Eva Brasileira Muta 👉🇧🇷

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@muta_eva

Capricorniana de direita! BRASIL ACIMA DE TUDO E DEUS ACIMA DE TODOS 🙏👉🇧🇷

Katılım Mart 2019
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Clau de Luca 🇧🇷
Clau de Luca 🇧🇷@ClaudeLuca_·
Vou falar aqui o que a maioria não tem coragem de falar. O caso da pré-candidata do PL de MG que agrediu um entregador de móveis com tamanho descontrole, acende um alerta grave. Todo o seu comportamento e a sua justificativa não condiz com uma pessoa conservadora. Ela tem atitudes feministas e usa do discurso de esquerda pra se vitimizar. O seu desequilíbrio não confere a ela condições psicológicas pra exercer qualquer mandato parlamentar. E a esquerda já está usando esse incidente pra atacar o PL e a campanha do @FlavioBolsonaro nas redes sociais. Tomem providências, @CostaNetoPL @plnacional_.
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O Despertar👽🛸 💫
O Despertar👽🛸 💫@AnnaMonteiroAn1·
🌩 🇧🇷🚨 O verdadeiro dono da FOTO A polêmica sobre a foto do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao lado de Luiz Phillipi Mourão, o "Sicário" - apontado como chefe de uma milícia ligada ao banqueiro Daniel Vorcaro -, ganhou uma reviravolta definitiva. O verdadeiro cidadão que aparece na imagem original gravou um vídeo revelando que o registro foi tirado com ele e que a versão espalhada na internet foi alterada. A declaração confirma o que o próprio senador já havia alertado anteriormente em suas redes sociais. Em pronunciamento, Flávio Bolsonaro já tinha afirmado que a fotografia era falsa e fruto de manipulação por Inteligência Artificial (IA), apontando inclusive erros de proporção no corte digital. Com o surgimento do dono da foto original comprovando o encontro real, fica demonstrado que o rosto do "Sicário" foi inserido digitalmente por cima das feições do homem, configurando uma montagem para criar um falso vínculo entre o parlamentar e o crime organizado.
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Denise X
Denise X@denise_mury·
A mesma turma que nao apoiou Jair em 2018 está bem longe de Flávio Bolsonaro. Sabe quem elegeu Jair? O povo! Você vota em Flávio Bolsonaro? 1-Sim 2-Não
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Pri
Pri@Pri_usabr1·
Messi chorando após Argentina perder a Copa do Mundo para a Espanha
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Allan Dos Santos
Allan Dos Santos@allanconta5·
Jogador argentino Paredes não aceitou perder e partiu pra cima do jogador espanhol Gavi após o jogo da final.
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🇧🇷 VLOGDOLISBOA@VlogdoLisboa·
Hora de Resgatar o nosso Brasil 🇧🇷
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LIBERTEM BOLSONARO
・ Ice ・  Ⅹ ・@IceXTruths

