Sabitlenmiş Tweet
maligator
5.3K posts


Brazil’s former spy chief released following ICE detention in Orlando miamiherald.com/news/local/imm…
English

Nenhum estrangeiro pode manipular nosso sistema de imigração para contornar pedidos formais de extradição e estender perseguições políticas ao território dos Estados Unidos. Hoje, pedimos que o funcionário brasileiro envolvido deixe o nosso país por tentar fazer isso.
Bureau of Western Hemisphere Affairs@WHAAsstSecty
No foreigner gets to game our immigration system to both circumvent formal extradition requests and extend political witch hunts into U.S. territory. Today, we have asked that the relevant Brazilian official depart our nation for attempting to do that.
Português

😳"Oficial de ligação da PF no ICE em Miami, Marcelo Ivo tem no histórico atropelamento fatal com CNH vencida e embriaguez no Brasil, e operações de monitoramento de brasileiros em território americano."
ainvestigacao.com/p/conheca-marc…
Português

O Brasil não pode repetir o roteiro da Venezuela.
Quem destruiu aquele país prometendo justiça social, entregou fome, miséria, censura e perseguição.
O socialismo não erra: ele sempre chega com discurso bonito e termina com o povo sem liberdade.
Quando se observa o colapso venezuelano, fica claro o que está em jogo no Brasil.
Não é sobre ideologia.
É sobre liberdade, democracia e viver com dignidade!
O povo brasileiro merece prosperidade, trabalho, segurança e respeito.
E não um projeto de poder que fragiliza as instituições, ataca a imprensa, persegue adversários e flerta com regimes autoritários.
O Brasil é maior que isso.
E nós não vamos permitir que sigamos o mesmo caminho.

Português

@JoaquinTeixeira @EndWokenessBR @Nestle @carrefourbrasil @Lacta @americanas @NetflixBrasil @choquei Não pode ser🚨🚔
Português

Bom dia @Nestle @carrefourbrasil @Lacta @americanas @NetflixBrasil. Vocês continuam tendo relações comerciais com a página @choquei? Aguardamos um posicionamento oficial.
Português

Leticia Spiller tem carro furtado no Rio de Janeiro
f5.folha.uol.com.br/celebridades/2…
Português

Obrigado equipe do ex-presidente @LulaOficial por seguir a @choquei aqui. Sejam bem-vindos! Vamos para a luta contra as fake news e disseminação de ódio.
Português

@OFCBostil Xenofobia do🫶 🚩 🐙 💘 painho é um gênio. Humilhando seu eleitorado predileto. 😅
Português

O pedido do relator da CPI do Crime Organizado, voltado ao indiciamento de Ministros do STF sem base legal, nos leva a uma reflexão sobre o papel e os poderes das CPIs. Tanto pior quando o pedido flerta com arbitrariedades, como a criminalização de decisões que concedem habeas corpus diante de abuso de poder.
É elementar, até mesmo para um estudante de Direito, que o indiciamento constitui ato privativo de delegado de polícia e não se aplica a crimes de responsabilidade, que seguem procedimento próprio previsto na Lei 1.079/1950. Essa lei, ao definir as competências e o rito do impeachment, atribui o processamento e o julgamento do pedido a órgãos específicos — como a Mesa do Senado, a Comissão Especial e o Plenário da Casa — sem sequer prever a atuação de CPIs nesse procedimento. Igualmente grave é a tentativa de criminalizar a concessão de habeas corpus — expediente conhecido como “crime de hermenêutica”, que já em 1896 Rui Barbosa denunciava como tentativa tacanha de substituir a consciência de juízes independentes pelo arbítrio de governos prepotentes.
Também chama atenção o fato de que, conforme apontado por jornalistas independentes, uma CPI instaurada após o massacre de 120 pessoas nos Complexos do Alemão e da Penha no ano passado, não tenha promovido sequer a quebra de sigilos de milicianos ou integrantes das facções que controlam territórios no Rio de Janeiro. Por isso, é no mínimo perturbador que o relator, enquanto integrante de carreira policial, tenha fechado olhos para seus colegas que, traindo a boa imagem da instituição, cruzaram para o lado sombrio das milícias. O relatório revela verdadeira cortina de fumaça, ao deixar de enfrentar o grave problema a que se propôs e ao dedicar-se a engrossar a espuma midiática contra o STF, na expectativa de produzir dividendos eleitorais para certos atores políticos.
As CPIs são instrumentos legítimos e essenciais ao controle do exercício do poder. Seu emprego para fins panfletários ou de constrangimento institucional, contudo, compromete sua credibilidade e reforça a necessidade de modernização da legislação sobre crimes de responsabilidade — tema que já se encontra em debate no Congresso. Excessos desse quilate podem caracterizar abuso de autoridade e devem ser rigorosamente apurados pela Procuradoria-Geral da República.
Português













