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@joaocpardal

Ítaca Katılım Ekim 2009
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ن@joaocpardal·
@fofoquei Se mulher não pode ser definida por útero e menstruação porque existem casos de "mulheres cis" que não as têm, então o ser humano também não pode ser definido como animal racional. Afinal, a fala da Érika é prova de que existem exceções.
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FOFOQUEI
FOFOQUEI@fofoquei·
“Uma mulher não é apenas menstruação, útero e genitália.” Erika Hilton
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ن@joaocpardal·
@eusaviodimaio Se mulher não pode ser definida por útero e menstruação porque existem casos de "mulheres cis" que não as têm, então o ser humano também não pode ser definido como animal racional. Afinal, a fala da Érika é prova de que existem exceções.
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ن@joaocpardal·
@rodaviva Enterram o "lugar de fala" - que criaram - quando convém.
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Roda Viva
Roda Viva@rodaviva·
"Uma mulher não é apenas sua genitália, é mais do que isso", afirma a deputada Erika Hilton (PSOL - SP) no #RodaViva desta segunda-feira (30). #ErikaHilton #TVCultura
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ن@joaocpardal·
@GutoZacariasMBL Mas se "ela" for dispensada por ser trans-feminina, seria lógico um trans-masculino servir?
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Guto Zacarias
Guto Zacarias@GutoZacariasMBL·
Sou contrário à politização ideológica nas Forças Armadas!
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ن@joaocpardal·
@madeleinelacsko Numa época em que a objetividade foi substituída pelo discurso, sou contra qualquer PL que utilize "ódio, aversão ou percepção" na criação de uma lei.
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ن@joaocpardal·
@gugadone @KimKataguiri Vou usar o mesmo "arjumento" utilizado pelos apoiadores da PL da Misoginia: Só é contra quem é nazista!
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Kim Kataguiri
Kim Kataguiri@KimKataguiri·
FALEI DE ANIME NO PLENÁRIO! Como tentaram me atropelar durante sessão no Congresso, decidi jogar com o regimento embaixo do braço e peguei pesado na obstrução. Utilizando toda regra a meu favor, tive tempo pra falar de tudo, até mesmo de anime.
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ن@joaocpardal·
@agencialupa Que moral vocês pensam que ainda têm para checar alguma coisa depois desse furo?
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Agência Lupa
Agência Lupa@agencialupa·
Erika Hilton foi internada? ❌ FALSO Erika Hilton não foi internada em razão de problemas de saúde recentemente, tampouco em razão de “torção testicular”. O título de uma notícia no site da CNN Brasil foi digitalmente manipulado para enganar usuários e atacar a parlamentar. 📲Leia: bit.ly/erikahiltintern
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ن@joaocpardal·
@SorayaThronicke Para a surpresa da senhora, muitas dessas pessoas que "tentam dizer às mulheres o que é (ou não) o ódio" são mulheres. Só vale a opinião de mulheres que concordam com a senhora?
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SorayaThronicke
SorayaThronicke@SorayaThronicke·
A reação à aprovação do PL da Misoginia diz muito sobre nosso país. Ainda há quem tente dizer às mulheres o que é (ou não) o ódio e a violência que vivemos todos os dias. Misoginia não é opinião. É crime! E não será normalizada.
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ن@joaocpardal·
@lygia_maria Ou como o Chesterton disse: "Na beira de um precipício, só há uma maneira de seguir adiante: dar um passo atrás."
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ن@joaocpardal·
@lygia_maria Como falam por aí: "não é O QUE dizem, é QUEM diz".
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lygia maria
lygia maria@lygia_maria·
"só misóginos são contra a lei que pune a misoginia" mas, se há mulheres contra a lei que pune misoginia, então existiria misoginia reversa?
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ن@joaocpardal·
