
Gui Esp
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@GlobalAffairs @GlobalAffairs @elonmusk Mandado de intimação


Recentemente, uma criança negra, de 14 anos, bolsista do Colégio Bandeirantes, cometeu su*cidio. A criança era vítima de bullying homofóbico e discriminatório na escola. Mas frente à comoção dos colegas e da sociedade, o Colégio Bandeirantes decidiu que a culpa é dos bolsistas. Estela Zanini, diretora de convivência da escola, quer rever a parceria com a ONG que seleciona os bolsistas, pois, ao invés do próprio Colégio integrá-los devidamente à escola, querem que os analistas da ONG estejam presentes durante o horário das aulas. E logo após o ocorrido, em reunião com os estudantes, Mauro Salles Aguiar, ex-diretor, assessor da escola e marido de Estela Zanini, afirmou aque "escola não é clínica de psicologia" Maurio Salles Aguiar também criticou o "o nível de agressividade realmente grande e espantoso" dos alunos bolsistas e disse que "Esse menino que abreviou a vida era aluno do Bandeirantes, mas fruto da nossa parceria com o Ismart". Aguiar também afirmou que a reação dos jovens está associada a uma "sociedade dos direitos", e que "Tudo é direito, direito". Ou seja, tudo indica que, pra escola, a saúde mental dos estudantes não faz parte do processo educativo. O estudante bolsista que se suic*dou não era, de fato, aluno da escola, mas fruto de uma "parceria". E os alunos bolsistas são agressivos e não têm os mesmos direitos dos estudantes pagantes. E, frente ao suic*dio de uma criança, o Colégio Bandeirantes diz cabe à ONG que seleciona os bolsistas cuidar dos bolsistas, porque afinal, eles não têm direito à saúde mental, são frutos de uma parceria, são agressivos e exigem direitos demais. Todos os especialistas dizem que não é certo buscar culpados em casos de su*cidio. Justamente por isso talvez seja hora do Colégio Bandeirantes parar de apontar dedos. Até porque, parece um daqueles casos em que, ao apontar um dedo pro outro, três outros dedos apontam pra si mesmo.












