Igor

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@iguinhopjl_

The wheel weaves as the Wheel wills

Katılım Ekim 2011
115 Takip Edilen72 Takipçiler
Sabitlenmiş Tweet
Igor
Igor@iguinhopjl_·
Todas as vezes que eu achar que eu sei de alguma coisa vou voltar aqui e lembrar que eu demorei 20min pra entender isso, perdão a todos os meus professores de cálculo
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Igor
Igor@iguinhopjl_·
@oraulsena E a gente pegando pesado com o Brasil kkkk
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Raul Sena
Raul Sena@oraulsena·
Rapaz, jogo de Cabo Verde tá brabo. Olouco.
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Igor
Igor@iguinhopjl_·
@madeinbajor Parece papo de adolescente, que preguiça
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Making of da vida alheia
Making of da vida alheia@madeinbajor·
#bajo41584 💀Não tenho. Eu penso que todo mundo sabe onde lhe aperta o sapato. Quem sou eu pra dizer que vc tá errado? Se vc quer viver pela sua família é um motivo extremamente justo e bonito. #furafila
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Igor
Igor@iguinhopjl_·
@lyndkdksks Depois de velho eu desci que gostava de muvuca assim, bom demais
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🦇@lyndkdksks·
A cada reels de bad omens eu fico refletindo se eu realmente n gosto de muvuca e festival. . . Sla sabe... É aqui pertinho... Tenho amigos q vao no dia... Sla...
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Igor
Igor@iguinhopjl_·
Que isso, estados unidos atropelando
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Igor
Igor@iguinhopjl_·
@littlecherry_08 O primeiro é um leitura super relaxada. Eu gostei bastante
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Igor
Igor@iguinhopjl_·
O bom do dia dos namorados é já descobrir quem namora
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Igor
Igor@iguinhopjl_·
@lyndkdksks Eu vou esse ano só por causa da Laufey
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🦇@lyndkdksks·
po nunca quis mt ir em festival de musica mas o rock in rio do avenged sevenfold q tb tem bad omens causou algo em mim
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Igor
Igor@iguinhopjl_·
@littlecherry_08 É triste porém um bom final né. Na era 2 é muito satisfatório ver como eles se referem a vin
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Fábio Machado
Fábio Machado@FabioGBMachado·
Melhorias de governança, voto direto do sócio e do sócio-torcedor, SAF… qualquer mudança estrutural positiva no clube só ocorrerá com um Conselho Deliberativo melhor. E é muito difícil eleger um bom conselho no modelo de voto de cabresto atual. Isso aqui é uma melhoria que parece pequena pra quem não conhece o processo eleitoral do clube, mas na prática é gigantesca.
Gabriel Sá@OGabrielSa

O Conselho Deliberativo do São Paulo votará, na próxima terça-feira (16), uma proposta de reforma do Regimento Interno para a adoção do voto eletrônico nas eleições do clube. A pauta foi protocolada por associados e ultrapassou a marca de 120 assinaturas, número suficiente para que o tema fosse levado aos conselheiros. O grupo 'Nova Era Tricolor' foi o principal responsável por coletar assinaturas para peticionar o caso. Atualmente, o sistema de votação em papel é alvo de críticas por parte dos associados. De acordo com o material do grupo, existem práticas como a distribuição de cédulas já preenchidas e a influência direta de grupos políticos no momento do voto. Essa prática é conhecida como "voto de cola", em que o sócio apenas deposita um voto previamente definido por sua chapa política, sem exercer plenamente sua escolha individual. Pelo modelo sugerido, o processo seria realizado em cabines individuais, nas quais o sócio escolheria diretamente seus candidatos, com visualização de nome e foto antes da confirmação. O sistema também permitiria auditoria e acompanhamento por todas as chapas.

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Igor
Igor@iguinhopjl_·
@giuliamaquina Ver os outros realizando os nossos sonhos de 😭
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Igor
Igor@iguinhopjl_·
@franciscorazzo @7W_123 Quantas crianças com deficiência estão em filas de adoção sem nenhum cuidado? A mercê do mundo
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Francisco Razzo
Francisco Razzo@franciscorazzo·
O problema do teu "argumento" está em transformar falta de cuidador em falta de direito. Uma criança precisa de cuidado para viver, mas disso não decorre que possa ser morta quando os adultos recusam esse cuidado. Se essa regra valesse, qualquer pessoa radicalmente dependente perderia proteção moral no instante em que se tornasse inconveniente. A ausência de rede real exige amparo, adoção, responsabilidade familiar, médica, social e institucional. Ela não autoriza eliminar o vulnerável. Dizer “ninguém quer” (além de retórico) apenas descreve o abandono; não justifica a morte do abandonado. A fantasia verdadeira está em achar que a dignidade humana nasce do desejo alheio. A criança com Down não passa a ter valor quando alguém a quer. Ela exige cuidado porque já tem valor em si mesma.
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Francisco Razzo
Francisco Razzo@franciscorazzo·
A objeção mais popular ao aborto por diagnóstico de Down costuma aparecer em tom compassivo e cheio de exibição de virtudes: “essa criança teria uma vida sofrida”; “os pais não merecem perder a própria felicidade”; “seria cruel obrigar todos a viver assim”. A forma mais forte do argumento merece ser reconhecida antes da refutação. Ela diz o seguinte: pais têm responsabilidade moral de evitar sofrimento previsível; uma criança com síndrome de Down enfrentará limitações, dependência e dificuldades; cuidar dela exigirá sacrifícios durante toda a vida; portanto, abortar pode ser uma decisão prudente para os pais e misericordiosa para a criança. O argumento parece humano porque fala em sofrimento. Sua falha nasce quando converte sofrimento previsto em autorização para eliminar quem sofrerá. Sofrimento pede cuidado, tratamento, presença, apoio material e responsabilidade compartilhada. Quando passa a justificar o aborto, a compaixão muda de objeto: abandona a criança vulnerável e passa a proteger o conforto de quem decide. A criança desaparece como alguém e reaparece como custo, risco, interrupção biográfica. É, portanto, um direito. Há aqui uma premissa oculta: uma vida com deficiência, dependência ou dor previsível possui valor menor. Sem essa premissa, a conclusão não fecha. Com ela, o argumento revela seu critério: certos seres humanos precisam demonstrar qualidade de vida suficiente para merecer nascer e não se tornarem um estorvo para mais amorosos. Você goste ou não, esse critério pertence à gramática da eugenia, ainda que sem uniformes, decretos ou programas estatais totalitários do século 20. Trata-se de eugenia em sentido moral: seleção de vidas humanas a partir de uma característica biológica considerada indesejável. A criança não é rejeitada por algo que fez, por uma ameaça que criou, por culpa alguma. Ela é rejeitada por ser quem é: um ser humano com trissomia 21. A felicidade dos pais é um bem real. Cuidar de uma criança com deficiência pode custara sono, dinheiro, casamento, carreira, planos. Tratar isso como fantasia edificante seria indecente. Mas nenhum desses custos altera a identidade daquele que será morto. A pergunta decisiva permanece: quem é esse? Se é um filho humano inocente, o peso do cuidado funda deveres de amparo familiar, médico e social. Não funda poder de morte. A criança com Down não precisa provar que será feliz para ter direito de nascer. Aliás, ninguém nasce com essa obrigação absurda. A dignidade humana não depende da promessa de uma vida feliz, produtiva, leve, saudável ou admirável aos olhos dos outros. Quando exigimos essa promessa antes de reconhecer o direito à vida, já trocamos a dignidade por uma fantasia patética: a de que só merece viver quem oferece aos demais uma biografia aceitável.
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