Marcelo Ribeiro

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Marcelo Ribeiro

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@marcelaosg

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São Gabriel, Brasil Katılım Ekim 2018
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samuel
samuel@samuelzxis·
🚨 Pesquisa rápida aqui: Vc já viu o Brasil ganhar alguma copa do mundo??
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Blog do Noblat
Blog do Noblat@BlogdoNoblat·
Essa capa vai entrar para a história do jornalismo.
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Leandro Demori
Leandro Demori@demori·
De certo modo essa capa vagabunda da Veja me deixa feliz. O jornalismo hereditário e comercial que a Veja representa vive seu ocaso e essa capa é o símbolo do anti-jornalismo. Essa semana provou mais uma vez que o jornalismo independente salvou e salvará o Brasil, fazendo essa gente engolir a seco. Sob críticas e acusações de “fazer militância”, seguimos. Em pé, nunca de joelhos.
Leandro Demori tweet media
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Fernando Holiday
Fernando Holiday@FernandoHoliday·
Eu não estou entendendo essa zona toda. Qual o problema de buscar financiamento privado para um filme? A outra opção é financiamento público. E, por acaso, para pedir investimento privado tem que prever os crimes do sujeito? Consultar a Mãe Dinah?
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Sheila Barrios
Sheila Barrios@SheilaBarriosSP·
Com áudio ou sem áudio Com Vorcaro ou sem Vorcaro Com R$134 milhões ou R$2,3 milhões. Meu voto e de toda a minha família será para Flávio Bolsonaro! Ouviu, Direita Zema? Ouviu, emocionado? Ouviu, "influenciadora", sinalizadora de virtudes? Nada mudou! Aqui tem passa pano TODO DIA! "MEU CANDIDATO, NINGUÉM DESBANCA O ZERO UM, VAI SUBIR A RAMPA"
Sheila Barrios tweet media
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Beta Bastos
Beta Bastos@roberta_bastoss·
Gerson Camarotti parece entrar no modo “comentário de eleição” toda vez que precisa falar sobre o presidente Lula. Basta o Lula anunciar medida, viajar, participar de evento ou fazer pronunciamento que já vem a frase pronta: “Lula está em modo eleição”. Mas existe um detalhe que convenientemente fingem esquecer, Lula não é apenas candidato em potencial. Lula é o presidente da República. Governar faz parte do cargo. Conversar com a população, anunciar projetos, visitar estados, fazer entregas e se posicionar politicamente também. Parece que, para alguns comentaristas, o Lula deveria ficar sentado em silêncio para não ser acusado de “campanha”. Se trabalha, dizem que é eleição. Se viaja, dizem que é palanque. Se fala com o povo, dizem que é estratégia eleitoral. Então qual seria a solução? O presidente parar de governar? Engraçado como qualquer movimentação do Lula vira “modo eleição”, enquanto outros políticos passam anos em agenda permanente de campanha sem receber o mesmo tom de irritação ou desconfiança. Em muitos momentos, a crítica deixa de ser análise política e começa a soar mais como implicância pessoal. No fim, parece que incomoda menos a possibilidade de candidatura e mais o fato de o Lula continuar tendo relevância política, apoio popular e capacidade de ocupar o debate público.
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Cris🇪🇪
Cris🇪🇪@CristianePPz·
Happy years 🎂
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carlo malta
carlo malta@carlomalta1·
@BlogdoNoblat Lula não fala inglês e tem um péssimo português , me explica como ele falou isso tudo com o trump via telefone ?
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Blog do Noblat
Blog do Noblat@BlogdoNoblat·
Lula recebeu, na sexta-feira (1º), uma ligação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A conversa durou cerca de 40 minutos, de acordo com fontes do governo brasileiro. Durante o telefonema, Lula se colocou à disposição para viajar aos Estados Unidos e realizar um encontro presencial. Trump afirmou que sua equipe cuidaria dos detalhes para viabilizar a reunião, e o aval à data chegou já no dia seguinte, segundo interlocutores. O encontro entre os dois presidentes está marcado para quinta-feira (7) foi marcado. (G1)
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Beta Bastos
Beta Bastos@roberta_bastoss·
Bom dia 😂
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Drew Crawford
Drew Crawford@drewcrawford_·
Lula was born in 1945. Trump was born in 1946. Both grew up in different worlds. Lula's family of nine shared a single room behind a bar in São Paulo. The bathroom was shared with the bar's customers. Trump grew up in a 23 room mansion in Queens. Both were convicted of felonies. Lula spent 580 days in a prison cell. Trump got 34 guilty counts and walked free. Both were written off as finished. Both came back and won the presidency. Tomorrow they sit across from each other in the West Wing. Two grandfathers, both turning 80 this year, deciding what the next decade of US Brazil relations looks like. Same generation. Opposite worlds. One handshake away from rewriting the next decade.
