Carlos Arruda

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Carlos Arruda

Carlos Arruda

@kakoarruda

Katılım Mart 2014
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Carlos Arruda
Carlos Arruda@kakoarruda·
Eu te amo flamengo 🥺❤🖤
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Pedro Ronchi
Pedro Ronchi@PedroRonchi2·
Nikolas Ferreira 'sou a favor do empregado negociar com o patrão'. O empregado negociando com o patrão:
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FLA DA NAÇÃO
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@futebol_info Para os chutões irem direto nas mãos do goleiro. Gênios !!!!!
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Planeta do Futebol 🌎
Planeta do Futebol 🌎@futebol_info·
Cerro Porteño diminuiu a largura do campo do La Nueva Olla para o jogo contra o Palmeiras. O campo está com 64 metros de largura, o mínimo exigido pela FIFA para jogos internacionais. A mudança foi feita especificamente para o jogo contra o Alviverde. Procurada, a Conmebol afirmou que a dimensão está dentro do exigido e que não há margem para reclamação. 🗞️ @UOL 📸 Reprodução
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André Rizek
André Rizek@andrizek·
O Vini Jr. não tem fã clube ou parças tão barulhentos como o Neymar, pra sorte dele. Se é o Neymar que faz a jogada do primeiro gol ontem... hoje estariam debatendo no lugar de quem ele jogaria nas Copas de 58, 1970, 2022 ou até na Argentina do Messi 😂.
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Olé do Brasil
Olé do Brasil@Oledobrasil·
- AH Mas a Copa do Mundo perde sem a Itália, é melhor pra competição quando tem os países tradicionais Irmão, por mim só classificaria o Brasil e a gente ganhava o Hexa no grupo com Malta, Chipre e Madagascar Depois Luxemburgo nas oitavas, Suriname nas quartas, Trindad e Tobago na semi e a final contra Ilhas Fiji.
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Danilo Torres
Danilo Torres@DaniloTorres100·
Pavanato (PL-SP) faltou ao debate com o Glauber no 3 irmãos! O motivo: ele queria um debate com perguntas previamente COMBINADAS! Também queria usar o Google e ter assessor do lado. Glauber levou um boneco de burro pra simbolizar o arregão. A partir de hoje é CAGANATO!
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Planeta do Futebol 🌎
Planeta do Futebol 🌎@futebol_info·
“No auge, Neymar jogou mais que Vini Jr, mas Vini, aos 25 anos, já é maior que Neymar na Europa. Vini tem duas Champions e prêmio de melhor do mundo.” “Vini tem um tamanho que às vezes a gente no Brasil não percebe.” 🎙️ André Rizek. 🎥 @sportv | @geglobo
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JK 🐻
JK 🐻@crt444ph·
conseguiu apreender mais haxixe do que todas as operações de 2025 juntas. Prejuízo milionário no tráfico com trabalho de inteligência. Todo o resto feito nas comunidades nada mais é do que genocídio disfarçado de guerra as drogas.
Cannabis Brasil@canabisbrasil

🚨VEJA: Polícia apreende cerca de duas toneladas de haxixe na Zona Oeste do Rio. A mercadoria, avaliada em R$ 100 milhões, foi localizada em uma casa, em Jacarepaguá, Zona Sudoeste do Rio, durante uma operação da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Capital (DRFA/CAP).

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Flamengo
Flamengo@Flamengo·
O Clube de Regatas do Flamengo agradece a Filipe Luís por toda a dedicação e conquistas ao longo dessa jornada como treinador. Desejamos sucesso na sequência da carreira. #obrigado
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Vitor Sergio Rodrigues VSR
Vitor Sergio Rodrigues VSR@vitorsergio·
Imagina como estariam as redes sociais se fosse uma árbitra a deixar O MESMO TIME sair com a bola nos DOIS TEMPOS!?!? Isso que dá deixar um homem apitar um jogo dessa importância!
