marquinhos
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O São Paulo tem um presidente tampão pressionado, está sem presidente do Conselho Consultivo, sem diretor de marketing, com presidente do Conselho Deliberativo afastado (se é que vai acatar o afastamento), uma Comissão de Ética que inicialmente foi destituída e agora retorna, por enquanto sem técnico e olhando para uma possível troca de diretor de futebol. Crise institucional das maiores da história. Talvez a maior.
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SPFC no esquema 3-5-2, com assinatura do "mister" Rui Costa (um profundo conhecedor de esquemas...).
Perfeito, @danifields

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Reunião acontecerá após o almoço. Rui Costa e Rafinha querem fechar com o técnico ainda HOJE para tentar com que ele esteja na beira do gramado contra o Fluminense (O que é dificil).
Valores serão conversados e apresentados. Hoje, é apenas Dorival, não tem outros nomes alinhados.
O técnico deu sinal positivo para abrir conversas.
Alexsander Vieira@_alexsander
Dorival Júnior é o plano A do São Paulo para a vaga de Roger Machado, no entanto, o que ouvi foi que “não dá para pagar o mesmo que ele recebia no Corinthians”. Clube fará contato e tentará convencer o treinador a comandar o clube mediante a realidade financeira. Hoje, não se fala em outro nome na alta cúpula.
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Como o São Paulo quer competir
Pedro Ávila@peedro_avila
🚨Atenção 🚨 Fiz o levantamento dos 15 clubes (exceto RB Bragantino) que mais gastaram em contratações nos últimos 2 anos no futebol brasileiro. A distância de Palmeiras, Flamengo e Botafogo para o restante é assustadora. Vivemos a "Espanholização" do futebol brasileiro?
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Rui Costa, Rafinha e Massis criaram exatamente a crise que previram ao decidir demitir Crespo.
Nem sempre o torcedor tem razão. Mas também é pretender demais que um presidente tampão em sua primeira experiência no cargo, um diretor de futebol que passou quatro anos sem que a torcida sequer soubesse sua voz em uma gestão investigada pela polícia e um ex-jogador em sua primeira aventura como dirigente resolvam peitar uma arquibancada inteira como se fossem referências incontestáveis de gestão.
Para tomar uma decisão impopular e contrariar completamente o sentimento da sua torcida, é preciso ter credibilidade acumulada, histórico de acertos e capacidade de sustentar pressão quando o resultado não vem. Não era o caso dessa diretoria.
E talvez o trecho mais simbólico de tudo tenha sido justamente a coletiva de apresentação de Roger Machado. Rui Costa afirmou: “Estar associado ao Roger é um orgulho. Se ele não for bem, eu corro risco? Isso não é problema.”.
Agora que o trabalho fracassou no curto prazo, o risco aparentemente desapareceu. Roger cai e os dirigentes permanecem, como se fossem apenas espectadores da própria decisão.
Mais contraditório ainda foi ouvir Rui Costa afirmar, na coletiva da demissão, que “a contratação do Roger não foi minha”. Se na apresentação havia orgulho e convicção compartilhada, por que agora surge a necessidade de diluir responsabilidade? Quando o projeto parecia promissor, havia donos da ideia. Quando fracassou, virou uma escolha “do departamento”.
Não se enganem: o torcedor tem memória.

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São Paulo em chamas, fora da Copa do Brasil e há cinco jogos sem vencer
Saiba mais 👉 uol.com.br/esporte/coluna…
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@ramoni_artico Se isso acontecer vai me surpreender, o Massis não tem culhão pra isso.
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@jprsgarbi Ele não vaia abrir mão da multa, ele saindo não arruma emprego nem tão cedo.
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