Yakubu

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@nyokodo

I'm just some lonely ghost.

Katılım Temmuz 2023
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Yakubu
Yakubu@nyokodo·
I have a request for you all. When you pray, please consider asking for the intercession of Nagai Takashi and his wife Midori. They led me onto the path I am on today, and I dearly desire for them to get the recognition they deserve.
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Yakubu
Yakubu@nyokodo·
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Yakubu
Yakubu@nyokodo·
I reject bourgeoisie liberalism, I support Ricardo Sranaj-Gupenchka, he was a DSA candidate for Senate in 2024, he was waaaay more based than Chuck Schumer, he even support trans rights, the edgiest thing in the universe, took a lot of guts and Moxy
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Catholicism in East Asia
Catholicism in East Asia@TheChurchInAsia·
The France-Asia Research Institute (IRFA) has released a new website featuring archives documenting the many decades of missionary work of the Missions étrangères de Paris (MEP) in China.
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Vitor
Vitor@adamskaoclt·
MOLINA DEFENDIA A ESCRAVIDÃO? ENSINANDO ALGUNS CONCEITOS BÁSICOS ANTES DE SAIR MANDANDO TRECHOS EM LATIM. Gostaria de fazer um texto maior acerca desse assunto, mas, enquanto o tempo nos permite, temos isto. Peço perdão pela falta de referenciação das citações, mas tenho certeza que os bem sabidos a quem este texto se dirige os tem na ponta da língua. Publicarei em breve também um texto mais sóbrio acerca das posições de Molina acerca da escravidão em geral, que está longe de ser incriticável, mas que de NENHUM MODO se põe como alguém que apoiou a escravidão -- especialmente se pensarmos da escravidão da época das grandes navegações. É possível acusar diversos salmantinos de diversas coisas, não há pior teólogo a se acusar, todavia, que Luís de Molina. Esses trechos, por mais grotescos que sejam, não o acusam de forma alguma -- como o autor da postagem desonestamente insinua -- como alguém que supostamente "se alinha aos poderosos" e teria defendido a legitimidade da escravidão colonial. Nada disso é mais antagônico ao teólogo que quase foi excomungado, não fosse pela graça de Deus, e que morreu com medo de ser queimado na fogueira pela Inquisição, e só após sua morte teve sua obra e teses vindicadas. PRIMEIRO, algumas nuances do pensamento jurídico de Molina (texto principal: De Justitia et Jure, II, disps. 32-40) e como ele considerava a escravidão EM GERAL. A fundação do pensamento jurídico de Molina (e esse é o caso para vários outros) se baseia na distinção rigorosa entre Direito Natural (Ius Naturale) e Direito das Gentes (Ius Gentium que era, basicamente, o direito romano). Segundo D. Simmermacher, "A justificação teológica e moral das aspirações expansionistas levou não raramente a rupturas na argumentação (não apenas em Molina), quando se tratava de conciliar interesses contraditórios" (Eingentum als Subjektives rechts bei Luis de Molina, cap. 5). Molina crê, seguindo sua teologia da graça que, em estado natural, todos os homens são livres. Isso significa que ninguém é escravo por natureza. Para antecipar, Molina crê que a escravidão ou servidão perpétua é uma imposição acidental que jamais revoga a essência da lei natural, embora possa altere sua aplicabilidade prática. Para compreender como algo pertence ao ius naturale, Molina estabelece três modos fundamentais, 1) Intrinsice mala, i.e., atos que são intrinsecamente maus pela própria natureza, independentemente de qualquer circunstância ou vontade superior (caso clássicos dos Dez Mandamentos). 2) Razão Formal e Contingência de Circunstâncias, i.e., atos que, embora pareçam pertencer à lei natural imutável, podem ter sua natureza alterada por circunstâncias extremas ou permissão divina, pra isso ele cita o exemplo do sacrifício de Isaac ou o despojamento dos egípcios pelos israelitas; aqui, a mudança nas circunstâncias --e essa é a principal questão, a de que a escravidão foi introduzida pelo ius gentium, e não pelo ius naturale, como punição em guerras justas por exemplo -- altera a licitude do ato sem anular o princípio natural original. 3) Licitude Condicionada pela Prudência, i.e., atos que são lícitos em si mesmos, mas tornam-se ilícitos devido a circunstâncias específicas, é o caso do recorrente exemplo da devolução de uma arma ao seu dono (ato de justiça comutativa) se o dono está em estado de furor e pretende usá-la para o mal, o ius naturale obriga a retenção da arma. A escravidão para Molina surge como uma concessão do direito romano ou direito das gentes como uma de pena para os vencidos em um guerra JUSTA, como uma sentença para um crime muito grave (ele usa casos específicos da época), e em casos de sobrevivência (seria lícito, para ele, vender a liberdade). Assim, para Molina: "servitutem esse constitutionem iuris gentium, qua quis dominio alieno contra naturam subicitur" tradução: a escravidão é uma instituição do direito das gentes, pela qual alguém é submetido ao domínio de outrem contra a natureza (ênfase adicionada). Desse modo, as descrições das punições "válidas" aos escravos NÃO SE REFEREM AOS ESCRAVOS AFRICANOS, POIS A PRÓPRIA ESCRAVIDÃO DELES É ORIUNDA DE GUERRAS INJUSTAS! SEGUNDO, agora nos perguntamos, como Molina considerou a escravidão de sua época? Os acadêmicos modernos, desde a primeira metade do século XX (B. W. Dempsey, S.J., Schumpeter, etc.) até hoje em dia (D. Alonso-Lasheras, S.J., F. B. Costello, M. Kauffman, D. Simmermacher), enfatizaram que um dos diferenciais de Molina em seus estudos jurídicos foi o de ter ido na contramão do preconceito do raciocínio casuístico e escolástico como abstratista. Molina buscou fez pesquisa "empírica" nos portos de Lisboa e através de diálogos com missionários e mercadores. Sua análise do tráfico baseia-se em relatos diretos dos Bispos de São Tomé e Cabo Verde, para ele, havia UM ABISMO entre a teoria legal e a prática de fato da lei. ASSIM, com base na própria pesquisa, diz Molina por exemplo que: "Uma vez que não se deve fazer o mal para que o bem advenha, e uma vez que os que os trazem não visam ao seu bem espiritual, mas ao seu próprio bem temporal, não é lícito aprovar esse comércio [de escravos] além do que a justiça e a caridade permitem; e permitir isso [em maior escala] também não será permitido aos bispos de Cabo Verde e São Tomé, aos confessores ou àqueles que seguram o leme desse reino [Portugal]". Interessantíssimo alguém atender ao interesse dos poderosos dizer isso justamente do reino no qual habitava e no qual a escravidão desempenhava uma parte tão importante da economia. E "[...] se servos idôneos do Evangelho fossem enviados àquelas nações bárbaras e estas fossem convertidas à fé em seus territórios, então os piedosos deveriam de fato antes recomendar a liberdade desses homens miseráveis e favorecer essa liberdade. E a escravização de qualquer um deles não pode ser permitida a não ser quando for evidente tal qual a luz do sol que é justa, em primeiro lugar porque a causa da liberdade, que é a coisa mais piedosa [que existe], deve ser sustentada em si mesma, e em segundo lugar também porque isso seria muito útil para que a nossa fé e os costumes cristãos se difundissem por aquelas regiões. Mas, se nos importássemos com o que é de Deus e nos contentássemos com outras relações comerciais justas com aqueles povos, certamente Deus, o generoso remunerador de boas obras, nos abriria muitas minas de ouro e prata naquelas regiões e, por meio da agricultura, que poderia prosperar tanto ali quanto na ilha de São Tomé, bem como pelo múltiplo uso de outras coisas, substituiria o lucro obtido com os escravos e, ao mesmo tempo, protegeria todos os nossos assuntos. Mas ainda que não houvesse outro ganho além do de que as consciências estejam seguras da perdição eterna, ainda assim apenas esse [ganho] deveria ser suficiente [...]". (ênfase adicionada). Ou, de forma mais definitiva, para satisfazer o esnobismo dos latinistas: "Mihi longe verosimilius est, negotiationem hanc emerium eiusmodi mancipia ab infidelibus illis in locis, eaque inde asportantium, inustam, iniquam esse. [...] qui horum omnium confessiones audiunt. [...] omnesque qui illam exercet, lethalither peccare, esseque in statu damnationis aeternae, nisi quem invincibilis ignorantia excuset, in quam neminem eorum esse affirmare auderem" Tradução: Para mim, é muito mais verossímil que esse comércio daqueles que compram tais escravos dos infiéis naquelas regiões e os transportam dali seja injusto e iníquo. [...] [a partir das notícias] daqueles que ouvem as confissões de todos estes. [...] e que todos os que o exercem pecam mortalmente e se encontram em estado de condenação eterna, a menos que alguma ignorância invencível os escuse, ignorância esta que eu não ousaria afirmar que qualquer um deles se encontre. Luís de Molina foi contra a escravidão.
Woke Beria 🇬🇪@realLPBeria