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Kriska Carvalho
Kriska Carvalho@KriskaCarvalho·
O que está acontecendo agora exige calma, leitura política e reação. A gente não pode entrar em pânico. O que está ativado neste momento é um CONGRESSO INIMIGO DO POVO, e isso tem motivo: A investigação do caso Master está avançando. A Polícia Federal está chegando perto de nomes grandes, lideranças importantes e setores do Centrão. Tem muita gente sem dormir. Por isso, essa movimentação toda também precisa ser lida como reação. É tentativa de criar pressão, tumulto e chantagem política para impedir que as investigações avancem. Tem também a teimosia do senhor Alcolumbre, que nunca aceitou a indicação de Jorge Messias. Ele queria impor ao presidente da República o nome do novo ministro do STF. Mas essa escolha cabe ao presidente eleito pelo povo brasileiro, não ao presidente do Senado. Alcolumbre foi eleito por cerca de 200 mil votos. Lula foi eleito por milhões. Quem tem a prerrogativa constitucional de indicar ministro do Supremo é Lula. E tem mais: desde que Flávio Dino começou a cobrar transparência nas emendas e a mostrar que não vai mais ter oba-oba com dinheiro público, parte do Congresso resolveu partir para o ataque contra o governo. Então, é bom a gente entender o jogo. Não é só sobre Messias. Não é só sobre STF. É sobre poder, dinheiro, emendas, investigação e medo. Enquanto o governo Lula trabalha para melhorar a vida do povo, tem gente tentando proteger seus próprios interesses e escapar da luz das investigações. Por isso, nada de pânico. É hora de reagir, disputar narrativa e lembrar: quando mexe no dinheiro sem transparência e nos esquemas de poder, os inimigos do povo se movimentam rápido. Nós também precisamos nos movimentar.
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Leandro Demori
Leandro Demori@demori·
Esse é um vice-presidente do Grêmio. Na eleição do clube, levou o Zucco pro estádio, arrastando política pra dentro da Arena. Agora se dedica espezinhar torcedor no twitter. Pra quem deu a declaração do vídeo na eleição (recebendo um efusivo grito de quinta série do Zucco), tu tem que baixar a bola e trabalhar, meu senhor. Agora realmente sabemos quem você é (já suprimos sua carência por validação social), e até aqui podemos dizer tranquilamente se tratar de um profissional INCOMPETENTE e sem o tamanho pra ocupar a cadeira que ocupa. O Conselho de Administração onde tu trabalha é responsável por esse time horroroso e CARO, o que fez explodir a dívifa do clube. PÉSSIMA gestão de recursos. A folha salarial do Grêmio é um ralo de dinheiro. Antes de vir pra rede social pisar em torcedor e fazer as piadinhas pra mandar pro teu grupo de zap Deus Pátria Família, foca em ser um pouco MENOS RUIM DE SERVIÇO porque o Grêmio não é tuas bodega.
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Boca Maldita
Boca Maldita@malditaboca9·
@KriskaCarvalho Quando a esquerda perde o congresso é inimigo do povo, quando ganha o congresso é soberano!
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Ana Cristina
Ana Cristina@AnaCris53727087·
@EleicaoBr2026 @VeraMirand41769 O Bessias foi rejeitado por causa da pressão do POVO! QUEREM TIRAR O NOSSO MÉRITO! Não querem que o povo acredite na força que tem! Mas esqueçam! O POVO ACORDOU!
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Pesquisas Eleições
Pesquisas Eleições@EleicaoBr2026·
🚨MALU GASPAR: Alexandre de Moraes atuou pela rejeição a Messias em votação que impôs revés a André Mendonça Segundo apuração com seis fontes ligadas ao STF, ao Congresso e ao meio político-jurídico, o ministro Alexandre de Moraes se engajou para fortalecer a articulação do senador Davi Alcolumbre contra Jorge Messias. A estratégia teria incluído o envio de emissários para influenciar senadores com processos no Supremo ou vínculos com aliados do ministro, reforçando a campanha por votos “não” e contribuindo para a derrota que também representou revés para André Mendonça. 🗞️ O Globo
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Lucas M.
