érica, secretária geral da curraleira

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@pasmaceira

Ex-operadora de caixa do Continente Bom Dia da Avenida Defensores de Chaves. Opinions are mine and not from Sonae.

Portugal Katılım Ekim 2014
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Daniela
Daniela@danielafcr_back·
Ora bem, deixa me cá pensar, se calhar de não se se ter dinheiro para pagar esses cafés e bares ótimos como única tivemos, enquanto as alternativas desaparecem da cidade
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Tambor
Tambor@Tambor_Thumper·
Isto é remotamente real?! Um deputado assina um contrato de exclusividade (“e bem”?!) com um canal de tv deixando assim a sua voz/daqueles que representa à mercê de decisões “editoriais”? Esta gente não se inventa
Isabel Moreira@IsabelLMMoreira

Tenho um acordo de exclusividade com a @cnnportugal . Assim sendo, não posso aceitar convites para ir à @SICNoticias , por exemplo . E bem. Acontece que a @cnnportugal não me chama há meses. Tive em mãos imigração, nacionalidade, trans, mas, como comentadora, nunca fui chamada. Logo, calou-me. A @cnnportugal silenciou- me. Meses a fio. E há lá jornalistas que sabem do que falo. Fui uma vez. Pedi ajuda. Fui explicando a quem de confiança o dilema. Estou presa a um contrato. Não posso ir à @SICNoticias . Mas se vocês não me chamam, eu estou censurada. Ao fim de meses disto, recebi, não um telefonema, mas um mail a dizer que não contam mais comigo .Agradeco muito o ter colaborado com a @cnnportugal .

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João Zamith
João Zamith@jl_zamith·
Eu acho que deputados não deviam ter contratos de exclusividade com empresas de media que condicionam onde e quando podem falar e que assinar um desses contratos é de longe a parte mais grave desta história.
João Zamith tweet media
Isabel Moreira@IsabelLMMoreira

Tenho um acordo de exclusividade com a @cnnportugal . Assim sendo, não posso aceitar convites para ir à @SICNoticias , por exemplo . E bem. Acontece que a @cnnportugal não me chama há meses. Tive em mãos imigração, nacionalidade, trans, mas, como comentadora, nunca fui chamada. Logo, calou-me. A @cnnportugal silenciou- me. Meses a fio. E há lá jornalistas que sabem do que falo. Fui uma vez. Pedi ajuda. Fui explicando a quem de confiança o dilema. Estou presa a um contrato. Não posso ir à @SICNoticias . Mas se vocês não me chamam, eu estou censurada. Ao fim de meses disto, recebi, não um telefonema, mas um mail a dizer que não contam mais comigo .Agradeco muito o ter colaborado com a @cnnportugal .

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@jose_9maria Antes disso não tenho memória, mas conheço bem o drama que passavam doentes com VIH na altura do Passos. Vários interrompiam a medicação (com as consequências associadas) e até recebiam medicação avulsa.
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José Maria
José Maria@jose_9maria·
@pasmaceira isso começou com o passos coelho, q limitou os stocks de medicamentos nos hospitais, e nunca foi corrigido. lamento imenso q tenham de passar por essa aflição. votos q tudo se resolva a tempo e horas. coragem.
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o meu pai é doente cardíaco, faz medicação hospitalar e esta não pode ser substituída por outra. fez como de costume o pedido mensal à farmácia hospitalar e a medicação nunca chegou. há ruptura de stock, mas só soubemos isso ao ligar à farmácia.
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@Sarah_VParker Sim, os médicos com quem falei fizeram questão de me descrever a péssima situação de trabalho daqueles que estão nas farmácias hospitalares. a situação parece de ruptura e total esgotamento dos profissionais
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Sarah V Parker
Sarah V Parker@Sarah_VParker·
@pasmaceira De qualquer modo, não sei de que medicamento estamos a faltar, nem que procedimentos existem em cada instituição. Ao fim do dia, temos de prestar contas a uma ADMIN. mas isso são assuntos que não cabem ao doente saber. Infelizmente, é o que temos. Não é bom. Eu sei 🥺
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@Sarah_VParker Eu estou a falar da farmácia hospitalar. O procedimento que ele segue é de envio de um e-mail mensal para a FH para que esta encaminhe a medicação para levantamento na FC. Com ruptura de stock não foi apresentada solução pela FH, mandaram falar com o médico.
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Sarah V Parker
Sarah V Parker@Sarah_VParker·
@pasmaceira A dura realidade dos medicamentos esgotados não é agradável para ninguém. Há muito trabalho a desempenhar e dispensar metade do turno "à cata" do medicamento X (e Y, e Z, e H) é exaustivo e nós profissionais gostaríamos de ver este assunto resolvido...
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@a_john hei de ficar senil e lembrar-me do momento em que estava em choque tipo a raposa, incapaz de me aguentar de pé devido às hemorragias e estar aos pés da cama a tentar separar algum fio de cabelo do nó gigante que tinha em cima do crânio
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a_john
a_john@a_john·
eu sei que vocês passam tormentos inacreditáveis, mas imaginem ir ao ginásio sem um elástico de cabelo. Nunca ninguém compreenderá o meu sofrimento.
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@robrodrpinto acho que é mesmo esse o caso. é uma medicação de última linha e a atual caixa que tem em casa está escrita em romeno! o médico confirmou hoje que ele não pode tomar nenhum outro medicamento e eu não quero seguir a sequência lógica dessa informação.
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Roberto Pinto
Roberto Pinto@robrodrpinto·
Não sei o que é, mas das hipóteses que conheço que batem certo com a descrição que fazes, a questão é mesmo a dificuldade de acesso pq são medicamentos que já não existem em Portugal e na maioria dos países. Mas lá está, como é que na há uma estratégia de procurement central para estes casos e sobretudo como é que não se informam pro-ativamente as pessoas, e se dá informação e até alternativas (que às vezes há e seguras) A verdade é que os serviços fazem geralmente um genuíno esforço para ir arranjar caixas ao fim do mundo, mas depois há esta parta da comunicação e precisão que falha. Além da cena de ser o médico a ter que andar a pedir que não lembra ao diabo (mas é dia a dia e tb é por causa destas cenas que o pessoal se põe a andar)
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