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"É preciso ter em mente que Perlongher sempre recusou a ideia de uma identidade sexual, vista por ele como o aprisionamento do desejo em um gueto. Seu interesse, ao contrário, estava na busca de linhas de fuga capazes de desestabilizar as relações de poder, produzindo, nos +
Revista Literária Pernambuco@pernambucorev
No link, @leonascimento07 discute como a obra de Néstor Perlongher (1949-1992), antropólogo e poeta, dá/deu corpo a dissidências sexuais na América Latina ao assumir o desejo como “uma força furiosamente barroca", com misturas e contradições extravagantes: bit.ly/4469uP7
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