Olavo Paulino
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A Arena da Fafich (Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas) recebeu, nesta quarta-feira (13), o primeiro Campeonato de Assobio da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O evento reuniu estudantes em uma disputa marcada por criatividade, repertórios variados e muito bom humor. Durante as apresentações, os estudantes assobiaram músicas e trilhas bastante conhecidas, como a 5ª Sinfonia de Beethoven, sucessos de Marília Mendonça e a canção “Numa Ilha”, de Marina Sena. Em silêncio absoluto, dezenas de estudantes acompanharam atentamente cada apresentação. O grande vencedor da noite foi o estudante conhecido como “Pica Pau”.
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@historia_pensar Ninguém aguenta mais esse governo. Muitos não-bolsonaristas como eu, que votaram em lula em 2022, vão anular voto ou votar no Carlos Bolsonaro em 2026. Custo de vida elevadíssimo e dificuldade em estabelecer qualquer negócio com esses aumentos diários de impostos!
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Ai @realDonaldTrump tem uma galera boa pra vc pegar por aqui… Nao quer dar uma esticada pra cá nao?
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@EscobarAlePE @Omardeideais Pensei a mesma coisa.
Na cara não porra! kkkkk
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@Omardeideais E eu pensando que tinha dado uma resposta a ele!
Já disse que tem parar com essa mania de estragar o velório, meu padrinho! Kkkkk
Paulista, Brasil 🇧🇷 Português

@DraIracema_ @travassos_d @slpng_giants_pt @grok Pois é. Gastando nosso dinheiro é mole. E isso eles nem se deram o trabalho de esconder.
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@travassos_d @slpng_giants_pt @grok 7/9/2022, ato antidemocrático em Copacabana , politico, eleitoreiro, convocado pelo Presidente da República e toda maquina pública?
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📢 O Monitor da USP estima que foram às ruas de São Paulo 42,4 mil pessoas; já em Copacabana, 41,8 mil.
Públicos gigantescos tomaram as ruas para gritar contra a PEC da Blindagem e o PL da Anistia.
As ruas deram seu recado: não vamos mais aceitar calados os ataques do Congresso contra o povo brasileiro.


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@g1rio Encheram de mamador de incentivo fiscal pra empatar? Kkkkkkkkkkk
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No ápice, ato contra PEC da Blindagem e projeto da anistia reuniu 41,8 mil pessoas em Copacabana => glo.bo/4pE76uc

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@lindberghfarias Cara, coloca uma coisa na cabeça de todos vocês da esquerda...o povo que paga impostos e sustenta esse país, incluindo suas mordomias, não engole mais o sistema jurídico que liberta bandidos assassinos e condena pessoas de bem que lutam por seus direitos...
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Fux condenou mais de 400 pessoas no 8 de janeiro sem nunca questionar a competência do STF. Não falou em “tribunal de exceção” ou violação do “juiz natural”, a regra que garante que todo acusado seja julgado pelo juiz previamente definido em lei. Para os réus comuns, isso não foi problema. Mas, diante de Bolsonaro, mudou de posição: passou a dizer que o Supremo não teria competência para julgá-lo e que o caso deveria ir para outro juiz. Ou seja, a mesma Corte que serviu para julgar centenas de pessoas anônimas, segundo ele, não serve para julgar um ex-presidente.
Outro ponto são as chamadas “preliminares”, ou seja, os questionamentos feitos logo no início do processo, como filtros antes do mérito. No recebimento da denúncia contra Bolsonaro, Fux rejeitou todas essas alegações e deixou o caso seguir. Agora, acolheu exatamente as mesmas teses que já tinha negado, numa guinada difícil de justificar.
A seletividade aparece também na comparação com o caso Lula. Na época, Fux foi linha-dura, votou contra garantias e reforçou a punição. Agora cita esse processo como se fosse referência para absolver Bolsonaro. O que antes era dureza implacável, agora virou “cuidado” com a defesa.
O escândalo foi o argumento contraditório da absolvição por “excesso de provas”. No 8 de janeiro, quanto mais provas surgiam, mais duras foram as condenações. Para Bolsonaro, Fux inventou a tese inédita de que havia provas demais, um “tsunami de dados”, e que isso teria atrapalhado a defesa. A fartura de provas, que deveria reforçar a acusação, virou desculpa para absolver.
Na questão das delações, a incoerência também salta aos olhos. Ele validou a colaboração de Mauro Cid, mas esvaziou seu efeito prático, relativizando o peso das provas. Já nos processos do 8 de janeiro, delações e depoimentos foram pilares para condenar centenas de pessoas.
Fux foi rigoroso com os manifestantes de 8 de janeiro, enquadrando-os em associação criminosa. No caso de Bolsonaro, descartou a acusação de organização criminosa armada, alegando falta de estabilidade, permanência e uso de armas, reduzindo a gravidade para associação criminosa simples. Dois pesos, duas medidas.
Na acusação de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, a contradição é ainda mais clara. Contra os réus do 8 de janeiro, bastou a tentativa para configurar o crime. Já para Bolsonaro, Fux afirmou que “enfraquecer o Estado não é suficiente”. Como se o líder político que articulou a trama golpista merecesse mais benevolência do que a massa que o seguiu.
E há ainda o contraste entre suas próprias palavras e seu voto. No dia 26 de março de 2025, ao acompanhar Alexandre de Moraes no recebimento da denúncia, Fux disse que a democracia foi conquistada com “lutas e barricadas”, que tudo que se volta contra ela é “repugnante e inaceitável” e que o 8 de janeiro seria sempre um “dia da lembrança”. Classificou os atos como tentativa de golpe e “atentado contra a democracia”. Poucos meses depois, mudou de tom: relativizou os mesmos fatos e disse que “a cogitação ou bravatas não são puníveis”.
As contradições ficam ainda mais explícitas quando se olha para os votos paralelos. Fux reconheceu a existência da Operação Punhal Verde e Amarelo, admitindo que havia uma trama golpista em curso. Condenou Mauro Cid por abolição violenta do Estado Democrático de Direito e Braga Netto pelo mesmo crime. Absolveu o general Garnier, o ex-ministro Paulo Sérgio, o general Augusto Heleno e Anderson Torres de todos os crimes. E ainda votou para suspender integralmente a ação contra Alexandre Ramagem. Ao mesmo tempo, absolveu Bolsonaro de todas as acusações.
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