Nik Oliver3 retweetledi

Desejo que Eduardo, Jair Bolsonaro e Flávio voltem ao poder em 2026 (“subindo a rampa”).
Propõe uma grande festa de recepção quando Eduardo voltar ao Brasil.
Pergunta central (feita por Jamile / Javeli):
Como identificar “traíras” (traidores) na política, especialmente em estados importantes como São Paulo?
Ela menciona preocupação com inconsistência e traição, citando exemplos recentes e perguntando se São Paulo também sofre com isso.
Resposta de Eduardo Bolsonaro: Reconhece que traição é algo comum na política brasileira.
Cita o caso emblemático do racha do PSL em 2019: Joyce Hasselmann (ou Rossman) e Daiane Pimentel traíram o grupo em poucos meses.
Joyce passou de mais de 1 milhão de votos para apenas 13 mil, perdendo quase 99% do eleitorado — ele vê isso como uma “lição educativa”.
Não existe uma “fórmula mágica” ou “caixinha de ferramentas” para identificar traidores.
Critérios que ele usa:
Observar se a pessoa tem coerência entre o que fala em público e sua conduta na vida privada (“frente das câmeras x por trás das câmeras”).
Ver se ela realmente se preocupa com o interesse público e aceita os sacrifícios que a luta de direita exige (cancelamento, processos, gastos com advogados, etc.).
Aconselha: seguir a pessoa nas redes sociais por bastante tempo, conhecer sua trajetória real e, se possível, ver como ela vive no dia a dia.
Comparação com os EUA:
Nos Estados Unidos é mais difícil alguém trair rapidamente porque os candidatos passam anos se integrando à comunidade (igreja, grupo político, atividades locais). Trair significa romper também com todo o seu círculo social, o que eleva o custo da traição.
Experiência pessoal de Eduardo:
Ele já tentou participação em uma rádio "conservadora" na Bahia que depois “virou um lixo”.
Crédito Rede Comunica Brasil @rcomunicabrasil
Assista na íntegra pelo YouTube
m.youtube.com/watch?v=fSe1B3…
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