O empresário norte-americano Bryan Johnson, de 48 anos, afirmou em um post no X que criou um "clone" de si mesmo em laboratório, utilizando a reprogramação de células do próprio corpo.
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Foto: Reprodução/X
#EUA#BryanJohnson#Ciência
@NazareAmarga Resposta simples, é que com a americanização da língua brasileira, alguns locais usam a expressão motel, que em inglês é hotel de estrada.
@deltanmd E agora quem responderá por esse dano a democracia? Cassaram sem justa causa e vai ficar por isso mesmo? Isso sim é um golpe contra a democracia, contra os milhares eleitores que escolheram Deltan.
Fui perseguido porque, em 2016, eu teria dito para a PGR que o verdadeiro dono do resort Tayayá era o ministro Dias Toffoli para eles investigarem.
Renan Calheiros usou isso para mover uma reclamação contra mim, que depois foi usada pelo TSE para dizer que eu saí do MPF para evitar que essa reclamação gerasse a minha demissão.
Hoje, essa narrativa inteira caiu abaixo.
Cinco anos depois do meu pedido de exoneração do Ministério Público, NENHUMA das 15 reclamações disciplinares apresentadas contra mim por gente como Renan Calheiros, Gleisi Hoffman e Jaques Wagner avançaram ou geraram pena de demissão.
Todas foram extintas ou arquivadas.
O futuro previsto pelo relator da minha cassação, Benedito Gonçalves, o ministro do "Missão dada é missão cumprida", não se realizou.
Minha cassação nas mãos de um ministro do TSE delatado na Lava Jato foi feita na base de uma grande MENTIRA, e agora eu trago todas as provas para mostrar isso para o Brasil de uma vez por todas.
Por isso eu pedi, hoje, que a Justiça Eleitoral declare de forma antecipada a minha elegibilidade.
Condenados por corrupção como José Dirceu e Eduardo Cunha estão elegíveis e serão candidatos nas eleições de 2026.
E quem combateu a corrupção e colocou bandido na cadeia?
A resposta agora é da Justiça Eleitoral, que eu confio que confirmará minha capacidade de ser candidato nestas eleições diante de todas as provas que eu acabo de apresentar.
O poder do sistema corrupto é a mentira; o nosso é o botão de compartilhar.
Compartilhe este vídeo com seus amigos para que mais pessoas saibam que eu consegui as provas que derrubam a minha cassação 🇧🇷🚀
Ladrão furtou o cordão de ouro e o cidadão reagiu e meteu a mão no vagabundo.
Esse é o reflexo de um narcoestado.
Quando a impunidade reina e o estado protege bandido, resta às pessoas a justiça com as próprias mãos.
A esquerda diz que os Estados Unidos são um inferno, mas surta quando os americanos aplicam a própria lei 🚨
Se lá é tão ruim, por que meio mundo quer entrar?
VALOR INCLUI OS DOIS TURNOS
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou na terça (21) o limite de gastos para os candidatos aos cargos em disputa nas eleições de outubro. Os recursos fazem parte do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), que vai distribuir R$ 4,9 bilhões para os 30 partidos que vão participar do pleito.
Os candidatos à Presidência da República poderão gastar até R$ 133 milhões, incluindo os dois turnos. O limite para o primeiro turno ficou em R$ 88,9 milhões. Quem for disputar o segundo poderá gastar até R$ 44,4 milhões.
Também foi definido o limite de gastos para os cargos de governador, senador, deputado distrital, federal e estadual. Os valores não sofreram aumento e serão os mesmos fixados pelo TSE no pleito presidencial de 2022.
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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
#Eleição #Presidente#Política
Fechem essa bosta de país!!!
Fãs de Deolane Bezerra fazem manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo, na noite de terça-feira 21, para pedir a liberdade da "Dra".
Moraes quer reeditar as eleições de 2022
André Marsiglia para o @Poder360
As eleições de 2022 são lembradas não pelo resultado das urnas, mas pelo protagonismo sem precedentes da interferência dos tribunais superiores no debate público.
Atuei diretamente em um desses casos. Moraes, então no TSE, determinou a remoção de uma reportagem do jornalista Cláudio Dantas. Quando ele noticiou que havia sido censurado, a nova reportagem, justamente sobre a censura, também foi censurada e retirada do ar. Moraes, autor da façanha, criou a censura da censura. Nem no regime militar se teve tamanha audácia. Conto esse episódio em detalhes no meu livro Censura por Toda Parte.
Não foi um episódio isolado. Veículos de imprensa sofreram restrições, perfis foram suspensos, conteúdos desapareceram das redes sociais e o debate público passou a conviver com um ambiente de permanente insegurança jurídica.
Em 2024, durante as eleições municipais, o fenômeno apareceu de forma mais discreta, mas ainda presente. O exemplo mais emblemático foi a suspensão do X no Brasil durante o período eleitoral, medida que voltou a colocar o Judiciário no centro da arena política.
Agora, em 2026, os sinais parecem apontar para uma nova etapa desse processo. As recentes decisões envolvendo a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro ilustram esse movimento. Não se trata apenas de restringir a liberdade de um investigado. Ao impedir que Bolsonaro se manifeste politicamente por meio de seu filho Flávio, Moraes alija o pré-candidato à Presidência de uma importante vantagem competitiva: a herança política do bolsonarismo.
Flávio não pode ser impedido de disputar as eleições. Mas está claro que, na prática, Moraes lhe amputou a possibilidade de explorar o legado político do pai. É um tipo diferente de intervenção. Uma censura pelas bordas. Em vez de impedir diretamente a candidatura de Flávio, restringem-se as condições para que ela se fortaleça.
Esse fenômeno é conhecido como chilling effect, ou efeito inibidor, e não passa de uma forma sofisticada de censura. Ao menos no que diz respeito à censura, Moraes demonstra sofisticação. Na teoria, o ministro investe contra Jair Bolsonaro. Na prática, inviabiliza, de forma indireta, que Flávio explore sua condição de sucessor político do pai nas próximas eleições.
Moraes permite que o bolsonarismo exista, que Flávio se candidate, mas é uma candidatura “sabor candidatura”. Ela existe no plano formal, enquanto é esvaziada em sua essência. E olha que as eleições sequer começaram. Imagine o que ainda virá pela frente.
Parece evidente que Moraes pretende reeditar, em 2026, a lógica intervencionista e censória que marcou 2022. Resta saber se a sociedade, sobretudo a imprensa, permitirá, desta vez, a reedição daquele ano. Sobretudo, se permanecerá calada e amedrontada caso isso volte a acontecer.
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