@MATRIAoficial Não adianta cobrar coerência dos identitários. Já vi muitos sendo seletivos; fazendo aquilo que criticam contra pessoas que não são da turma deles.
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MATRIA (Brasil)
MATRIA (Brasil)@MATRIAoficial·
Chamar mulheres de "cadelas", "imbecis" e "esgoto da sociedade" será considerado misoginia? Ocupar cotas políticas destinadas às mulheres através de autodeclaração de “identidade de gênero” será considerado misoginia? Aproveitar-se de vantagens físicas para competir nas categorias esportivas femininas será considerado misoginia? Ofender a aparência de mulheres no seu ambiente de trabalho, por terem, por exemplo, um "cabelo mal hidratado", será considerado misoginia? Nomear mulheres a partir de processos fisiológicos e passar a chamá-las de “pessoas que menstruam” e “pessoas que gestam” será considerado misoginia? Receber premiações destinadas às mulheres será considerado misoginia? Dizer que uma categoria de mulheres de quem se discorda “nem é gente” será considerado misoginia? Afirmar que mulheres não passam de um conjunto de estereótipos e que performá-los torna qualquer um mulher será considerado misoginia? É possível defender mulheres sem definir quem faz parte dessa categoria?
MATRIA (Brasil) tweet media
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ن@joaocpardal·
@ErikakHilton Você sempre cria um espantalho para calar críticos. As críticas ao projeto é com relação a como ela foi escrita, e não ao que ela pretende combater.
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ERIKA HILTON
ERIKA HILTON@ErikakHilton·
Estou denunciando à AGU o deputado Nikolas Ferreira e uma série de outros perfis, muitos ligados ao movimento red pill. O motivo? Eles estão MENTINDO sobre o teor do Projeto de Lei que criminaliza a misoginia. O objetivo disso é barrar o avanço do Projeto, como admitiu Nikolas. Pra Nikolas, o Projeto que protege mulheres do discurso de ódio, de ataques virtuais e ameaças à sua integridade física e mental é uma "aberração" que ele trabalhará para "derrubar". Esses perfis estão publicando ou republicando as mesmas imagens que trazem um texto completamente diferente do texto aprovado no Senado, dizendo que é esse o Projeto de Lei que foi aprovado. Ou então, estão fazendo afirmações completamente absurdas, como a de que homens não poderão mais falar com mulheres. Isso é tudo uma grande mentira. Mas uma mentira que já soma milhões e milhões de visualizações. Mas, mesmo sendo mentira, isso é um atentado ao processo legislativo e democrático. É inaceitável que parlamentares mintam abertamente sobre o texto de Projetos que serão pautados e todo um movimento se organize para confundir a sociedade. Se Nikolas é contra a criminalização da misoginia e quer proteger os machistas e red pills, ele que admita isso publicamente e banque seu posicionamento ridículo e nojento. Mas mentir sobre o teor de um texto assinado pelo presidente do Senado ultrapassa todos os limites. E, me desculpe, mas se você é homem e acha que um Projeto de Lei que proíbe o discurso de ÓDIO contra mulheres vai te impedir de falar com mulheres, o problema está no que VOCÊ anda falando pras mulheres. Repense a sua forma de se relacionar, as coisas que diz e até mesmo o motivo de você pensar essas coisas que anda dizendo. Ou então, nos faça o favor e pare de falar desde já.
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ن@joaocpardal·
@KimKataguiri A isonomia nas leis do Brasil foi pra casa do caralho.
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Kim Kataguiri
Kim Kataguiri@KimKataguiri·
Os verdadeiros PROBLEMAS da LEI da MISOGINIA! Gravei este vídeo para expor a minha opinião sobre a aprovação dessa lei, o meu posicionamento sobre ela e as suas consequências.
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ن@joaocpardal·
@nineborg Não é preciso usar um exemplo extremo como esse da pena de morte, basta usar o da castração química para estupradores, que muitas das feministas são contra.
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Nine Borges
Nine Borges@nineborg·
Se você viu o post anterior e achou que eu estou do lado do “argumento” da moça, você não conhece o meu trabalho. Rsrs É óbvio que a analogia do Flávio foi ótima.
Nine Borges@nineborg