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Mellanie F. Dutra
Mellanie F. Dutra@mellziland·
Estou pronta pra me xingarem, de todos os lados, mas queria muito trocar essa ideia com vocês sobre a polilaminina: será que um Nobel vem aí? Soltando primeiro o vídeo, e na sequência vem um fio - vai ter conteúdo pra todos os gostos :) O que acham? 😬
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Igor Eckert
Igor Eckert@igoreckert·
É indiscutível que existem pacientes que melhoraram depois de receber polilaminina. Indiscutível. O que deve ser discutido é a atribuição dessa melhora à droga em si. Melhorar depois do tratamento não significa que melhorou por causa dele. O problema é que essa discussão está sendo SILENCIADA, e isso me preocupa muito. Em parte, esse silenciamento ocorre por causa dos posts virais sensacionalistas, que páginas de engagement-farming e influencers estão reproduzindo. Postagens que endeusam a Tatiana Sampaio, dizendo que a pesquisadora "fez tetraplégicos voltarem a andar", estão moldando a opinião pública de uma maneira completamente bizarra. Muitos já estão em uma fase tão avançada do que parece uma lavagem cerebral que, ao se deparar com qualquer questionamento às alegações prematuras (e não comprovadas) de benefícios da polilaminina, entendem que se trata de um "ATAQUE" à divindade Tatiana Sampaio — e partem para ofensas, insinuações e até mesmo ameaças. Fato é que não há (ainda) qualquer comprovação empírica de que isso seja verdade. Não há nenhum estudo ou observação concreta da realidade que nos convença de forma razoável que isso seja verdade. [Vou tentar explicar isso aqui. Já aviso que talvez vc precise dedicar alguns minutos da sua vida para ler e entender. Mas acho que vai ser proveitoso.] "Pq não podemos dizer que polilaminina funciona?" Será possível dizer que "pessoas estão voltando a andar graças à polilaminina" apenas se tivermos certeza que elas NÃO teriam melhorado da forma que melhoraram caso não tivessem recebido a droga. "Mas o que poderia explicar esse retorno de capacidade funcional e redução do comprometimento funcional, que não um efeito da polilaminina?" Muitas pessoas não sabem disso, mas uma lesão medular não é uma sentença. As pessoas não necessariamente ficam "totalmente paralisadas", e as pessoas podem melhorar com o tempo. Vou explicar: Quem sofre uma lesão de medula espinhal é avaliado de acordo com a escala ASIA (American Spinal Injury Association Impairment Scale) para determinar os níveis sensoriais e motores afetados. A escala possui cinco níveis de classificação, que vai desde uma perda completa da função neural na área afetada (ASIA A), sem qualquer função motora ou sensória abaixo do nível da lesão; até até normalidade completa (ASIA E), onde todas as funções do paciente estão OK, sem prejuízo. Isso já ajuda a desmistificar o pensamento "tudo ou nada" do senso comum sobre lesão medular. Na realidade, existem 5 graus de comprometimento: os piores casos são ASIA A, e os menos piores ASIA C/D. Mas o mais importante aqui é entender que as pessoas que sofrem lesão medular podem, sim, melhorar o seu grau de comprometimento inicial. (Sim, até mesmo pessoas com "lesão completa", que são as que estão recebendo polilaminina. Mesmo nesses casos, não é raro ver progressão.) Primeiro: existe uma taxa de conversão não-trivial de pacientes com 'lesão completa' (ASIA A) para lesão incompleta (ASIA B, C ou D) mesmo sem receber tratamento algum. Dados da literatura mostram que isso ocorre com até 15% dos pacientes. [Lembrando: "taxa de conversão" é a proporção de pessoas que inicialmente estão em uma categoria de gravidade (p. ex., ASIA A) e, com o passar do tempo, passam para outra categoria (p. ex., ASIA B).] Mas há uma taxa de conversão maior ainda na presença do tratamento usual padrão ouro: imobilização e primeiros socorros imediatos, minimizar lesões secundárias (com otimização hemodinâmica e cirurgia de descompressão precoce) e fisioterapia intensiva precoce. Dados da literatura mostram que, nesse cenário "ótimo", a conversão de ASIA A para ASIA C/D pode acontecer com até 40% dos pacientes. Se não houvesse QUALQUER conversão... Se os pacientes inicialmente classificados como "ASIA A" definitivamente NÃO recuperassem qualquer capacidade motora ou sensória... Não precisaríamos de estudo algum. Bastaria aplicar polilaminina em alguns pacientes e ver o que acontece. Caso melhorem, as únicas explicações seriam: 1) um milagre sobrenatural, ou 2) a polilaminina conseguiu