A ÚLTIMA GRANDE ENTREVISTA ANTES DO CERCO Vista hoje, a entrevista concedida por Jair Bolsonaro ao Poder360 não parece apenas uma conversa jornalística. Parece o registro político de um homem que já percebia o fechamento gradual das portas ao seu redor. Durante mais de uma hora, Bolsonaro não fala como alguém preparando sua aposentadoria. Fala como acusado, líder político e candidato que se recusa a entregar antecipadamente o próprio lugar na história. O eixo central da entrevista é sua defesa no processo sobre a suposta tentativa de golpe. Bolsonaro insiste que nunca agiu fora da Constituição, contesta a associação entre sua conduta e o 8 de janeiro e repete que estava nos Estados Unidos durante as depredações. Questiona a ausência de armas, tropas, tanques ou qualquer tomada efetiva do poder e sustenta que reuniões e discussões administrativas foram transformadas em conspiração. Sua argumentação não é construída apenas com linguagem jurídica. Bolsonaro usa o absurdo para demonstrar o que considera absurdo. Compara a acusação à obrigação de provar que não matou um marciano e ironiza que só faltaria responsabilizá-lo por “engravidar a baleia”. O humor, porém, não esconde o peso da situação. Por trás das frases está um homem de 70 anos falando repetidamente sobre condenação, prisão, saúde e liberdade. Outro ponto profundo é sua crítica ao próprio desenho do julgamento. Bolsonaro questiona a concentração das funções de investigador, vítima, relator e julgador dentro do mesmo ambiente institucional. Ao mencionar Alexandre de Moraes, a Primeira Turma do STF e a impossibilidade de recorrer a uma instância superior, ele tenta deslocar o debate da pergunta “houve golpe?” para outra ainda mais incômoda: existe devido processo quando o destino do réu parece decidido antes da sentença? A entrevista também revela que o tarifaço americano nunca foi, para Bolsonaro, uma questão exclusivamente comercial. Ele interpreta a pressão de Donald Trump como parte de um conflito maior envolvendo liberdade de expressão, decisões contra empresas americanas, aproximação de Lula com regimes autoritários, enfraquecimento do dólar e expansão chinesa. Bolsonaro afirma ser contrário às tarifas, mas considera que o governo Lula criou a crise ao provocar os Estados Unidos e destruir os canais de interlocução. Apresenta-se como alguém capaz de conversar com Trump e negociar uma saída, lembrando que teria evitado tarifas sobre o aço brasileiro durante seu governo. É nesse momento que a entrevista ganha dimensão geopolítica. Bolsonaro fala sobre os acordos assinados entre Brasil e China, terras raras, Amazônia, compra de propriedades rurais e dependência estratégica. Define a aquisição estrangeira de terras como uma “invasão silenciosa” e enxerga o Brasil sendo empurrado para um bloco econômico e político contrário ao Ocidente. Mas o trecho mais revelador talvez seja aquele sobre 2026. Bolsonaro afirma que continuará tentando registrar sua candidatura e se recusa a escolher antecipadamente um sucessor. Cita Tarcísio de Freitas, Romeu Zema, Ronaldo Caiado, Michelle Bolsonaro e outros nomes, mas deixa claro que a decisão final permaneceria em suas mãos até o último momento possível. Ao mesmo tempo, apresenta um projeto que vai além da Presidência. Sua verdadeira estratégia seria conquistar o Congresso, especialmente o Senado. Bolsonaro projetava eleger cerca de 120 deputados federais e 20 senadores pelo PL, formando uma maioria capaz de barrar indicações ao STF, fiscalizar os demais Poderes e restaurar o equilíbrio constitucional. Quando afirma que, com metade do Senado, poderia exercer mais poder que o presidente da República, ele revela ter compreendido uma lição tardia de seu próprio governo: sem força parlamentar, a Presidência pode ocupar o Palácio, mas não controla o destino institucional do país. A defesa da anistia aparece dentro dessa mesma lógica. Bolsonaro rejeita apresentá-la como benefício pessoal e insiste que ela deve alcançar os condenados do 8 de janeiro. Para ele, não se trata apenas de libertar indivíduos, mas de corrigir aquilo que considera uma ruptura na proporcionalidade das penas e na própria aplicação da Justiça. Há contradições na entrevista. Bolsonaro diz não cogitar prisão, mas fala dela repetidamente. Afirma ser contrário ao tarifaço, mas compreende a pressão exercida por Trump. Recusa-se a escolher um sucessor, enquanto avalia cuidadosamente todos os nomes disponíveis. Essas contradições não tornam a entrevista menor. Tornam-na humana. Revelam um líder tentando demonstrar confiança enquanto calcula todas as possibilidades de um futuro que já não controlava completamente. Três dias depois da gravação, a Polícia Federal faria buscas em sua residência. Bolsonaro receberia uma tornozeleira eletrônica, perderia o acesso às redes sociais e seria proibido de falar com Eduardo e de manter contato com autoridades estrangeiras. Por isso, aquela conversa adquiriu um significado que não possuía quando foi transmitida. Tornou-se o último grande retrato de Bolsonaro ainda falando livremente, organizando sua defesa, desenhando 2026 e alertando que o processo não terminaria nele. A frase que resume toda a entrevista não é sobre Trump, Lula ou eleições. É sobre o futuro: “Hoje sou eu. Amanhã será outra pessoa. Eles não vão parar por aí.” Não era apenas uma defesa pessoal. Era um aviso.

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Paulo de Tarso
Paulo de Tarso@paulodetarsog·
Uma jovem pagadora de impostos precisou se humilhar conseguindo uma liminar que obrigasse o governo a disponibilizar a medicação que garantiria o seu tratamento contra o câncer e acabou morrendo sem receber o medicamento enquanto o SUS realiza cirurgias de "mudança de sexo". Viva o SUS! ✊🏻
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Flávio Bolsonaro
Flávio Bolsonaro@FlavioBolsonaro·
Peço que os servidores da PF que estariam à minha disposição sejam destinados, imediatamente, para a investigação do roubo dos aposentados do INSS. Se a desculpa oficial do chefe da PF para não investigar lulinha - acusado de receber mensalinho do Careca do INSS - foi a falta de efetivo, quero dar a minha contribuição para que o dinheiro roubado no governo lula seja devolvido aos aposentados. Além disso, não confio no atual chefe da PF. Não vou correr o risco de ele próprio infiltrar pessoas na minha campanha. A partir de 2027 nossos Policiais Federais serão valorizados, voltarão a ter autonomia para trabalharem e investigarem bandidos, ao invés de receberem ordens pra perseguir opositores de lula. Fonte: g1.globo.com/google/amp/pol… Ps.: o título da matéria é o original, mas a foto foi editada.
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Thom 🇧🇷 🔪
Thom 🇧🇷 🔪@94tome14·
➡️ Isso daqui é o maior exemplo da doença mental da "direita limpinha". Enquanto o Flávio tá mostrando o absurdo doa preços do mercado, a Tucaína tá preocupada com palavrão e ele mostrando as marcas dos produtos. Kkkkkkkkkkk 🤡
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