Conceição Fernandes

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Conceição Fernandes

Conceição Fernandes

@mcfernandes11

Katılım Temmuz 2009
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Conceição Fernandes
Conceição Fernandes@mcfernandes11·
@rodrigolimamdh Certo, ele anulou. E agora, como fica? Acho que só ele anulando não resolve nada. Não entendo muito, mas acho que só para a consciência dele ficar mais leve. O pessoal que está preso vai continuar preso, ou não?
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Rodrigo Lima
Rodrigo Lima@rodrigolimamdh·
URGENTE 🚨 FUX ANULA TODAS AS CONDENAÇÕES DO DIA 08/01 Fux reviu as condenações que havia votado junto com Moraes e voltou atrás em todas elas. O ministro afirmou que sua consciência não permite mais continuar sustentando condenações que, segundo ele, não deveriam existir. O ato não altera o resultado final, mas manda um grande recado: “NÃO COMPACTUO MAIS COM ESSA COISA.” Hoje é sábado, véspera de domingo.
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Conceição Fernandes
Conceição Fernandes@mcfernandes11·
@GayerGus Esse é aquele que foi para a Ucrânia em só fez m... Hj, com essa lei da misoginia, precisa se cuidar para não ir preso.
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Gustavo Gayer
Gustavo Gayer@GayerGus·
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK É muita droga na cabeça
Gustavo Gayer tweet media
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Paladin 🎖
Paladin 🎖@PaladinRood·
Assim fica melhor para ler: Intenção pela Reconstituição da Interioridade Perpassa em altivez, pela procela, a grandiloquência condoreira, em cuja máxima aforismática revela a tétrica languidez do sofrer recôndito. Djamilia de Almeida concebe, em A Visão das Plantas, valer-se a epistème lírico-narrativa de concepções hermenêutico-historiográficas, as quais decorrem da dialética antagônica e maquiavélica ao postularem a teleologia hodierna. Sob essa perspectiva, Ferdinand de Saussure preconiza a relação simbólica entre significado e significante a partir da coesão engendrada pelo domínio tradicional concomitante ao coercitivo. Entretanto, à medida em que impera a dinamicidade, fragilizam-se axiomas em difusas postulações. Nesse ínterim, ressoa o sofrer recôndito na fragmentação identitária ao se concernir ao perdão – significado – múltiplos significantes: o condicionamento e a limitação, seja em razão da violência simbólica ou da tecnocracia. Nessa vereda, sobrepuja-se a subjetividade ao “modus vivendi” da superestrutura cívico-identitária. Articula a dialética bourdiana – de Pierre Bourdieu – a internalização de signos culturais, fundamentados por efemérides violentas, a partir da impotência reflexiva inerente ao sujeito-interlocutor, o qual se resigna à unidimensionalidade distópica que o cerca. Dessa forma, transfigura-se a universalidade associada ao imperativo categórico no perdão condicionado: busca incessante por relegar a outrem o esvaziamento eudaimônico da individualidade esvaziada. Ademais, nota-se haver a instrumentalização da razão a partir do Antropo-tecno-ceno – era em que ocorre a comodificação cultural a partir do uso de emergentes adventos tecnológicos. Nesse ínterim, Michael Sandel postula ser promovida pela tecnocracia a associação de concepções desenvolvimentistas à égide capitalista, ocasionando a negligência da seguridade social. Assim, desnuda-se o perdão limitado como sendo uma intentona à valorização do indivíduo cujo “status quo” encontra-se invisibilizado, uma vez que ocorre a busca mercadológica pelo perdão. Diante do exposto, revela-se a tendência, no espectro contemporâneo, à fragmentação da “psiquê” coletiva, sendo o “perdão” a elucidação de sua fenomenologia. Nesse sentido, é diminuída a grandiloquência condoreira pela tecnocracia e pela violência simbólica, sendo o sofrer recôndito o seu suplício, em distintos significantes.