reestabelecer as conexões sinápticas perdidas, causando ganho de função que caso contrário com certeza não teria sido possível e viabilizando uma conversão sem precedentes de "ASIA A" para "ASIA B/C/D", que seria impossível acontecer na ausência de um tratamento eficaz. Mas isso simplesmente não é verdade, como agora você sabe. As pessoas recuperam função sim, mesmo os casos de lesão completa (ASIA A). Existe um problema adicional, no entanto... Pacientes inicialmente classificados com lesão completa (ASIA A) são, na realidade, frequentemente pacientes com lesão incompleta (ASIA B/C/D). Em outras palavras: muitas pessoas recebem um "diagnóstico" errado. Paciente chega no hospital, o profissional encarregado de conduzir os testes da escala ASIA faz os procedimentos necessários e chega na conclusão de que é ASIA A, quando na realidade não é. [Por sinal, nada disso é especulação minha, está tudo bem documentado na literatura. Existe um grande overdiagnosis de 'lesão completa', que pode chegar a 20-40% dos casos. Isto é, até 40% dos pacientes com 'ASIA A' são re-classificados como 'ASIA B, C ou D' quando o exame é repetido posteriormente!] Esse "erro" não é incompetência. Esse erro de classificação ocorre devido a dificuldades no exame físico nas primeiras horas/dias desde o evento traumático que originou a lesão medular. 1. Choque espinhal: uma fase transitória de arreflexia (ausência completa de reflexos musculares), que pode levar dias e até semanas para resolver. De maneira geral, muitas 'lesões incompletas' podem parecer 'lesões completas', pois os reflexos e sensações sutis estão temporariamente prejudicadas. Cabe destaque aqui à ausência de reflexo bulbocavernoso, que é sugestivo de lesão completa. Mas se a ausência deste reflexo é por causa do choque espinhal (e não por causa da lesão em si), estamos classificando o paciente com ASIA A (lesão completa) incorretamente. Nesse caso, uma melhoria posterior é completamente esperada, e pode perfeitamente não ter sido causada pela polilaminina, mas sim pela resolução do choque espinhal. 2. Edema: esse é mais intuitivo, qualquer lesão gera inflamação e edema. Nas primeiras horas/dias, é muito difícil descartar a possibilidade de que o edema e prejuízos temporários em neurotransmissores estejam mascarando uma função neurológica que, no fundo, está preservada. Esse é mais um fator que enviesa a avaliação inicial na escala ASIA, fazendo com que o operador "erre pra cima", e diga (incorretamente) que pacientes com 'lesão incompleta' têm 'lesão completa'. É por isso que as diretrizes da área sugerem cautela na determinação do diagnóstico/prognóstico do paciente com lesão medular dentro dos primeiros 7-10 dias. Qualquer avaliação de grau de comprometimento é muito incerta. Muitas vezes é prudente deferir uma classificação definitiva antes da resolução completa do choque espinhal, registrando "grau de comprometimento indeterminado" ou, ao menos, registrar 'ASIA A' como uma "lesão presumivelmente completa". Infelizmente, entretanto, muitos pacientes são rotulados com 'ASIA A' sem essas nuances. Ou seja: quem diz para um paciente com lesão medular que acabou de chegar no hospital que ele "nunca mais vai voltar a andar" tem grande chance de estar contando uma inverdade, dando uma notícia ruim desnecessariamente. Mas não dá pra dizer que esse erro não é conveniente. Muitos médicos podem preferir classificar a lesão como mais grave do que ela realmente pode ser por uma questão de cautela, porque preferem não criar muita expectativa no paciente. Em contrapartida, se o médico diz que o paciente "nunca mais vai andar" e o paciente volta a mexer um pé semanas depois, isso é frequentemente visto como algo positivo, podendo ser interpretado até mesmo como um "milagre" médico (mesmo que, na verdade, tenha sido apenas uma correção do diagnóstico inicial de comprometimento que foi superestimado). "Ok, entendi tudo... mas ainda não enxerguei como exatamente isso é relevante para saber se polilaminina funciona" Na prática, isso tudo importa porque polilaminina é aplicada justamente dentro das primeiras 72 horas desde o evento que originou a lesão medular. Muitos pacientes, como o Bruno Drummond, receberam a polilaminina em menos de 24 horas. Isso significa que aplicação da polilaminina é feita no momento em que a situação do paciente é extremamente incerta: não temos certeza se é lesão completa mesmo, não sabemos qual é o verdadeiro grau de comprometimento funcional. Então o paciente pode melhorar em poucos