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The morphing montage from Michael Jackson's "Black or White" video is flawless

the way his aura changed after 'WOKE UP








Isso não é sobe BBB Estou acompanhando o Big Brother Brasil só por cortes há uns cinco dias e, sinceramente, já deu pra entender muito sobre o comportamento humano. Porque o que está acontecendo ali não é aleatório. Tem engenharia psicológica clara. Vou usar como exemplo a Ana Paula Renault. O comportamento dela é estratégico. Como já conversamos no post anexado ( leia!) Ela cria um jogo moral com regras só dela Quando ela se assume “vilã”, acontece algo muito específico: Ela se libera de qualquer obrigação ética. Ao mesmo tempo, empurra automaticamente os outros para o papel de “bons”. Ela imputa a eles esse papel medo que eles não queiram e nuns tenham dito isso. Mesmo que eles nunca tenham pedido isso. O cowboy falou claramente: “não sou bom moço, sou jogador”. Mas isso não importa. Na lógica dela, e do público que entra nesse script, funciona assim: se o outro é “bom”, então não pode xingar, não pode reagir, não pode levantar a voz, não pode provocar. Ela pode tudo. Porque já avisou que é vilã “não vim para defender a moral e os bons costumes “ ela disse. Assim ela jogou a espectativa do público sobre ela lá em baixo. Isso é assimetria moral pura: ela joga sem freio, enquanto exige freio dos outros. Como acontece? Ela provoca, espera reação e vira vítima O ciclo é sempre o mesmo: Ela cutuca. Ironiza. Provoca. Fala palavrão. Humilha. A pessoa responde. Aí vem o teatro: “olha como são agressivos, a máscara de bom moço vai cair” ( isso me Leva a crer que ela sabe exatamente o que está fazendo em se colocar como vilã e colocar eles no papel de os Bons apenas para poder apontar o dedo para qualquer “falha” humana que ele tenham) Aí quando tem uma reação a altura das provocações dela, Ela se descontrola. Quando alguém aponta um fato sobre ela, ela não debate, ela provoca de volta e depois entra em modo: Ofendida Confusa Emocional Por quê? Porque emoção cancela lógica. Quem está assistindo para de prestar atenção no conteúdo da crítica e passa a focar no estado emocional dela. É desvio de foco. E aí ela se coloca de forma bem elegante como “Vítima” .. mas de quê, exatamente? Ela escolheu estar ali. Aceitou as regras. Sabe que é jogo. Então vítima de quê? De provocações igual ela mesma faz? Não é vítima. É vitimização estratégica. Ela usa o papel de vítima como ferramenta de poder. Isso gera a empatia do público, culpa nos adversários medo de reagir autocensura coletiva Resultado: ela passa a dominar o ambiente. E ainda tem outro detalhe importante: ela sabe que não tem grandes chances de ganhar provas. Então o jogo vira outro. Ela se encosta na “tia Milena”, deixa lavar, cozinhar, limpar, organizar enquanto recebe tudo pronto, inclusive apoio emocional e ajuda nas provas. Então se alguém aponta esse comportamento ela não quer que a Tia Milena perceba a manipulação, se não, afinal quem Vai fazer essas coisas por ela? Ela terceiriza. Constrói dependência. É um tipo de jogador que não vence pela força vence pelo desgaste psicológico dos outros ou pela fraqueza psicológica do outro. A Milena agrada servindo, então ela serve a an ana Paula que acusa todo mundo se não fazer nada, mas ela mesma não lava nem as próprias calcinhas.



AS SISTERS CONTINUAM DISCUTINDO! Milena: "Ela acha que eu quero que ela saia (...) Não falei! Não falei. Falei que não quero que o sonho de ninguém acabe." Ana Paula: "Tá bom, gata. Cê tá certa." #BBB26 #RedeBBB















