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hasegawa
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hasegawa
@producedbydef
basicamente dou RT’s e algumas vezes emito opiniões irrelevantes 🌴 ISFP-T
MINGYU - JENNIE Katılım Nisan 2010
198 Takip Edilen89 Takipçiler
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Se colocarem isso no Brasil os times não vão ter nem jogadores pra jogar kkkkk
POPTime@poptime
QUEREMOS NO BRASIL! A Argentina agora está PROIBINDO a entrada de devedores de pensão nos estádios de futebol.
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protestar contra a imigração quando seu país ficou uns 500 anos colonizando os mundo é irônico demais
SPACE LIBERDADE @NewsLiberdade
🚨AGORA - Milhares de pessoas saem às ruas do Reino Unido para protestar contra a imigração
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Nesse filme, uma criança morre porque fez barulho com um brinquedo
E eu sinceramente acho que foi exatamente aí que Um Lugar Silencioso ganhou o público. Porque o filme não perde tempo tentando explicar tudo devagar ou construir tensão aos poucos. Ele simplesmente pega o espectador pela garganta nos primeiros minutos e deixa uma regra muito clara: naquele mundo, qualquer som pode matar você.
Depois dessa cena, o jeito de assistir muda completamente.
Você para de assistir como alguém vendo um filme de terror normal… e começa a observar cada detalhe como se estivesse tentando sobreviver junto com os personagens. O simples ato de andar descalço vira tensão. Respirar fundo parece perigoso. Derrubar qualquer objeto no chão começa a dar ansiedade real.
E eu acho muito interessante como o filme consegue transformar coisas extremamente comuns em fonte de medo. Porque não é um terror baseado em monstros aparecendo toda hora. O desconforto vem da ideia de que qualquer erro humano simples pode destruir tudo.
Uma tosse.
Um piso rangendo.
Um prato quebrando.
Uma criança chorando.
Coisas normais da vida viram ameaça de morte instantânea.
E talvez seja justamente isso que deixa a experiência tão diferente.
Eu lembro claramente da primeira vez que assisti no cinema e perceber algo estranho acontecendo na sala inteira: ninguém fazia barulho. Não era exagero. Parecia que o próprio público tinha entrado nas regras daquele universo sem perceber. Pessoas evitavam abrir embalagem de comida, evitavam comentar cenas, evitavam até se mexer demais.
Pouquíssimos filmes conseguem criar esse tipo de imersão coletiva.
E o mais curioso é que Um Lugar Silencioso faz praticamente o oposto do que Hollywood costuma fazer hoje. Enquanto a maioria dos blockbusters tenta manter atenção através de explosão, trilha sonora alta e estímulo constante, esse filme aposta justamente no vazio. No silêncio. Na espera.
Só que esse silêncio nunca parece confortável.
Ele parece pressão psicológica acumulando o tempo inteiro.
Tem cenas que fazem você prender a respiração involuntariamente porque o filme convence seu cérebro de que qualquer mínimo som pode dar errado. E quanto mais a história avança, mais você percebe que o verdadeiro terror não está só nas criaturas… mas na impossibilidade de viver normalmente.
Porque imagina existir em um mundo onde você não pode gritar quando sente dor. Não pode correr fazendo barulho. Não pode chorar alto. Não pode deixar um filho brincar livremente. Não pode nem sofrer do jeito natural do ser humano sem correr risco de morrer.
No fundo, acho que o filme funciona tão bem porque ele pega uma coisa invisível e transforma em ameaça constante: o próprio som da vida humana.
E talvez seja por isso que tanta gente saiu do cinema lembrando mais da tensão do que dos monstros em si. Porque depois de um tempo, as criaturas quase viram detalhe. O que realmente fica é aquela sensação sufocante de viver tentando não existir alto demais.
🎬: Um Lugar Silencioso (2018)
📺: Netflix e Paramount+
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@BarbieDeBem @sheerloki Karine assiste isso eu to me cascando de rir desde de manhã
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É sempre assim.
Tava bonzinho.
Ai começa a surgir denúncia, pautas negativas, começa o AI AI AI MINHA BARRIGA AI AI AI ME SEGURA SENÃO EU CAIO
exame@exame
Relatório médico aponta instabilidade no equilíbrio corporal de Bolsonaro exame.com/brasil/relator…
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“Nem todo tubarão ataca, mas você entraria no mar sem medo?”
Foi com essa comparação que Juvi Chagas explicou por que tantas mulheres vivem em estado de alerta constante. Em uma sociedade onde casos de assédio, violência e feminicídio acontecem diariamente, o medo não nasce do exagero, nasce da repetição, dos dados e das experiências vividas por milhões de mulheres.
O debate levantado por Juvi escancara uma realidade desconfortável: quando a violência masculina está em toda parte, o medo também acaba estando.
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