HUNTERXHUNTER - CAPÍTULO 415 - DISPONÍVEL EM PT/BR.
LEIA EM:
sakuramangas.org/obras/hunter-x…
- PELO AMOR DE DEUS, QUE INFERNO FOI ESSE CAPÍTULO!
- AJUDEM O EDITOR A SUPERAR O CHIFRE.
- EU ODEIO MINHA VIDA.
- gente adorei o capítulo super explicativo.
#hxh#hxh415
Recebo toda sexta a newsletters de Katrin Bennhold, do NYT. A desta semana me fez lembrar a frase: "nos EUA não existe corrupção porque ela foi legalizada".
Leia:
Bom dia, mundo. Neste verão, descobrimos que Donald Trump ganhou pelo menos US$ 2,2 bilhões em seu primeiro ano de volta à Casa Branca. É uma quantia absurda. Nenhum outro presidente americano ou líder de uma democracia liberal chegou perto de ficar tão rico durante o mandato.
E isso acarreta um número sem precedentes de potenciais conflitos de interesse, não apenas em casa, mas também no exterior, em países com um histórico de boa governança muito pior do que os Estados Unidos. Hoje, escrevo sobre como os empreendimentos globais de Trump para gerar lucro correm o risco de fortalecer autocratas e semear a corrupção em todo o mundo.
Trump, seu dinheiro e o mundo
O formulário anual de declaração financeira do presidente Trump forneceu aos meus colegas que analisam suas finanças muitas informações para trabalhar.
Conversei com Eric Lipton, que cobre as operações comerciais da família Trump. Ele sugeriu que, se você jogar um dardo no mapa, é bem provável que ele caia em algum lugar onde o presidente americano ou sua família tenham interesses comerciais. Como Eric já documentou, a holding de Trump recebeu, no ano passado, pelo menos US$ 125 milhões em pagamentos diretos de fontes estrangeiras em países como Reino Unido, Índia, Indonésia, Irlanda, Omã, Filipinas, Catar, Romênia, Arábia Saudita, Coreia do Sul, Turquia, Vietnã e Emirados Árabes Unidos.
No ano passado, uma empresa de investimentos ligada aos Emirados Árabes Unidos comprou quase metade da principal empresa de criptomoedas da família Trump, a World Liberty Financial. Quatro meses depois, o governo Trump concordou em dar aos Emirados Árabes Unidos acesso a sofisticados chips de computador que alimentam a inteligência artificial.
Pouco tempo depois, Trump telefonou para o presidente do Cazaquistão para ajudar uma empresa de mineração americana pouco conhecida a obter acesso a uma das maiores reservas inexploradas de tungstênio do mundo, um metal essencial. Pouco tempo depois, os dois filhos mais velhos de Trump, Donald Trump Jr. e Eric Trump, tornaram-se investidores em uma empresa que agora detém uma participação nessa mineradora.
A lista continua . Autoridades governamentais no Vietnã aceleraram a aprovação de um projeto de golfe de Trump ao mesmo tempo em que tentavam evitar as altas tarifas americanas. Uma empresa sul-coreana que pressionou os EUA para que não impusessem penalidades às suas exportações de alumínio fez um pagamento de US$ 2 milhões à holding de Trump para um projeto de campo de golfe. Um fabricante de drones apoiado pelos dois filhos mais velhos de Trump está negociando com países do Golfo que precisam se defender por causa de uma guerra iniciada por seu pai.
Muitos já escreveram sobre os potenciais impactos dessas negociações nos próprios EUA — seu efeito sobre o Estado de Direito, sobre a confiança pública no governo e sobre a capacidade de Trump de se concentrar nos interesses do povo americano, em vez dos seus próprios.
O que talvez esteja sendo subestimado é que provavelmente terão efeitos em cadeia em todo o mundo.
