Negãossionista

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@liganois

Vão sem mim que eu vou lá ter

Porto Alegre, Brasil Katılım Haziran 2009
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Negãossionista
Negãossionista@liganois·
"Todo aquel hombre que sea conocido por pedante, por adulón, por farsante, a todos lados irá, de todos lados saldrá como rata por tirante"
Español
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igor
igor@ciganoigoor·
na verdade não, a expressão “saber de cor” vem da época da escravidão, onde existia um cargo específico para o mercador de escravos que analisava os escravizados pela cor, por isso "saber de cor" ou seja é uma expressão racista
elisa ben lis@lisabrutal

sabiam q a expressão “saber de cor” vem da franca medieval “savoir par coeur” que é a crença de que a memória e o conhecimento residem no coracao?

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Ane F.
Ane F.@vogueandxcoffee·
Todo homem hétero que comemora a convocação do Neymar é uma red flag.
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DEL’AMORESEP ⓟ
DEL’AMORESEP ⓟ@DELAMORESEP·
Pior que essa parada da Virgínia vai passar batido. Mas isso era papo de boicote e cancelamento ao ponto das marcas que patrocinam ela m, terem que emitir nota dizendo que repudiam e etc. Não dá pra ver ela fazer um negócio desse, e achar que foi sem maldade.
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Negãossionista
Negãossionista@liganois·
@mdavidmacedo Porra, meu irmão, a mina namorou um negão azul e tu quer dizer que ela é racista?
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Marcelo D. Macedo
Marcelo D. Macedo@mdavidmacedo·
Essa desgraçada sempre foi racista. Nas sutilezas, nas omissões durante o namoro com alguém tão marcado, na forma como utiliza uma escola de samba para limpar a própria imagem, na insistência em roubar dinheiro de gente pobre. É só como ela sabe ser. Falta decência e repertório.
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Negãossionista
Negãossionista@liganois·
@jonasdiandrade Cara ressentido pra caralho. Se tivesse vivido no Brasil teria pegado brancas e pretas galore e ia parar de viadagem.
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Jonas Di Andrade
Jonas Di Andrade@jonasdiandrade·
Para Fanon, o racismo colonial impõe ao sujeito negro um violento complexo de inferioridade. Como a branquitude é estabelecida como o padrão universal de beleza, humanidade e civilidade, o negro é empurrado para a "zona do não-ser". Para escapar dessa desumanização, o sujeito tenta adotar "máscaras brancas". O relacionamento com a mulher branca surge, então, como uma dessas máscaras: um mecanismo de salvação e validação ontológica (de existência). "Quero ser reconhecido não como negro, mas como branco. Ora [...], quem pode fazer isso senão a branca? Amando-me, ela me prova que sou digno de um amor branco. Sou amado como um branco. Sou um branco." — Frantz Fanon, Pele Negra, Máscaras Brancas Ao ser aceito por uma mulher branca, o homem negro operaria uma espécie de "alquimia psicológica": ele sente que está comprando sua entrada no mundo dos brancos e lavando a sua própria "negrura". O objetivo final, inconscientemente, não é a mulher em si, mas o status de humanidade que a branquitude dela representa.
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Negãossionista
Negãossionista@liganois·
@ecobaghappy @barbie_comuna falta vcs passarem o memo entre as outras feminazis, q estão endeusando ela (afinal, é a bruxa q esqueceram de queimar ou algo assim)
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Lívia. ☭ FORA MELO
Lívia. ☭ FORA MELO@ecobaghappy·
@barbie_comuna Ai credo, essa criatura é pessima. Ainda bem que sou bloqueada e bloqueei e silenciei também porque daí não vejo nada
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Negãossionista
Negãossionista@liganois·
Porra, a mina já é meio lacration da cabeça, mas, num pequeno lampejo, resolve cair em si, e esse viadinho já salta a reclamar.
Ale Santos@Savagefiction

Adeclaração de Ana Paula Maia sobre “não escrever literatura identitária” gerou desconforto entre autores negros brasileiros. Mas talvez a discussão mais importante não seja se existe ou não literatura identitária... 🔗@savagefiction/o-brasil-aceita-a-intelectualidade-negra-mas-ainda-teme-a-nossa-imagina%C3%A7%C3%A3o-d972f61a450a" target="_blank" rel="nofollow noopener">medium.com/@savagefiction