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Paladin 🎖
Paladin 🎖@PaladinRood·
BRASIL: Aluno tira zero na redação da Fuvest ao usar 'palavras difíceis' e processa reitor da USP. Leia a redação:
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Gustavo Gayer
Gustavo Gayer@GayerGus·
Me preparando pra dar uma aula de segurança pública no plenário na próxima semana
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iD
iD@iDan_Jac·
@desireerugani Veja a opinião de um sueco 👇🏻
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Desiree Rugani
Desiree Rugani@desireerugani·
Essa menina é muito chata … sério
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Caronte
Caronte@Caronte_LX·
@pfigueiredo08 Nossa..Moraes e Conjuge vão comer o pão que o diabo amassou .
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Paulo Figueiredo (8)
Paulo Figueiredo (8)@pfigueiredo08·
Rumores hoje que o escritório Barci de Moraes e Advogados perdeu DEZENAS DE MILHÕES em clientes internacionais. Que chato quando isso acontece...
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Desiree Rugani
Desiree Rugani@desireerugani·
“O que o Luiz Inácio Lula da silva fez de errado?” Eu deixo vocês responderem o @TheEconomist
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Conceição Fernandes
Conceição Fernandes@mcfernandes11·
@NewsLiberdade Ele pode doar para a família da Débora e para aquela mãe com seus filhos, que o imperador bloqueou o salário dela e está vivendo de favor.
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SPACE LIBERDADE 
SPACE LIBERDADE @NewsLiberdade·
🚨URGENTE - Bolsonaro diz que recebeu R$ 140 mil em PIX após Podcast Inteligência Limitada “Sabe quanto já está na minha conta? Já está em R$ 140 mil na minha conta. Eu não pedi Pix”
SPACE LIBERDADE  tweet mediaSPACE LIBERDADE  tweet media
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João 8:32 🇧🇷 2️⃣2️⃣
Nojo! Lembrem-se de todos influenciadores e deputados "didireita" que apoiaram o Pablo Farçal desobedecendo a liderança do PR Bolsonaro! 26 é logo ali! Não há direita sem Bolsonaro!
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@IRONE .
@IRONE .@GuedesIrone·
@BolsonaroSP Farçal é um cafajeste, picareta, mentiroso que rouba dinheiro de aposentados simples ⁉️✅ Mil vezes canalha ⁉️
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RobsonCarol 🇧🇷 🇦🇷🇾🇪
@CanaldoNegaoo E ainda falam que a primeira coisa q o Trump vai fazer, será a deportação dela. Mas esquecem que ela deve ter o Green Card, e deve gerar renda p EUA. Só vêem um lado da moeda. Hipócritas!
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Canal do Negão
Canal do Negão@CanaldoNegaoo·
"Por favor, Sr. presidente, não deixe os EUA virarem o Brasil" Essa foi a frase dita por uma brasileira a Donald Trump, em um ato de campanha em que ele fechou um Mc Donald e "trabalhou" como atendente. Alguns jornalistas estão esculachando a brasileira e alguns até a chamam de golpista, deturpando sua fala como se estivesse pedindo que Trump intervenha no Brasil. É obvio que essa não foi sua fala, mas esses mesmos jornalistas pensarem isso não é de todo errado, pois na minha opinião faz todo sentido pensarem assim, já que eles não vivem o Brasil que 90% da população não vive. Na verdade, se você ganha mais de 15 mil reais, você já vive um Brasil que quase ninguém vive, pois dependendo de onde você mora, você já consegue viver no Brasil que tem segurança, comida na mesa, lazer, escolas boas para seus filhos, locomoção, mão de obra barata, moradia e saúde, ou seja, você não quer que ninguém intervenha no seu paraíso. Esses jornalistas, que abominam os EUA, sempre que podem passam férias lá e em estados comandados por republicanos, mas aqui no Brasil querem que tudo permaneça como está e moscar querem que fique pior, pois quanto pior o Brasil ficar, mais barata ficará contratar um necrinho para engraxar seus sapatos Armani, afinal, aqui no Brasil a hipocrisia é mato.