Lucas M.@lucas_asm1·
@eixopolitico Justiça feita, que belo feriadão de 1º de maio. Duas derrotas seguidas do Lula, falta outubro! 🇧🇷🍾🥳
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Eixo Político
Eixo Político@eixopolitico·
🇧🇷 URGENTE: CONGRESSO DERRUBA O VETO DE LULA AO PL DA DOSIMETRIA Lei, que será promulgada em breve, reduzirá penas de condenados pelo 8 de Janeiro e pode beneficiar o ex-presidente Bolsonaro. Placar na Câmara 318 x 144 Placar no Senado 49 x 24
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Marcelo Ribeiro
Marcelo Ribeiro@marcelaosg·
@ZAMENZA O texto definiu o que foi Ana Paula durante o jogo. Talvez o hate tenha vindo de gente mais conservadora seguida por algumas manadas que não aceitaram a personalidade dela. Ela fez jus à redenção e à nova oportunidade.
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Sérgio Santos
Sérgio Santos@ZAMENZA·
A vitória de Ana Paula Renault no "#BBB26" não foi apenas um resultado de popularidade — foi a conclusão inevitável de uma temporada moldada, conduzida e tensionada por ela do primeiro ao último dia. Raramente um reality show teve uma protagonista tão dominante em todas as frentes: narrativa, conflito, estratégia e, principalmente, engajamento do público. Ela entrou favorita e não perdeu o favoritismo em nenhum momento. Desde a estreia, Ana entendeu algo que muitos participantes ignoram: o BBB não é um retiro confortável, é um jogo de exposição e movimento. Enquanto parte do elenco parecia disposta a viver num “resort all inclusive”, ela fez o oposto ----- criou enredos, tensionou relações e se recusou a deixar a casa cair no marasmo. Mais do que reagir aos acontecimentos, ela os provocava. Seus embates não eram acidentes, eram construções deliberadas. Um dos seus maiores trunfos foi a habilidade de traduzir conflitos em linguagem acessível e viral. Os apelidos que dava aos adversários não só funcionavam como ataques irônicos e menos agressivos na forma, como também organizavam a narrativa para o público. “Quinta série”, atribuído a Jonas, e “coordenadora do resort”, para Maxiane, são exemplos claros disso: rótulos que ultrapassaram os muros da casa, ganharam o público e, ironicamente, acabaram gerando até oportunidades comerciais para os próprios alvos. Isso escancara o nível de consciência de Ana sobre o entretenimento que estava produzindo ----- algo que seus rivais, ao optarem por ataques mais pesados e pouco criativos contra ela, nunca conseguiram alcançar. Mas talvez o aspecto mais sofisticado de seu jogo tenha sido a gestão de imagem. Ana escolheu esconder seu lado mais afetuoso dos adversários. Ela permitiu ser julgada de forma equivocada dentro da casa, enquanto reservava sua sensibilidade para o público e para aliados próximos. Nesse ponto, a presença de Milena foi essencial. Funcionando como ponte emocional, ela ajudava a revelar uma Ana que os rivais não enxergavam ---- e essa dualidade foi crucial para sustentar sua narrativa até o fim. Essa leitura estratégica também aparece na forma como lidou com Samira. Mesmo desconfiando de seu jogo duplo, manteve-a por perto por entender seu potencial destrutivo. Era melhor ter esse “risco” sob observação do que solto contra si. Ainda assim, essa escolha custou caro em alguns momentos, abalando a aliança com Juliano e criando fissuras importantes no grupo. Outro traço marcante foi sua relação com a própria estrutura do programa. Ao se recusar a usar um vestido que considerou inadequado e optar por não ir à festa, Ana não apenas criou um momento de tensão com a produção, mas reafirmou sua postura inegociável. Foi criticada aqui fora, sem dúvida, mas também consolidou a imagem de alguém que não se submete facilmente ---- nem mesmo às engrenagens do próprio reality. Sua coragem estratégica atingiu o ápice no confronto com Chaiany, uma das favoritas internas. Foi uma jogada arriscada, talvez a mais perigosa de sua trajetória. Caso o público não tivesse comprado a narrativa e eliminado Chaiany, o efeito poderia ter sido devastador. Foi o ponto mais vulnerável de seu jogo ----- e, justamente por isso, um dos mais reveladores de sua disposição em arriscar para controlar o rumo da temporada. Mas o que realmente diferencia Ana Paula Renault de outros protagonistas é sua capacidade de transformar ataques em ativo narrativo. Quando Cowboy, Jonas e aliados decidiram esvaziar a pista de dança ao vê-la entrar, a intenção era clara: isolá-la. O efeito foi o oposto. Ao som