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RAFA JUSTOS: Compartilha resultado ENCANTADOR de sua cirurgia de rinoplastia secundária e pondera: "Não foi por falta de autoestima, foi por escolha." Confira o antes e o depois:














Nota Presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, Erika Hilton manifestou-se publicamente em defesa de um homem biológico que se declara mulher trans, antes da apuração completa dos fatos, das imagens, das testemunhas e da versão de Cássia Kis. É impossível ignorar a seletividade de certas agendas. Durante anos, repetiram que a palavra da mulher deveria ser levada a sério. Mas, quando uma mulher questiona uma situação envolvendo banheiro feminino, intimidade e privacidade, ela passa a ser tratada como culpada antes mesmo de qualquer conclusão oficial. Cássia Kis foi exposta a uma condenação pública antecipada. E o ponto central não pode ser escondido: mulheres têm o direito de discutir quem pode acessar espaços reservados à sua intimidade, ao seu corpo e à sua segurança. Isso não autoriza ofensa, humilhação ou violência contra ninguém. Mas também não autoriza transformar qualquer questionamento em crime antes da apuração dos fatos. A seletividade aparece justamente aí: quando a narrativa interessa à agenda identitária, a mulher deixa de ser ouvida e passa a ser descartada. Cássia Kis tem direito ao contraditório, à presunção de inocência e a não ser condenada por militância digital. E as mulheres brasileiras têm o direito de debater esse tema sem intimidação política.