dias/semanas depois de receber polilaminina, com uma progressão excelente, que você não esperaria para uma 'lesão completa' — mas que, no fundo, é uma recuperação que já ocorreria de qualquer forma devido à resolução dos desarranjos neurológicos temporários (p. ex., choque espinhal/edema) e, claro, o tratamento padrão ouro que foi aplicado de forma rápida e com alta qualidade, em um centro especializado, como foi o caso de Bruno Drummond. Em suma: Para saber se polilaminina funciona mesmo, precisamos garantir que a melhoria que estamos observando nos pacientes definitivamente NÃO FOI causada por (1) melhorias reais devido ao tratamento usual padrão ouro ou (2) correção do erro de classificação inicial. E a única forma de garantir isso é com estudos científicos experimentais em humanos. Especificamente, precisamos que esse estudo seja um 'ensaio clínico controlado aleatorizado'. Devem ser recrutados indivíduos com lesão medular aguda nas últimas 72h, inicialmente classificados como lesão completa ('ASIA A'). Conforme os protocolos iniciais do grupo de pesquisa da Tatiana, a localização da lesão deve ser entre C4 e T12, e os pacientes todos têm que ter indicação de cirurgia de descompressão medular e/ou fixação da coluna vertebral — pois a aplicação da polilaminina é feita durante essa cirurgia. Metade dos pacientes recrutados serão sorteados para cair no grupo intervenção (polilaminina) e a outra metade para o grupo controle (que pode receber placebo, por exemplo). Ambos grupos devem ser tratados de forma idêntica e acompanhados ao longo dos meses/anos. Se houver maior e/ou mais rápida recuperação funcional no grupo intervenção, então saberemos que polilaminina é eficaz (e poderemos inclusive estimar qual é o tamanho de sua eficácia). Em contrapartida, se não houver diferença importante na recuperação funcional entre os dois grupos, saberemos que o tratamento—infelizmente—não é eficaz. "Ok, mas os pesquisadores certamente já sabem disso e vão fazer as pesquisas, certo?" Teoricamente, sim. Normalmente é isso mesmo que acontece. Mas normalmente, para 99% dos tratamentos, a percepção pública é NEUTRA. Os pacientes normalmente não têm motivos para acreditar que o tratamento funciona. Ele confia no cientista que diz que há uma genuína incerteza em relação à eficácia e segurança do tratamento, e por isso estão conduzindo um ensaio clínico randomizado. Por isso, os pacientes normalmente tendem a topar participar do estudo e aceitam ter 50% de chance de serem sorteados para receber tratamento ou placebo. No entanto, a propaganda massiva, exagerada e enganosa que está sendo feita nas redes sociais está fazendo com que muitas pessoas acreditem que o tratamento com certeza funciona — ou que, ao menos, a probabilidade de funcionar é enorme. Essa percepção é um problemão, pq muitos pacientes podem NÃO QUERER participar dos ensaios clínicos. Afinal, em um estudo há apenas 50% de chance de receber polilaminina. Se a chance de receber o tratamento por via judicial (ou outras vias) é maior, isso significa que muitos pacientes vão evitar os ensaios clínicos. E o que acontece quando os pacientes evitam ensaios clínicos? 1. Os estudos demoram mais para chegar no número necessário de participantes 2. Os estudos demoram mais para serem finalizados 3. O medicamento demora mais tempo para ter o seu perfil de segurança e eficácia definido 4. O medicamento demora mais tempo para ser aprovado pela ANVISA (caso seja eficaz e seguro) 5. O medicamento demora mais tempo para chegar no mercado e no SUS, o que significa que milhares de pessoas com lesão medular aguda que poderiam ter sido beneficiadas perderão a janela de oportunidade para receber um tratamento que poderia mudar o rumo de suas vidas. "Só" isso. Isso é o que está em jogo por causa de pessoas e instituições irresponsáveis (ou com segundas intenções) que decidiram fazer uma grande campanha de marketing divulgando informações enganosas, induzindo a opinião pública ao erro. Eu espero MUITO, de coração, que os ensaios clínicos randomizados sejam feitos. Que sejam bem feitos, que o grupo de pesquisa receba verba, receba apoio financeiro e apoio intelectual para conduzir esses trabalhos. Que esses estudos não sejam atrasados por dificuldades no recrutamento E que a desinformação que estamos vendo não acabe prejudicando a vida de pessoas que poderiam se beneficiar da polilaminina, caso o medicamento se demonstre eficaz mesmo — que é o que todos nós queremos que seja verdade. Obrigado pela leitura.
