laura

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@llauramelc

cultura pop | um pouco de futebol

04/011/2023 Katılım Kasım 2023
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laura
laura@llauramelc·
im just a girl.... cultura pop y futebol....
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laura
laura@llauramelc·
@cacocardassi Caco, você acha que a musiquinha tradicional de Harry Potter vai mudar totalmente? Ou talvez possam fazer alguma releitura?
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Caco Cardassi
Caco Cardassi@cacocardassi·
A no fim, o logo de Harry Potter teve apenas leves mudanças, quase imperceptíveis. Mas mantiveram a essência
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laura
laura@llauramelc·
Esse ano AINDA VAI TER - Harry Potter - Copa - Homem Aranha - O Diabo veste Prada 2 - The Drama - Álbum novo do Zayn - Álbum novo do Niall e já teve album novo do Harry e do Louis!!! PQP. QUE ANSIEDADE.
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laura
laura@llauramelc·
@IL_0049 eles já entregaram muito pqpp
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laura
laura@llauramelc·
tá podendo voltar pra era do pottertok/dracotok ou tá cedo?
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laura
laura@llauramelc·
@IL_0049 eu já tava animada, fiquei muito mais! que isso, absurdo! absolute cinema!!
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laura
laura@llauramelc·
😉👇🏼
Noite de Copa@Noitedecopa

O USO DE LEQUE NOS ESTÁDIOS Nesta semana, um debate ganhou força nas redes sociais sobre os estádios do Rio de Janeiro: o uso de leques nas arquibancadas. A prática passou a ser criticada por parte dos torcedores. Mas por quê? O leque, relacionado ao calor, ganhou novos significados recentemente. Popularizado recentemente, o ato de “bater leque” cresceu em shows, especialmente entre mulheres e pessoas da comunidade LGBTQ+, se tornando uma forma de expressão cultural. No entanto, nos estádios, o ato tem tido outra repercussão. O leque enfrenta recusa, principalmente entre homens, mostrando a dificuldade de aceitação de movimentos ligados a esses grupos no futebol. A presença feminina nas arquibancadas, mesmo crescendo, ainda enfrenta barreiras. Mulheres seguem se adaptando a costumes masculinos e, em alguns casos, até mesmo a exclusão. Há relatos, por exemplo, na torcida organizada Gaviões da Fiel, do Corinthians, sobre restrições à participação feminina em tocar instrumentos. Além disso, a insegurança ainda é um problema recorrente. Muitas torcedoras relatam dificuldades em frequentar estádios sozinhas, diante de um ambiente ainda tradicional e masculino, mesmo que nem todos os homens se configurem como ameaça. Nesse contexto, surgem movimentos como o “TricoFlores”, da torcida do Fluminense. Organizado por mulheres, o grupo reforça uma ideia simples: as mulheres vieram para ficar. Um grupo que não só reúne mulheres, mas relembram que não só podem, como devem ocupar esses espaços. É importante lembrar que esses movimentos não buscam excluir tradições, mas ampliar a forma de torcer, criando novos costumes que incluam mais pessoas. Por isso, a discussão sobre o leque vai além do objeto. Muitas críticas se apoiam na ideia de tradição, na defesa de “essência” da arquibancada. Mas cabe a pergunta: Essa suposta essência deve mesmo permanecer? Algumas práticas já são historicamente aceitas no futebol e estão intimamente ligadas à homofobia, misoginia e episódios de violência. Mesmo assim, raramente geram o mesmo questionamento. Enquanto isso, manifestações associadas a mulheres e à comunidade LGBTQ+ seguem sendo mais criticadas, enquanto problemas históricos das arquibancadas são tratados com normalidade. Talvez, então, a questão não seja o leque, mas sim o que ele representa. Escrito por: Laura Melikian | @llauramelc

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Noite de Copa
Noite de Copa@Noitedecopa·
O USO DE LEQUE NOS ESTÁDIOS Nesta semana, um debate ganhou força nas redes sociais sobre os estádios do Rio de Janeiro: o uso de leques nas arquibancadas. A prática passou a ser criticada por parte dos torcedores. Mas por quê? O leque, relacionado ao calor, ganhou novos significados recentemente. Popularizado recentemente, o ato de “bater leque” cresceu em shows, especialmente entre mulheres e pessoas da comunidade LGBTQ+, se tornando uma forma de expressão cultural. No entanto, nos estádios, o ato tem tido outra repercussão. O leque enfrenta recusa, principalmente entre homens, mostrando a dificuldade de aceitação de movimentos ligados a esses grupos no futebol. A presença feminina nas arquibancadas, mesmo crescendo, ainda enfrenta barreiras. Mulheres seguem se adaptando a costumes masculinos e, em alguns casos, até mesmo a exclusão. Há relatos, por exemplo, na torcida organizada Gaviões da Fiel, do Corinthians, sobre restrições à participação feminina em tocar instrumentos. Além disso, a insegurança ainda é um problema recorrente. Muitas torcedoras relatam dificuldades em frequentar estádios sozinhas, diante de um ambiente ainda tradicional e masculino, mesmo que nem todos os homens se configurem como ameaça. Nesse contexto, surgem movimentos como o “TricoFlores”, da torcida do Fluminense. Organizado por mulheres, o grupo reforça uma ideia simples: as mulheres vieram para ficar. Um grupo que não só reúne mulheres, mas relembram que não só podem, como devem ocupar esses espaços. É importante lembrar que esses movimentos não buscam excluir tradições, mas ampliar a forma de torcer, criando novos costumes que incluam mais pessoas. Por isso, a discussão sobre o leque vai além do objeto. Muitas críticas se apoiam na ideia de tradição, na defesa de “essência” da arquibancada. Mas cabe a pergunta: Essa suposta essência deve mesmo permanecer? Algumas práticas já são historicamente aceitas no futebol e estão intimamente ligadas à homofobia, misoginia e episódios de violência. Mesmo assim, raramente geram o mesmo questionamento. Enquanto isso, manifestações associadas a mulheres e à comunidade LGBTQ+ seguem sendo mais criticadas, enquanto problemas históricos das arquibancadas são tratados com normalidade. Talvez, então, a questão não seja o leque, mas sim o que ele representa. Escrito por: Laura Melikian | @llauramelc
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Emma
Emma@maroonlover2·
I was born in the right generation I love Hannah Montana and Taylor swift
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Louis Brasil News
Louis Brasil News@ltbrnews·
QUOTE | "Ridículos pra caralho. Um pouco menos gananciosos por um segundo. Em algum momento, só haverá pessoas ricas nos shows, e não é disso que se trata a música. As pessoas não podem ser impedidas de ir à música por causa do preço." Louis sobre o aumento de preço em ingressos via Hunger Magazine.
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laura
laura@llauramelc·
@ajuliaffc um monte de marmanjo estragando com a arquibancada há tempos já
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laura
laura@llauramelc·
@diasbernardotl caraca, arrasou! muita paciência pra fazer uma carreira assim, seria o melhor mesmo
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Bernardo Dias
Bernardo Dias@diasbernardotl·
Se esse meu jogador da minha carreira no Pes2020 realmente existisse, seria o maior Ponta Esquerda da história? Números totais: • 1.313 jogos • 821 gols • 301 assistências • 1.122 G/A Opiniões?
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laura
laura@llauramelc·
não vou aguentar esperar 2 temporadas pra dean e allie
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