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Conceição Fernandes
Conceição Fernandes@mcfernandes11·
@Nandrejczyk Seria muito bom o "descabelado" não conseguisse o Green card. Ele ainda não tem, pode ter que voltar de uma hora para outra.
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Canal do Negão
Canal do Negão@CanaldoNegaoo·
Primeiramente viva o SUS, segundamente pau no cu de quem diz viva SUS
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Conceição Fernandes
Conceição Fernandes@mcfernandes11·
@Clauwild1 Fico imaginando a pena que dará para o ambulante que estava fortemente "armado" para o golpe, com seu algodão doce...
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Claudia Wild
Claudia Wild@Clauwild1·
Data maxima venia, o voto do ministro Alexandre de Moraes que condenou Aécio Lúcio Costa Pereira, a uma pena de 17 anos de prisão, por cometer crimes de “abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e crime de dano qualificado”, sob a perspectiva jurídica é um disparate sem precedentes. A começar pela incompetência de foro. O acusado deveria ser julgado pela justiça federal já que não tem foro privilegiado. Além disso, os dois primeiros tipos penais reconhecidos pelo julgador, 359-L e 359-M do Código Penal, não se encaixam no caso em espécie. O acusado não portava armas e/ou quaisquer objetos ou mantinha postura sabidamente ‘violenta’ que pudessem, de forma efetiva, levar a execução dos crimes descritos. Ao que consta dos autos, ele foi preso por estar no plenário do Senado Federal em 8 de janeiro de 2023. Em depoimento, “o acusado disse ter doado 380 reais ao grupo para possibilitar a viagem de São Paulo a Brasília. Ele ainda afirmou ter se juntado às pessoas que acampavam no QG do Exército em Brasília e alegou que existia um grupo na liderança do local, responsável por dar início à caminhada em direção à Praça dos Três Poderes”. Fatos que, segundo Alexandre de Moraes, seriam suficientes para provar a participação e execução dos delitos acima descritos. Nota-se que, em momento algum, nos autos do processo há descrição da apreensão de armas ou instrumentos hábeis à caracterização dos crimes. O que levaria, portanto, ao reconhecimento, no mínimo, da impraticabilidade desses crimes. Ou seja, a impossibilidade de sua consumação efetiva.  Quanto ao crime de dano, pelas próprias citações no voto do relator, não há registro de que o acusado tenha participado de atos de vandalismo que culminaram na destruição do patrimônio público. Pergunta-se então como seria possível tal condenação? Na tese de Moraes, as condutas criminosas se caracterizam como “crimes de multidão, cuja autoria se dá pela coletividade. As condutas são da turba, um incitando o outro. São todos copartícipes do crime. Não há necessidade de detalhes minuciosamente as condutas de cada agente.” Ora, qualquer estudante de Direito do segundo semestre sabe que a individualização da conduta - descrita como criminosa - é premissa para uma eventual condenação. Sem ela, não há prova do crime. Mas, infelizmente, vivemos em um estágio de completo esquartejamento do ordenamento jurídico. Não mais se observam as leis penais vigentes no país. A dosimetria da pena mostra-se também exorbitante. Uma justiça acostumada a ter “mão leve” para condenar assassinos/traficantes e a passar a mão na cabeça de criminosos, aplicar 17 anos de cadeia pela participação presumida (crime de multidão) em atos de vandalismo parece-nos por demais exagerada. A justiça há de ser razoável, comedida e jamais vingativa. É o que se aprendia nos bancos das faculdades do estudo jurídico. Todavia, sob a perspectiva política, o voto de Alexandre de Moraes é coerente e mostra no que o STF se transformou: num tribunal político e política atualmente se faz com narrativas.
Claudia Wild tweet media
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