Sob a administração Trump, duas coisas mudaram, disse Eric. No âmbito das políticas públicas, uma das primeiras medidas tomadas por Trump após retornar à Casa Branca foi suspender, em grande parte, a aplicação da Lei de Práticas de Corrupção no Exterior (FCPA). O governo, na prática, ignorou subornos oferecidos por empresas americanas em nome da segurança econômica e nacional, argumentando que a lei, da forma como era aplicada, dificultava a aquisição de ativos essenciais por empresas americanas, como minerais e portos de águas profundas.
A Casa Branca afirma que não há conflitos de interesse porque os filhos de Trump administram os negócios da família.
BOOOA NOITE, LEITORES!
- Passando para avisar que já estamos cientes sobre os vazamentos.
- O capítulo de HXH já está em andamento.
- A ordem inicial é: vão dormir, aguardem o lançamento descansando.
-O Editor ainda está chorando pelo chifre da semana passada.
-O capítulo sai primeiro no Discord.
#hxh415#onepiece#hxh#leaks
@ElevenScanlator deu certo amigo, as ultimas 3 paginas não estava carregando, ficava aparecendo “erro ao carregar, tente novamente”. mas depois normalizou.
Nota à imprensa sobre a imposição de tarifas unilaterais contra o Brasil pelos Estados Unidos
O dia 15 de julho de 2026 passará para a história das relações entre Brasil e EUA como um marco lastimável.
O governo brasileiro repudia a decisão anunciada hoje pelo governo dos EUA relativa à imposição de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974.
Não há justificativa para medidas unilaterais contra o nosso país. Segundo estatísticas do próprio governo norte-americano, os EUA acumularam nos últimos 15 anos US$ 424,5 bilhões em superávit de bens e serviços com o Brasil.
Em 2025, 76% das importações originárias dos EUA entraram no país sem pagar imposto de importação, e a alíquota média efetivamente aplicada sobre produtos norte-americanos foi de apenas 3,1%.
O Brasil não reconhece a legitimidade de investigações sem amparo nas regras multilaterais de comércio. Apesar disso, nunca deixamos a mesa de negociação para defender os interesses nacionais.
Ao longo do último ano, o governo brasileiro atuou ininterruptamente junto ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) pelo encerramento das investigações baseadas na Seção 301, apresentando evidências que refutam cada uma das alegações sobre supostas práticas desleais de comércio adotadas pelo Brasil.
Demonstramos que são descabidas as alegações contra o PIX e a regulação de plataformas digitais, bem como são absurdas as acusações sobre desmatamento. O PIX é um patrimônio do nosso povo e referência internacional de infraestrutura pública digital. No Brasil, não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas. A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros.
Nas audiências públicas promovidas pelo USTR na semana passada, 63 das 78 intervenções feitas por representantes do setor privado brasileiro e norte-americano foram contrárias ao tarifaço.
O governo do Brasil seguirá adotando medidas para reduzir os danos causados à economia e à renda dos brasileiros. Continuaremos a diversificar parcerias comerciais e a abrir novos mercados para nossos produtos, como fizemos ao firmar acordos do MERCOSUL com a União Europeia, a Associação Europeia de Livre Comércio e Singapura.
Por meio do Plano Brasil Soberano, manteremos medidas de proteção aos setores afetados por tarifas ilegais e arbitrariamente impostas pelo governo dos EUA, preservando empregos e a capacidade produtiva nacional.
O Brasil iniciará imediatamente os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, e retomará o tema no âmbito do mecanismo de solução de controvérsias da OMC.
É triste constatar que o lamentável desfecho das investigações baseadas na Seção 301 faz parte do enredo construído com a ativa colaboração da família Bolsonaro. São falsos patriotas que arquitetaram e defenderam publicamente ações contra o nosso país, movidos por objetivos eleitoreiros.
Não se pode amar o Brasil apenas quando vencemos eleições. Proteger a nossa soberania é uma obrigação que está acima de todos os partidos e todas as tendências. O governo brasileiro não vacilará em seu dever de preservá-la.
Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
se eu fosse sísifo condenado a empurrar uma pedra para sempre e descobrisse que um arrombado escreveu um livro dizendo que era preciso me imaginar feliz eu ficaria muito puto