Igor Eckert tweet media
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Eixo Político
Eixo Político@eixopolitico·
🇧🇷 URGENTE: Câmara aprova reajuste de até 40% para servidores do Legislativo e folga de 1 dia a cada 3 dias trabalhados. Licença compensatória poderá ser paga em formato de pecúnia - ou seja, em dinheiro e sem cobrança de imposto de renda -, abrindo margem para supersalários.
Eixo Político tweet media
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Xadrez Verbal
Xadrez Verbal@XadrezVerbal·
Falando de Doutrina Monroe desde o início do ano, antes mesmo da posse de Trump, tanto no podcast quanto nas colunas do Estadão Teve gente chamando de exagero, de "esquerdismo", de visão ultrapassada, até de cafona Departamento de Estado dos EUA hoje, pra não deixar dúvidas:
Xadrez Verbal tweet media
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Vinicios Betiol
Vinicios Betiol@vinicios_betiol·
Oi @grok, remova o ladrão de petróleo da imagem.
Vinicios Betiol tweet media
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André Fran
André Fran@andrefran·
Gente, não é complicado: você pode ser contra Maduro e ao mesmo tempo condenar o ilegal e criminoso bombardeio de Trump na Venezuela. Simples assim.
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Nicolás Sánchez Arévalo
Nicolás Sánchez Arévalo@ANicolasSanchez·
Latinoamericanos celebrando bombardeos contra América Latina. Una vergüenza que será recordada por décadas
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Cássio Oliveira
Cássio Oliveira@cassioolivveira·
Critica o Bolsa Família o ano inteiro, mas no NATAL distribui cesta básica! Porque a CARIDADE é para satisfazer o ego, mas JUSTIÇA SOCIAL é uma ameaça!
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Mariana Oliveira
Mariana Oliveira@marioliveirain·
Respondendo na moral: Porque, segundo dados da violência no Brasil (veja no atlas da violência), homens são mais mortos por outros homens, geralmente devido a desentendimentos e disputas, usando armas de fogo, em contextos de alta exposição social e comportamentos de risco, em locais públicos como ruas, com pico nos finais de semana e à noite. Já mulheres, segundo os mesmos dados, as principais motivações são o inconformismo com o término do relacionamento (45%), ciúmes, posse (30%), com autores sendo maridos e ex-maridos em grande parte dos casos (quase 80% dos casos com autoria identificada), ocorrendo majoritariamente na residência. Acho que dá para entender um pouco a diferença. Um está morrendo ao se expor a uma situação de risco, e o outro morrendo no conforto do lar, pelo próprio companheiro. Não sei se é só a mulher “escolher direito”, como alguns de vocês dizem. Quando você vai para o perfil dos agressores, o consumo de álcool foi uma das motivações, e ele é encontrado em 60%, a maioria estudou e está inserido no mercado de trabalho, não é tão simples e eles não estão com aviso na testa (às vezes estão). Sei que tem exceções e que tem mulheres que se relacionam com bandido puro e simples, mas tenhamos boa vontade de ver que sim, tem algo de errado com as relações e com a forma que homens enxergam mulheres.
Raiam Santos McArn@raiam700

Se 92% dos homicídios do Brasil são contra homens Por que esse movimento todo com o feminicídio?

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Lázaro Rosa 🇧🇷
Lázaro Rosa 🇧🇷@lazarorosa25·
Rapaz, que lapada 👏🏾
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