Big-name 1500s Jesuit theologian Molina said it was okay to “moderately” burn your slaves with hot oil. This was taken up by a number other major early modern Spanish moral theologians.

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Yakubu
Yakubu@nyokodo·
When is we getting a Pope Hormisdas II?
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Yakubu
Yakubu@nyokodo·
I'm going to Japan to do a language study program next summer. If that goes well, I'll also do my graduate studies in the country.
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Yakubu
Yakubu@nyokodo·
@orchidcide My grandma did this once (inside our house) when she lived with us. She's quite skilled but unfortunately life circumstances meant she was never able to have an artistic career.
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Logan J. Penn 🌺
Logan J. Penn 🌺@AmericanMosley·
John Brown. You might hate him. Might think he was crazy. But he was a white boy with a plan and a goal. And he was moving. Much to learn.
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Yakubu
Yakubu@nyokodo·
@epekeina0 Happy birthday! Hang in there, old man.
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epekeina
epekeina@epekeina0·
I’m 22 years old now. I also graduated today. My life is basically over!
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Saint Dymphna's Hospice
Saint Dymphna's Hospice@SDhproject55·
According to the 1962 calendar, today is kept as Saint Dymphna's feast day. Today we offer up a prayer for all those that continue to struggle with mental health and mental illness. More from the SDH project very soon. Saint Dymphna, pray for us!
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Yakubu
Yakubu@nyokodo·
I think the amount of stress I take in on a daily basis is aging me prematurely. My hair is falling out and my vision keeps getting worse.
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