Juli
7.9K posts

Juli
@ju___linhaX
Seguí tu corazón ✨


ter 28 anos tá sendo tipo - vou morar sozinha ou continuo morando com os meus pais? - dou entrada em um apartamento ou faço uma uma eurotrip? - volto pro ballet ou começo a fazer pilates? - quero ter filhos ou td bem não ter? tudo ao mesmo tempo enquanto eu fico paralisada






Exclusivo - Implantes hormonais manipulados, conhecidos como pellets, ganharam popularidade em redes sociais e consultórios médicos como suposta solução para sintomas da menopausa, endometriose e síndrome dos ovários policísticos. Influenciadores da área da saúde afirmam que o método melhora disposição, bem‑estar e qualidade de vida. Entidades médicas e órgãos de controle alertam, porém, que não há evidência científica que comprove a eficácia desses implantes para tratar doenças ou sintomas como queda de libido, cansaço ou ganho de peso. Segundo sociedades médicas, hormônios usados nos pellets, como testosterona, oxandrolona e gestrinona, têm efeito anabolizante e finalidade estética, prática proibida pela Anvisa. Além da falta de comprovação científica, o uso desses implantes pode causar efeitos colaterais graves, como infarto, AVC e trombose. O Conselho Federal de Medicina afirma que a prescrição pode configurar infração ética e aponta que a prática se apoia em uma brecha regulatória, já que a produção não é proibida, mas o uso não é aprovado. Documentos obtidos pelo g1 indicam que pellets vêm sendo produzidos em escala por farmácias de manipulação, o que é irregular. A reportagem também aponta um modelo de negócio envolvendo médicos e farmácias, em que implantes comprados por valores baixos são revendidos às pacientes por preços que podem chegar a R$ 12 mil, sem que muitas saibam que recebem hormônios de efeito anabolizante. Órgãos como Anvisa, conselhos de medicina e Ministérios Públicos acompanham o tema e investigam possíveis irregularidades. Já médicos citados afirmam que a reposição hormonal é reconhecida e que os pellets são apenas uma via de administração, defendendo o uso com indicação individualizada e acompanhamento, dentro das normas sanitárias. Saiba mais na reportagem de Poliana Casemiro e Talyta Vespa. Acesse em g1.com.br/saude #g1 #notícias #saúde #hormônios #anvisa















