Marcela Rafael

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@marcelarafael

📺 Apresentadora da @ESPNBrasil, te vejo no @SportsCenterBR às 20h! ❤️ Pernambucana, mãe do Théo & Lara! ✉️ [email protected]

São Paulo Katılım Nisan 2009
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Marcela Rafael
Marcela Rafael@marcelarafael·
Um comunicado oficial de um negócio não feito. Pq será ? Pra justificar a promessa do presidente antes das eleições. Ele fez realmente uma oferta de 150 milhões de euros mas ninguém aceitou. Olha só! Estamos de olho ! 👀
Real Madrid C.F.@realmadrid

Comunicado Oficial.

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Andrei Kampff
Andrei Kampff@AndreiKampff·
A Copa que queria abraçar o mundo já começa escolhendo quem pode participar. Nas últimas semanas, jornalistas, árbitros, dirigentes e integrantes de delegações enfrentaram dificuldades para obtenção de vistos ou autorização de entrada no país. Os casos se multiplicaram e passaram a colocar em xeque a capacidade do Mundial de cumprir uma de suas promessas centrais: receber o mundo. Se é verdade que a política de imigração com emissão de vistos é de comparência dos países soberanos, também é verdade que é a FIFA que decide onde levar seu principal evento. A verdade é que grandes eventos esportivos só cumprem seu papel quando garantem participação ampla e acesso igualitário, independentemente da nacionalidade dos envolvidos. A discussão vai além de uma política migratória, mas é sobre como o futebol encara os princípios que afirma defender em seus próprios documentos institucionais. leiemcampo.com.br/a-copa-que-que…
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Andrei Kampff
Andrei Kampff@AndreiKampff·
Obrigar uma seleção a entrar e sair de um país no dia de seus jogos não é apenas uma questão logística. A medida atinge pilares fundamentais do esporte, como a igualdade de condições, a integridade da competição e a própria ideia de fair play. Enquanto as demais equipes desfrutam de estabilidade, rotina de treinamento e recuperação adequada, o Irã será submetido a um regime excepcional por razões alheias ao campo. O esporte não vive isolado da geopolítica, mas quando decisões estatais produzem impactos competitivos concretos, a isonomia esportiva é colocada em xeque. A Copa sempre traz a promessa de unir o mundo, mas o caso iraniano mostra da maneira mais forte de todos os tempos que as fronteiras continuam entrando em campo.
@leiemcampo@leiemcampo

A seleção do Irã disputará a Copa do Mundo sob uma condição inédita entre as participantes do torneio. Em razão das restrições migratórias impostas pelos Estados Unidos, a equipe deverá entrar e sair do país no mesmo dia de suas partidas, mantendo sua base de preparação em Tijuana, no México. A situação transcende a mera logística e coloca em debate princípios centrais do esporte, como a igualdade de condições competitivas, a integridade da competição e a própria ideia de fair play que orienta as grandes competições internacionais. A Copa de 2026 foi concebida para ser a maior da história. Com 48 seleções, três países-sede e a promessa de integração global, o torneio pretende simbolizar a capacidade do esporte de aproximar culturas e superar fronteiras. Mas, antes mesmo do apito inicial, a realidade já demonstra que nem sempre o futebol consegue escapar das tensões da política internacional. A seleção do Irã tornou-se o exemplo mais evidente dessa contradição. Entenda leiemcampo.com.br/geopolitica-em…

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Marcela Rafael
Marcela Rafael@marcelarafael·
Endrick tem um brilho especial com a Seleção. Uma estrela que está com ele e só não enxerga quem não quer. O menino entra quase exigindo a titularidade. Ancelotti vai dormir hoje sorrindo com o jogador que tem e pensando numa possível mudança pro time titular da estreia.
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Andrei Kampff
Andrei Kampff@AndreiKampff·
Não sou o público da Virgínia. Não consumo seu conteúdo, não a sigo e, para ser sincero, a primeira vez que realmente prestei atenção nela foi durante seu depoimento na CPI das Bets. Ainda assim, como acontece com figuras públicas de enorme alcance, seu nome volta e meia aparece na minha TL. (recentemente foi sobre ser contratada para ir pra Copa, e escrevi) Desta vez, por causa do que aconteceu no jogo da Seleção . Vini Jr marca, torcida aplaude o atleta e imediatamente vaia a Virgínia. Ela passou mal em meio a um ambiente de hostilidade, marcado por vaias e ofensas vindas de parte do público. Sei que ela e Vini namoraram. Não sei por que terminaram. Tampouco me interessa especular sobre isso. Agora, chama minha atenção a forma como parte do ambiente do futebol reage. Há uma pergunta simples que ajuda a entender o problema. Se as circunstâncias fossem exatamente as mesmas, mas os papéis invertidos, a reação seria igual? Tenho minhas dúvidas. Basta observar como costumamos reagir quando homens e mulheres adotam posturas semelhantes e sofrem críticas tão diferentes. Não acontece só com ela. O futebol ainda carrega traços profundos de uma cultura machista que muitas vezes se manifesta de forma naturalizada. Mulheres seguem sendo julgadas não apenas por seus atos, mas também por sua presença. Não é sobre a Virgínia, mas sobre ela ser o alvo mais recente de uma velha conduta. Uma cultura que continua reproduzindo a ideia de que determinados espaços pertencem mais a uns do que a outros, nos estádios, nas redes sociais e no ambiente esportivo. Acho que o problema não é quem estava na arquibancada. O problema é a forma como ainda reagimos quando uma mulher ocupa um espaço que alguns insistem em tratar como exclusivamente masculino.
@leiemcampo@leiemcampo

