Lean Bernardi
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Lean Bernardi
@leanbernardi
Jornalista por vocação, bacharel em Direito por puro masoquismo.
São José do Rio Preto, Brasil Katılım Şubat 2022
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"Vamos viver nossos sonhos, temos tão pouco tempo".
Eu tinha me esquecido disso.
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@reporterenato Não penso que chegue a esse ponto. A Argentina, além de fazer parte do Mercosul, também é a maior parceira comercial do Brasil na América Latina.
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ATENÇÃO: Brasil chama de volta embaixador na Argentina após Javier Milei atacar Lula e o STF em convenção do PL. A medida é uma das mais relevantes no campo diplomático e antecede eventual rompimento das relações entre as duas nações, em uma medida que seria mais radical.
Brasília, Brazil 🇧🇷 Português

Mais um cara de direita, favorável ao empresariado do agronegócio.
Só melhora.
Renato Souza@reporterenato
Ronaldo Caiado, ex-governador de Goiás, oficializa candidatura à Presidência da República
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Sabemos que a #Argentina votou mal, já fizemos o mesmo, mas zoar a insegurança alimentar que o país passa é tão desprezível quanto seu governo.
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@LulaOficial O único argumento plausível para a taxação, seria um déficit dos EUA em relação ao Brasil em seus produtos e serviços, o que ficou claro em diversas matérias e reportagens que isso nunca houve.
Para bom entendedor, isso basta.
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Artigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicado neste domingo no jornal Washington Post
As tarifas dos EUA contra o Brasil são um erro estratégico
Há um ano, fui surpreendido pela publicação, em uma plataforma digital, de carta do Presidente Donald Trump que impunha tarifa de 50% a produtos brasileiros. A menção, logo no primeiro parágrafo, ao ex-presidente Jair Bolsonaro — condenado no ano passado e hoje preso por tentativa de golpe de Estado no Brasil — deixava explícita a motivação política da medida.
Nos diálogos que mantive com Trump desde então ressaltei que não é necessário compartilhar as mesmas visões de mundo para buscar relação mutuamente benéfica entre nossos países. Afinal, somos líderes das duas maiores democracias e economias das Américas.
Negociações entre nós e decisões da Suprema Corte dos EUA desmontaram a primeira versão do tarifaço. Mas este mês, desconsiderando dezenas de reuniões entre nossas equipes, sólidos argumentos técnicos e documentos que entreguei pessoalmente ao próprio Trump, o governo norte-americano decidiu adotar novas tarifas contra o Brasil que vão de 12,5% a 37,5%.
Como resultado, a Global Trade Alert, organização independente baseada na Suíça, estima que o Brasil e a Turquia são hoje os segundos países mais tarifados pelos Estados Unidos, depois apenas da China. E isso apesar do superávit norte-americano no comércio bilateral de bens e serviços, que ao longo de quinze anos consecutivos acumula 428 bilhões de dólares.
Além de injustas, as novas tarifas são um erro estratégico: elas prejudicam a economia dos Estados Unidos e a parceria com o Brasil. Diversos segmentos industriais dos Estados Unidos dependem de insumos brasileiros. Alimentos, calçados, têxteis, móveis, autopeças e vários outros produtos chegarão mais caros ao consumidor norte-americano.
As exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram para o menor patamar desde 1997. Na comparação entre os primeiros 6 meses de 2025 e 2026, o comércio bilateral com os EUA recuou 12,8%, enquanto o comércio com a União Europeia cresceu 6,1% e com a China aumentou 15,9%.
No médio prazo, essas tarifas vão levar à desorganização de cadeias produtivas que hoje se encontram densamente integradas e as empresas brasileiras vão substituir fornecedores norte-americanos por outros parceiros.
Isso diz muito da inconsistência entre os interesses dos EUA anunciados em sua estratégia de segurança nacional e as políticas que adota em relação ao Hemisfério Ocidental.
A América Latina e o Caribe não precisam de porta-aviões rondando suas águas nem de punições tarifárias. O que nos falta são parceiros confiáveis e previsíveis. Neste momento em que os EUA isolam seu mercado, outros países se apresentam como alternativas, oferecendo uma agenda positiva, capaz de fomentar o desenvolvimento econômico e social.
Estou convicto de que a união de esforços em torno de iniciativas concretas de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir para superar as mazelas que afligem um hemisfério que é de todos nós.
A divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais por recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos e retrocessos.
Apesar da longa história de intervenções políticas e militares dos Estados Unidos na América Latina e no Caribe, houve momentos em que Washington soube ser um parceiro à altura de nossos interesses de desenvolvimento.
O Presidente Franklin D. Roosevelt implementou uma política de Boa Vizinhança que tinha como objetivo substituir o uso da força pela diplomacia em sua política externa para a região. Essa postura contribuiu de forma decisiva com os primórdios da industrialização no Brasil. O presidente George W. Bush, ao enfrentar a crise financeira de 2008, incluiu 3 países latino-americanos na primeira reunião de líderes do G20.
Para o Brasil, a única guerra que precisamos travar nesta parte do mundo é contra a fome, a pobreza e a desigualdade. E as únicas armas a empregar são as dos investimentos, da transferência de tecnologia e do comércio justo e equilibrado.
Tentativas de impor amarras ideológicas à parceria bilateral, ou de instrumentalizá-la para fins eleitorais, não se sustentam. Nunca antes um secretário de Estado norte-americano havia qualificado o Brasil como um país não-amigo. Ninguém vai nos derrotar com base em mentiras.
As alegações do Presidente Trump contra o Brasil, na tentativa de justificar as tarifas, são infundadas. A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade nas plataformas de redes digitais — não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas. Nosso sistema de pagamentos, o Pix, não discrimina empresas norte-americanas e é uma referência internacional de infraestrutura pública digital. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros.
Respeitamos a soberania de outros Estados e negociamos com todos aqueles que saibam respeitar a nossa. A reciprocidade é a base de toda relação entre nações e temos mecanismos apropriados para assegurá-la.
Estamos prontos a continuar dialogando de maneira aberta e construtiva, como o relacionamento entre dois países como o Brasil e os Estados Unidos requer. Mas o destino do Brasil compete apenas aos brasileiros, sem interferência externa, nem subserviência.
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva

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@shikavasco Nossa cara, nada a ver. As 2 tinham suas semelhanças e o mesmo estilo, mas cada uma com suas peculiaridades. X-tina nunca será tão boa dançarina e carisma quanto a Britney, nem esta terá o 1/3 da voz da xtina. E tá tudo bem. Essa rixa é muito anos 2000 e nunca existiu entre elas
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inacreditável a insossa da britney ter sido maior que isso
XtinaLoverr™️@XtinaLoverr
she was starving so she ATE
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@the100acervo Estou reassistindo GOT, mas penso que essa será a próxima que irei rever - é muito boa.
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@Nixbackrowseats Ler, igualmente, não tava compensando muito não rs
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@toninhodocall Um peso argentino vale aproximadamente R$ 0,0034. Isso significa que R$ 1,00 equivale a cerca de 293 pesos na cotação oficial atual - e isso que o Real tá numa fase hard comparado ao dólar.
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