de World Hold On, de Bob Sinclar, Ana protagonizou uma das cenas mais emblemáticas da edição ---- dançando sozinha, em plenitude, como se o vazio ao redor fosse parte do espetáculo. O momento viralizou, ressignificou a música nas redes e chegou ao ponto de o próprio artista interagir com a cena. O que era para ser exclusão virou protagonismo absoluto. O mesmo padrão se repetiu nas inúmeras vezes em que foi barrada da festa do líder. Enquanto outros veriam isso como apagamento, Ana transformava o “castigo” em palco. Mesmo se recusando a cumprir dinâmicas para retornar às festas, ela dominava a atenção do público com o deboche e a performance dentro do quarto isolado. Até que esse arco ganhou um desfecho quase simbólico: na última festa do líder, justamente a de seu maior rival, Alberto, ela finalmente completou o desafio e retornou ao som de Erva Venenosa, de Rita Lee. Um momento que parecia roteirizado ---- e que ela mesma ironizou ao dizer que não conseguia entender “os roteiristas” de sua própria trajetória. As críticas que recebeu ---- “desumana”, “cruel”, “cobra cascavel” ---- refletem o incômodo que sua presença causava. Ainda assim, o episódio mais grave veio quando adversários usaram a doença de seu pai como arma. Ali, o jogo cruzou um limite ético evidente. Sua reação explosiva, que quase resultou em expulsão, foi o ponto de maior descontrole ---- e também o mais humano. E então, o desfecho rompe qualquer lógica de jogo. A revelação da morte de seu pai transforma sua vitória em algo profundamente ambíguo. O momento com Milena, carregado de afeto e vulnerabilidade, ganha uma dimensão ainda mais dolorosa. Não há estratégia que prepare alguém para isso. Ana não venceu por saudosismo ou reparação histórica após o "BBB 16". Venceu porque dominou o jogo em todas as suas camadas. Se há uma crítica possível, é que sua presença avassaladora reduziu o espaço para outras narrativas. Mas isso é, ao mesmo tempo, a prova de sua força: ela não apenas jogou ---- ela definiu a temporada. No fim, sua trajetória no "BBB 26" é tão complexa quanto ela sempre foi. Uma história de controle, risco, inteligência emocional e espetáculo. De volta por cima, consagração e, simultaneamente, perda. Não foi expulsa, venceu, reescreveu sua própria narrativa ---- mas teve sua maior dor atravessando o momento de maior triunfo com 75,94%. E, mesmo sem repetir explicitamente o bordão que a eternizou há dez anos, ele esteve presente o tempo inteiro, de forma quase invisível, mas poderosa. O público olhou. O público acompanhou. O público escolheu. Porque, no fim das contas, era impossível desviar o olhar. Olha ela.
Sérgio Santos tweet media
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Central Reality
Central Reality@centralreality·
Samira exibe os recebidos que Lindolfo ganhou dos fãs.
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Marcelo Ribeiro
Marcelo Ribeiro@marcelaosg·
@WebMarcia Bando de gente chata, ela não vai ficar atrelada ao BBB. Vai te catar, tia
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Tia Marcia
Tia Marcia@WebMarcia·
E pelo visto, dessa vez a Ana não mentiu… A Ana Paula deixou claro: não quer seguidores, não quer viver de rede social — e tá cumprindo exatamente isso. Pra mim, o movimento é outro: a “loura” tá mirando lá na frente, possivelmente na área política. Enquanto isso, teve gente virando noite votando, se desgastando, se dedicando ao máximo… pra no final ficar sem retorno nenhum. Ela simplesmente sumiu: não aparece, não interage, não faz questão — nem com torcida, nem com mídia, nem com ninguém. E aí, foi estratégia desde o início? 👀
gringo@boanoitedri

ANA PAULA RENAULT TIROU O CAMPEÃ DO BBB26 DA BIO DO INSTAGRAM KKKKKKKKKKKKK ATÉ A GLOBO SE LASCOU NESSA 🗣️

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Carlos Eduardo
Carlos Eduardo@CarlosEduarrdo9·
@futnostalgico Que eu vi foi pra Argentina em 90, mas era muito pequeno e lembro mais do meu saudoso pai puto pq não fizeram a falta em Maradona. Essa pra Noruega foi a primeira que tenho mais lembrança, a gente achava que o Brasil tinha sido roubado, depois mostraram que Jr. Baião fez o penal
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Futebol Nostálgico!
Futebol Nostálgico!@futnostalgico·
Qual foi a primeira derrota que você viu da Seleção Brasileira em Copas do Mundo? 🤔👇🏼 Eu começo: Brasil 1x2 Noruega - Copa de 98.
Futebol Nostálgico! tweet media
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