Olha a lógica.

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SchoppingHauer
SchoppingHauer@SchoppingHauer·
“Se você é contra a lei da misoginia, você é misógino!” Esta é uma estratégia eficaz como arma retórica precisamente porque força o interlocutor a se defender de uma acusação grave, desviando-o do argumento original. Mas, do ponto de vista lógico, é vazia. Vamos destrinchar as falácias desse argumento: 1) Falsa dicotomia: Ou você apóia esta lei específica, ou é misógino. Isto elimina todo o espectro lógico entre essas duas posições. 2) Equívoco(confusão entre meio e fim): Confusão entre o meio (a lei) e o fim (combate à misoginia). Há uma distância lógica entre rejeitar um instrumento e rejeitar o valor que ele pretende proteger. 3) Ad hominem: Em vez de refutar os argumentos substantivos contra a lei, ataca-se diretamente o caráter moral de quem se opõe. 4) Non sequitur: Mesmo tomando a premissa como verdadeira ("você é contra esta lei"), a conclusão ("logo você é misógino") simplesmente não decorre dela.
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ن@joaocpardal·
@elivieira "... acabou de acabar." Faltou dizer onde, Eli. Porque como dizia Millôr:
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Eli Vieira
Eli Vieira@elivieira·
Foi uma aventura de uma década seguindo a insensatez do identitarismo. E acabou de acabar. Comitê Olímpico Internacional reverte inclusão de atletas trans no esporte feminino. Denunciei o COI em 2018 por usar estudos ridículos de só oito participantes na decisão de inclusão.
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ن@joaocpardal·
@madeleinelacsko E pessoal adora se humilhar em público para ganhar uma imagem santa entre os seus.
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Madeleine Lacsko
Madeleine Lacsko@madeleinelacsko·
Ator da Globo dizer isso é brincadeira
Folha de S.Paulo@folha

MÔNICA BERGAMO (@monicabergamo) | O ator Eduardo Moscovis repudiou os machistas, os homofóbicos, os transfóbicos e o movimento red pill em discurso ao ganhar o Prêmio Shell de Teatro pela sua atuação no monólogo "O Motociclista no Globo da Morte". A cerimônia de premiação foi realizada na noite de quarta (17) no Teatro Paulo Autran, no Sesc Pinheiros, em São Paulo. O termo red pill se refere a comunidades online que difundem ideias misóginas sobre relacionamentos e papéis de gênero. 📲Leia mais na #Folha: mla.bs/cf663755 🎦📝Karina Matias

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ن@joaocpardal·
@madeleinelacsko A proposta define textualmente o que é uma mulher?
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Madeleine Lacsko
Madeleine Lacsko@madeleinelacsko·
Se passa essa lei, a deputada e sua turba misógina são a primeira galera a puxar cadeia.
ERIKA HILTON@ErikakHilton

🚨 URGENTE 🚨 O Senado deve votar HOJE o Projeto de Lei que criminaliza a misoginia. Isso tem o potencial de coibir o machismo, o movimento red pill e colocar, no banco dos réus, quem propaga o ódio e a violência contra as mulheres e meninas. Mas tem senador CONTRA a proposta, e toda a pressão é necessária nesse momento para garantir que um Projeto tão importante seja aprovado. Primeiramente, era pra proposta de criminalização da misoginia já ter sido aprovada em outubro, 5 meses atrás. Mas o grupo de Flávio Bolsonaro no Senado apresentou um recurso contra o que era para ser a última votação da proposta, fazendo com que ela tenha que ser votada novamente hoje, no Plenário. Os senadores que assinaram o recurso foram: Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Eduardo Girão (Novo-CE), Marcos Rogério (PL-RO), Magno Malta (PL-ES), Luis Carlos Heinze (PP-RS), Rogério Marinho (PL-RN), Márcio Bittar (União-AC), Alan Rick (União-AC), Carlos Portinho (PL-RJ), Jorge Seif (PL-SC) e Wilder Morais (PL-GO). Sim, todos que apresentaram recurso contra a criminalização da misoginia são homens "de bem", da turma que agora finge se preocupar com a Presidência da Comissão da Mulher da Câmara. E não são só eles que são contra a proposta. Eles são os que tiveram coragem de assinar o recurso. O microfone do Senado aceita qualquer coisa, e a extrema-direita é sempre cheia de desculpas pra não combater a violência contra a mulher. Por isso, cobre os senadores que assinaram esse recurso nojento nas redes sociais e faça pressão para que eles não tentem impedir a votação de hoje. E, além disso, cada estado conta com três senadores, e é essencial que todo mundo cobre os senadores do seu próprio estado para que eles tenham a decência de enfrentar e denunciar a misoginia, o machismo, o movimento red pill e a crescente violência contra as mulheres do nosso país.

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