Gedeão Locks

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@locksgedeao

Economist | Postdoc @DIW_Berlin | PhD @SorbonneParis1

Berlin, Germany Katılım Temmuz 2016
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Arin Dube
Arin Dube@arindube·
Same point is true about submissions to top journals, per @SoumayaKeynes FT.
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Stanislav Avdeev
Stanislav Avdeev@stnavdeev·
Forthcoming in AEJ: Applied Economics “University as a Melting Pot: Long-term Effects of Internationalization” Debates on international students often focus on capacity, funding, or competition. My paper shows the main effects on natives are not academic or economic, but social
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Katarzyna Bilicka
Katarzyna Bilicka@KatarzynaBilic1·
I’m delighted to be finally sharing the results from this amazing multi-country collaboration!
NBER@nberpubs

Globally comparable corporate taxable income elasticity estimates from 16 countries show large differences in revenue and efficiency effects of tax rate changes, from Claudio Agostini, Zareh Asatryan, @laurent_bach, Govindadeva Bernier, Marinho Bertanha, @KatarzynaBilic1, @annebrockmeyer, Jaroslav Bukovina, Guillermo Falcone, @pgarriga, Yuxuan He, @petr_jansky, Evangelos Koumanakos, Tomáš Lichard, Tomás Martins, Ján Palguta, Elena Patel, @JPSantos_econ, Louis Perrault, Thomas Schwab, Nathan Seegert, Oliver Škultéty, Kristina Strohmaier, Maximilian Todtenhaupt, Guillermo Vuletin, and Branislav Žúdel nber.org/papers/w34945

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Gedeão Locks@locksgedeao·
Por fim, queria registrar que o estudo não diz que o Brasil "trabalha pouco" e que o pesquisador não tem controle sobre a interpretação de um trabalho. A análise do Daniel continua sendo uma contribuição útil ao debate e um bom estudo descritivo do comparativo internacional. FIM
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Gedeão Locks@locksgedeao·
Antes que digam que não houve ganhos de produtividade nos últimos anos, fica o gráfico: a produtividade brasileira mais que dobrou desde a última redução de jornada, em 1988. +
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Gedeão Locks@locksgedeao·
Meu artigo de hoje na Folha discute a manchete de que o Brasil "trabalha pouco". O estudo da FGV tem problemas metodológicos e a média global, por si só, diz pouco. No máximo, sugere que estamos mais próximos da Noruega do que do Sudão -- o que não é exatamente um problema. +
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Gedeão Locks@locksgedeao·
@victorgfreitas @Rafa1alva 2) A reforma de 2017 deu às empresas flexibilidade que as de 88 não tinham. 3) o avanço tecnologico de 40 anos que sugere reorganização mais acessível hoje do que lá atrás. 4) abertura comercial pra mim tem efeito ambíguo sobre o emprego. Você tem algum mecanismo em mente?
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Gedeão Locks@locksgedeao·
@victorgfreitas @Rafa1alva Na verdade, esses fatores apontam na direção contrária: a magnitude de algum efeito negativo seria provavelmente menor agora vs. 1988. 1) a redução de jornada de 88 foi simultanea ao choque da CF, um pacote de direitos/encargos, enquanto hoje seria uma reforma isolada. +
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Gedeão Locks
Gedeão Locks@locksgedeao·
Sobre o fim da escala 6x1: não é necessário apelar para a emoção. A evidência é o melhor argumento. Nos países que reduziram jornada, não houve queda do PIB, nem aceleração da inflação, nem aumento do desemprego. Cabe aos oponentes dizer por que no Brasil de hoje seria diferente.
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Gedeão Locks
Gedeão Locks@locksgedeao·
@alexeconomist Obrigado pelas palavras, meu caro. Aprendo muito contigo por aqui. Abraço!
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Gedeão Locks
Gedeão Locks@locksgedeao·
Tá, mas quais estudos? Esses da tabela abaixo.
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Gedeão Locks
Gedeão Locks@locksgedeao·
Hoje o Estadão publicou um texto meu sobre a redução da jornada. O que dizem os estudos? Na maioria não houve aumento do desemprego, em parte porque a produtividade-hora do trabalhador também aumentou. Além disso, a medida traz ganhos de bem-estar que o debate não deveria ignorar
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Gedeão Locks@locksgedeao·
De novo: o alarmismo não é consistente com a evidência empírica disponível e a expêriencia internacional documentada. Link para a reportagem: estadao.com.br/economia/enten…
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Gedeão Locks
Gedeão Locks@locksgedeao·
Participei dessa reportagem do Estadão sobre o fim da escala 6x1. Lembrei que o Brasil já reduziu a jornada de 48h para 44h em 1988, em meio a hiperinflação. Se foi possível no auge da década perdida, hoje parece mais viável com desemprego baixo e inflação controlada.
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Pesquisas Eleições
Pesquisas Eleições@EleicaoBr2026·
🚨Thais Bilenky: O infiltrado do Banco Central que deu a Daniel Vorcaro o título de banqueiro O título de banqueiro de Daniel Vorcaro tem ligação direta com um infiltrado no Banco Central: Paulo Sérgio Souza. Foi Paulo quem aprovou a compra do Banco Máximo e sua transformação em Banco Master, durante o governo Bolsonaro, enquanto era diretor de fiscalização do BC sob Roberto Campos Neto. 📲 Depois de 2023, Paulo Sérgio Souza voltou ao Departamento de Supervisão Bancária e passou a ter papel fundamental nos planos do Banco Master, alertando sobre investigações e orientando estratégias. As mensagens da investigação mostram a proximidade dele com Vorcaro, incluindo favores pessoais
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Non State Actor
Non State Actor@NonStateHector·
@locksgedeao Eram funcionários de carreira selecionados muito, mas muito tempo antes de RCN chegar ao BCB, “Jed”. Apure os fatos antes de falar merda; democracia pressupõe debate bem-informado.
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Gedeão Locks@locksgedeao·
Há cerca de um ano, argumentei que Campos Neto foi o pior presidente do BC e avisei que a lista de problemas não acabava ali. Hoje saiu a notícia de que a falha de fiscalização que levou ao rombo de R$ 50 bilhões no FGC teria envolvido corrupção de diretores indicados por ele.
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Gedeão Locks@locksgedeao

Com o fim do mandato, vale explicar por que considero Campos Neto possivelmente o pior presidente do BC em nossa história recente. Em resumo: sua gestão foi muito politizada, o BC atuou sempre atrasado e entregou números muito ruins. Segue uma lista não exaustiva dos seus erros +

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