O Maracanã, Virginia e a persistência da misoginia nos espaços públicos brasileiros. Leia a análise da colunista @carolmayerspina leiemcampo.com.br/o-maracana-vir…

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Marcela Rafael
Marcela Rafael@marcelarafael·
@brunoformiga Nunca será uma repórter especial, que é como estão anunciando a presença dela na Copa.
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Bruno Formiga
Bruno Formiga@brunoformiga·
Você pode não gostar da Virgínia. Mas não pode distorcer a realidade. Ela não será repórter na Copa. Ela vai participar de um programa de entretenimento (Caldeirão) e fazer algo fora do jornalismo com a esposa dos jogadores. Ela não tirou a vaga de ninguém da cobertura. Humorista, ator, cantor. Uma porrada de gente já teve quadro em Copa e em emissoras. Falar só dela é meio hipocrisia. E, repito, ninguém é obrigado a gostar. Eu não consumo o conteúdo. Mas não sou injusto.
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Vasco da Gama
Vasco da Gama@VascodaGama·
Um momento especial 🥰🫂 O Vasco da Gama realizou uma homenagem especial ao jornalista Lédio Carmona, batizando a nova sala de imprensa do CT Moacyr Barbosa, que agora passa a levar oficialmente o nome do comunicador. Confira o vídeo completo no YouTube, na VascoTV 📺💢 🔗 bit.ly/49hdFfA #VascoDaGama
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Olé do Brasil
Olé do Brasil@Oledobrasil·
O Flamengo é pior em praticamente tudo: - mais fraco na defesa - muito menos criativo - mais fraco na bola parada (ofensiva e defensiva) - não sabe controlar o jogo E por aí vai. O Flamengo de Filipe Luís machucava o adversário de diversas formas e sabia controlar o jogo com muita qualidade. Já disse: Filipe Luis é um baita treinador. Se tivesse ficado, o Flamengo teria muito mais chances nas competições importantes. Leonardo Jardim é bom também, mas pra mim não tem comparação. Foi cagada essa demissão.
Olé do Brasil@Oledobrasil

Vou falar um negócio sério: o Flamengo vai se arrepender bastante de ter demitido o Filipe Luis, que era um baita treinador. Era muito bom mesmo. Mais: Leonardo Jardim não tem o estilo de jogo que o flamenguista gosta e exige. Pode anotar. 📸 reprodução / Flamengo

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bait simpsons
bait simpsons@BaitSimpso·
@Oledobrasil Se Leonardo jardim falasse português, seria técnico do Avaí na série B.
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@leiemcampo
@leiemcampo@leiemcampo·
Botafogo pode sofrer punições mais pesadas da Fifa por acúmulo de transfer bans. Especialistas explicam que Código Disciplinar da entidade prevê que outras penas podem ser aplicadas "em caso de descumprimento persistente" e "infrações repetidas". Via @leiemcampo leiemcampo.com.br/botafogo-pode-…
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Andrei Kampff
Andrei Kampff@AndreiKampff·
Entidades de torcedores acusam a FIFA de utilizar sua posição dominante para impor preços abusivos de ingressos, afastando justamente o público que historicamente transformou a Copa no principal evento esportivo do planeta. O debate não é apenas econômico, mas também jurídico, institucional e político. Porque quando o futebol passa a excluir seu próprio torcedor, a discussão deixa de ser apenas sobre mercado. Passa a ser sobre coerência institucional. Na coluna leiemcampo.com.br/precos-de-ingr…
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Andrei Kampff
Andrei Kampff@AndreiKampff·
O incidente é gravíssimo, ferindo Código Disciplinar da CONMEBOL (Ordem e Segurança). Se a partida não retornar, o clube mandante é responsável pela segurança e pode ser declarado perdedor por 3 a 0 (Art. 19). Sanções incluem multas pesadas, portões fechados e interdição do estádio. Jogo cancelado é fato gravíssimo, atinge em cheio a estabilidade das competições. Vale lembrar precedente de Colo-Colo x Fortaleza. Ele reforça o rigor da tolerância zero pra casos assim: o clube chileno foi declarado perdedor e punido pelo Tribunal Disciplinar com jogo sem público após incidentes similares que afetaram a segurança.
Andrei Kampff@AndreiKampff

Sim, vem punição pesada por aí. É inadmissível esse tipo de comportamento da torcida. O fato dos times terem que deixar o campo por questão de segurança é um agravante. O clube mandante é o responsável pelo comportamento do torcedor.

