindo direitos futuros de transmissão e do uso do estádio São Januário, seja para jogos de futebol, shows, ou quaisquer outros eventos que geram receitas à SAF, bem como venda de atletas e de material esportivo. Com a alienação fiduciária de ações que representam 59% do capital da SAF, o BTG vai aprovar previamente certas matérias no clube, como a eleição de presidente e de diretor financeiro. Há ainda a previsão de um mecanismo de amortização antecipada, conforme determinados eventos, para garantir o fluxo financeiro ao credor. O clube deve realizar pagamento antecipado se tiver receita a partir de R$ 30 milhões com venda de atletas ou se conseguir determinados desempenhos em campeonatos relevantes - ficar ao menos em 10o lugar do Brasileiro, se classificar para as oitavas de final da Copa do Brasil ou para a fase de grupos da SulAmericana ou da Libertadores. O banco também participa da discussão de venda do Vasco, por isso incluiu na proposta do DIP um rendimento adicional (kicker) em caso de venda ou aquisição (M&A), além de ter preferência na assessoria financeira. No caso de venda da SAF, o banco recebe 6% do equity value da SAF Vasco, ou seja, do valor que o clube foi avaliado em ações sem contabilizar desconto de dívida. 📰 | @PipelineValor