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Mariana Oliveira
Mariana Oliveira@marioliveirain·
“Vocês não gostam do Neymar por conta de política” O cara traiu a esposa grávida. Divulga casa de aposta o dia inteiro. Jogou três copas e decepcionou nas três. Transformou a seleção em “time do Neymar”. Transformou o futebol arte em apenas ostentação.  Indisciplinado. Briga até com torcedor. Pergunto aos fãs dele: quais valores do Neymar vocês gostam? Pois eu não acho que quem não gosta dele precise se justificar, e sim quem o venera.
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Brivael Le Pogam
Brivael Le Pogam@brivael·
Je veux présenter mes excuses, au nom des Français, pour avoir enfanté la French Theory (qui a enfanté la pire des merdes idéologiques : le wokisme). Nous avons donné au monde Descartes, Pascal, Tocqueville. Et puis, dans les ruines intellectuelles de l'après-68, nous avons donné Foucault, Derrida, Deleuze. Trois hommes brillants qui ont fabriqué, dans l'élégance de notre langue, l'arme idéologique qui paralyse aujourd'hui l'Occident. Il faut comprendre ce qu'ils ont fait. Foucault a enseigné que la vérité n'existe pas, qu'il n'y a que des rapports de pouvoir déguisés en savoir. Que la science, la raison, la justice, l'institution médicale, l'école, la prison, la sexualité, tout n'est qu'une mise en scène de la domination. Derrida a enseigné que les textes n'ont pas de sens stable, que tout signifiant glisse, que toute lecture est une trahison, que l'auteur est mort et que le lecteur règne. Deleuze a enseigné qu'il fallait préférer le rhizome à l'arbre, le nomade au sédentaire, le désir à la loi, le devenir à l'être, la différence à l'identité. Pris isolément, ce sont des thèses discutables. Combinées, exportées, vulgarisées, elles forment un système. Et ce système est un poison. Car voici ce qui s'est passé. Ces textes, illisibles en France, ont traversé l'Atlantique. Les départements de Yale, de Berkeley, de Columbia les ont absorbés dans les années 80. Ils y ont trouvé un terreau qui n'existait pas chez nous : le puritanisme américain, sa culpabilité raciale, son obsession identitaire. La French Theory s'est mariée à ce substrat, et l'enfant de ce mariage s'appelle le wokisme. Judith Butler lit Foucault et invente le genre performatif. Edward Said lit Foucault et invente le post-colonialisme académique. Kimberlé Crenshaw hérite du cadre et invente l'intersectionnalité. À chaque étape, la matrice est française : il n'y a pas de vérité, il n'y a que du pouvoir, donc toute hiérarchie est suspecte, toute institution est oppressive, toute norme est violence, toute identité est construite donc négociable, toute majorité est coupable. Voilà comment trois philosophes parisiens, qui n'ont probablement jamais imaginé leurs conséquences pratiques, ont fourni le logiciel d'exploitation à une génération entière d'activistes, de bureaucrates universitaires, de DRH, de journalistes, de législateurs. Voilà comment on a obtenu une civilisation qui ne sait plus dire si une femme est une femme, si sa propre histoire mérite d'être défendue, si le mérite existe, si la vérité se distingue de l'opinion. C'est de la merde pour une raison simple, et il faut la dire calmement. Une civilisation se tient debout sur trois piliers : la croyance qu'il existe une vérité accessible à la raison, la croyance qu'il existe un bien distinct du mal, la croyance qu'il existe un héritage à transmettre. La French Theory a entrepris de dynamiter les trois. Pas par méchanceté. Par jeu intellectuel, par fascination du soupçon, par haine de la bourgeoisie qui les avait nourris. Mais le résultat est là. Une génération entière a appris à déconstruire et n'a jamais appris à construire. Une génération entière sait soupçonner et ne sait plus admirer. Une génération entière voit le pouvoir partout et la beauté nulle part. Je m'excuse parce que nous, Français, avons une responsabilité particulière. C'est notre langue, nos universités, nos éditeurs, notre prestige qui ont donné à ce nihilisme son emballage chic. Sans la légitimité de la Sorbonne et de Vincennes, ces idées n'auraient jamais traversé l'océan. Nous avons exporté le doute comme d'autres exportent des armes. Ce qui se construit maintenant, en silicon valley, dans les labos d'IA, dans les startups, dans les ateliers, dans tous les lieux où des gens fabriquent encore des choses au lieu de les déconstruire, c'est la réponse. Une civilisation se reconstruit par les bâtisseurs, pas par les commentateurs. Par ceux qui croient que la vérité existe et qu'elle vaut qu'on s'y consacre. Par ceux qui assument une hiérarchie du beau, du vrai, du bon, et qui n'ont pas honte de la transmettre. Alors pardon. Et au travail.
Français
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Leo Caesaris
Leo Caesaris@leo_caesaris·
Many are writing much when few words suffice.
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Negãossionista
Negãossionista@liganois·
@filltg @MissCupece Perder tempo com essa filha da puta? Agora resolveu falar igual adolescente brazuca (achando que é intelectual)
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FLTG
FLTG@filltg·
@MissCupece Mulher se não tivesse peleleca, eu não dava nem bom dia, que já que é pra generalizar.
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Miss Cupecê 👸🏽
Miss Cupecê 👸🏽@MissCupece·
Amigas, eu JURO: homem é atraso de vida demais.
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yuu.ka
yuu.ka@yuuminegirl·
“Político mentiu, mas o povo não pode ser tão burro assim” O povo:
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Kyle Mau
Kyle Mau@KyleMau·
AI is the greatest productivity tool ever invented. IF You actually know what good work looks like before you ask it to do anything.
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