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picanha e cerveja.
picanha e cerveja.@edmilsonbm·
@AndreiKampff Ja parou para pensar que um pai de família que ganha somente 2 mil, metade desse dinheiro fica para o estado dar serviços de péssima qualidade.
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Andrei Kampff
Andrei Kampff@AndreiKampff·
Vamos lá.... Lugar de criança é na escola. Qualquer colocação diferente disso não é uma visão ideológica diferente, mas apenas uma violação jurídica inaceitável. Estamos falando de um direito fundamental, não de uma escolha política ou cultural. Não é favor. É direito. A Constituição de1988e o Estatuto da Criança e do Adolescenteestabelecem, de forma inequívoca, a proteção integral à infância, com prioridade absoluta à educação, ao desenvolvimento e à dignidade. Se há um caminho – ainda que muito difícil – para uma mudança social, ele começa a partir de uma educação pública integral e de qualidade. Não é pelo trabalho precoce. Dados do IBGE desmontam discursos que se apoiam em exceções. Eles mostram que o trabalho infantil no Brasil tem endereço certo: crianças pobres, majoritariamente negras, inseridas precocemente em atividades precárias e, muitas vezes, perigosas. Algumas análogas à escravidão. E estamos falando de quase um milhão de criancas. Isso, mesmo sendo ilegal para menores de 14 anos! Enquanto isso, filhos das classes privilegiadas seguem outro caminho, escola, proteção, oportunidades e conhecimento. Ou seja, não se trata de escolha individual, mas de desigualdade estrutural reproduzida. E é por isso que esses números derrubam qualquer tentativa de romantização. Trabalho infantil não é formação. Não é aprendizado. É violação de direitos fundamentais. Quando o Estado - ou suas lideranças - relativiza isso, o que se faz é legitimar um sistema que empurra sempre os mesmos para a base da pirâmide. E alimenta o sofisma da meritocracia. No fundo, o que se vende é a tirania do mérito: a ideia de que o esforço individual basta, quando, na prática, o ponto de partida já define o destino (a exceção só justifica a regra). Um sofisma travestido de oportunidade, que apenas perpetua privilégios sob o discurso da meritocracia.
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7x1foipouco
7x1foipouco@7x1_foi_pouco·
@AndreiKampff Quando se trata da mão de obra infantil recrutada pelo tráfico vcs não tem interesse em combater. Pelo contrário, se prendem a mistificações teóricas que só servem para manter o ciclo de pobreza e criminalidade, sempre romantizadas por vocês
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Marcela Rafael
Marcela Rafael@marcelarafael·
Leiam pra entender e concordar.
Andrei Kampff@AndreiKampff

Vamos lá.... Lugar de criança é na escola. Qualquer colocação diferente disso não é uma visão ideológica diferente, mas apenas uma violação jurídica inaceitável. Estamos falando de um direito fundamental, não de uma escolha política ou cultural. Não é favor. É direito. A Constituição de1988e o Estatuto da Criança e do Adolescenteestabelecem, de forma inequívoca, a proteção integral à infância, com prioridade absoluta à educação, ao desenvolvimento e à dignidade. Se há um caminho – ainda que muito difícil – para uma mudança social, ele começa a partir de uma educação pública integral e de qualidade. Não é pelo trabalho precoce. Dados do IBGE desmontam discursos que se apoiam em exceções. Eles mostram que o trabalho infantil no Brasil tem endereço certo: crianças pobres, majoritariamente negras, inseridas precocemente em atividades precárias e, muitas vezes, perigosas. Algumas análogas à escravidão. E estamos falando de quase um milhão de criancas. Isso, mesmo sendo ilegal para menores de 14 anos! Enquanto isso, filhos das classes privilegiadas seguem outro caminho, escola, proteção, oportunidades e conhecimento. Ou seja, não se trata de escolha individual, mas de desigualdade estrutural reproduzida. E é por isso que esses números derrubam qualquer tentativa de romantização. Trabalho infantil não é formação. Não é aprendizado. É violação de direitos fundamentais. Quando o Estado - ou suas lideranças - relativiza isso, o que se faz é legitimar um sistema que empurra sempre os mesmos para a base da pirâmide. E alimenta o sofisma da meritocracia. No fundo, o que se vende é a tirania do mérito: a ideia de que o esforço individual basta, quando, na prática, o ponto de partida já define o destino (a exceção só justifica a regra). Um sofisma travestido de oportunidade, que apenas perpetua privilégios sob o discurso da meritocracia.

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