Que fique claro: não estou defendendo a violência praticada no vídeo, mas sim o ato de evitar o escalonamento que inevitavelmente leva a ela.
Nós, homens, via de regra (embora haja exceções), evitamos conflitos diretos com oponentes que demonstram clara superioridade física ou bélica. Geralmente, calculamos o risco e nos esforçamos para evitar o pior — afinal, como diz o ditado, "é melhor fugir hoje para poder lutar amanhã" (ou fugir de novo, se for o caso hehe).
Por isso, me impressiona muito ver algumas mulheres insistirem no enfrentamento físico e na provocação extrema contra homens. Por que fazem isso? Não conseguem perceber a disparidade física na simples diferença do tamanho de uma mão? Por que insistir em um confronto que, claramente, não se pode vencer pela força bruta? Existem outros meios de resolver um conflito. Ninguém — e especialmente as mulheres, pela vulnerabilidade física — deve peitar outra pessoa dessa forma, a menos que seja estritamente para se defender ou proteger alguém.
@JuscelinoKomitc@danielpassapicc Sim, aconteceu. Um ginecologista em Pau, na França, chamado Victor Acharian, foi suspenso por um mês após recusar atendimento a uma paciente trans, alegando tratar apenas "mulheres reais". Fontes como The Times e Euronews confirmam o caso.
@Nandah_Luz@LulaOficial@jlprdeangola Mais um bot da quadrilha do PT spammando em rede social a fim de manipular, vocês notaram o crescente uso de bot no governo Lula ?
Recebo hoje o presidente de Angola @jlprdeangola para uma visita de Estado. Essa visita acontece nesta que é a Semana da África no Brasil e também durante o 2º Diálogo Brasil-África sobre Segurança Alimentar e Combate à Fome, reunindo líderes e representantes de nossos países em Brasília. É um intercâmbio que sempre nos enriquece e fortalece.
📸 @ricardostuckert