Raphael Zarko

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@raphazarko

No Instagram: @raphazarkon / Jornalista

Rio de Janeiro, Brasil Katılım Mart 2010
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Felipe Lobo
Felipe Lobo@felipelobo·
Um vídeo de fã, feito de graça, emocionou mais o Brasil do que o vídeo oficial da CBF. A diferença não foi orçamento — foi o que cada um podia prometer sem prestar contas. E o vídeo sobre o Neymar cobra um preço: reescreve a carreira dele: buff.ly/VMXzhJM
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Bruno Murito
Bruno Murito@brunomurito·
🚨André Sica, advogado de Marcos Lamacchia, diz que negociação para venda da SAF do Vasco deve ser totalmente concluída em 2027, mas afirma: "O investidor vai se responsabilizar pelo fluxo de caixa e pelos eventuais gastos dessa janela atual" Segundo Sica, 777 e possível conflito de interesses não preocupam. Leiam a entrevista completa no ge. ge.globo.com/futebol/times/…
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Lance!
Lance!@lancenet·
FLAMENGO QUER DERRUBAR NEGOCIAÇÃO VASCAÍNA! 🔴⚫💢 Segundo o jornalista Rapahel Zarko, o Flamengo acionou a Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (ANRESF) para analisar as negociações entre Vasco da Gama e Marcos Lamacchia pela compra da SAF vascaína. O rubro-negro cita um artigo e uma seção referente a multiclubes. Acredita que o Mais Querido vai derrubar o planejamento do rival? #redes6 #LanceInforma
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Raphael Zarko
Raphael Zarko@raphazarko·
🚨Flamengo aciona agência da CBF por veto à operação de Vasco e Lamacchia ANRESF também já procurou o Vasco para pedir esclarecimentos sobre negociação de venda da SAF ge.globo.com/futebol/times/…
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Raphael Zarko
Raphael Zarko@raphazarko·
Nova comissão de arbitragem decide acabar com reuniões semanais às segundas-feiras e anuncia que vai passar a dar retorno aos clubes em prazo de até 10 dias úteis ge.globo.com/futebol/lista/…
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Planeta do Futebol 🌎
Planeta do Futebol 🌎@futebol_info·
🚨🏟️ ATENÇÃO! Maracanã pode ficar indisponível por longo período antes da Copa do Mundo Feminina de 2027. O assunto virou motivo de divergência entre a FIFA e o Consórcio Fla-Flu. A FIFA enviou um ofício ao Governo do Rio de Janeiro pedindo intervenção após o Consórcio Fla-Flu questionar prazos do contrato de uso do estádio. Isso porque o documento prevê 28 dias de proteção do gramado antes do primeiro jogo, além de 5 dias depois. OS CENÁRIOS: • Se o Maracanã sediar só a final (25/07/2027): indisponível de 27/06 a 30/07 (33 dias) • Se também sediar a abertura (24/06/2027): indisponível de 27/05 a 30/07 (64 dias) Por enquanto, o Maracanã receberá apenas a final, mas também é candidato para sediar a abertura. Flamengo e Fluminense tentam reduzir o período de preservação do gramado, para não ficarem sem o Maracanã por mais tempo até a paralisação do calendário do futebol masculino. A Copa será realizada de 24 de junho a 25 de julho. 🗞️ @geglobo | @raphazarko 📸 Rafael Ribeiro/CBF
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Jornal do Fla - Notícias do Mundo Rubro-Negro
🚨 Maracanã pode ficar indisponível por semanas antes da Copa do Mundo Feminina de 2027 A Fifa enviou ofício ao Governo do RJ pedindo intervenção após o Consórcio Fla-Flu questionar prazos do contrato de uso do estádio. Isso porque o documento prevê 28 dias de proteção do gramado antes do primeiro jogo no estádio, mais 5 dias depois. Se o Maraca sediar só a final (25/07/2027): indisponível de 27/06 a 30/07. Se também sediar a abertura (24/06/2027): indisponível de 27/05 a 30/07. Como o Brasileirão deve seguir até perto do início da Copa Feminina, o Flamengo corre o risco de precisar atuar em outro estádio nesse período. A alegação é que o período pode prejudicar também os requisitos mínimos da concessão junto ao Governo, gerando multa ou outras penalidades financeiras. Outro ponto de atrito é sobre as obras de adaptação do estádio. A Fifa cobra o atualizações, e o Consórcio afirma não ser o responsável por esses investimentos. Vice-presidente do Flamengo, Flávio Willeman também é secretário-chefe da Casa Civil do RJ e foi citado no ofício da Fifa. Ele se declarou impedido de atuar em qualquer assunto relacionado ao clube ou ao Consórcio Maracanã. 🗞️ @raphazarko | ge 📷 Wagner Meier/Getty Images
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Julio Cesar Cardoso
Julio Cesar Cardoso@SheeDJulio·
A meta é igualar o que a Argentina fez no modo churrasco no ciclo pós-2022…
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Raphael Zarko
Raphael Zarko@raphazarko·
🚨Período de “Proteção do Gramado” é de 28 dias. Fifa pede auxílio para “efetivo cumprimento às obrigações assumidas” Fifa quer ainda “renovações (permanentes e complementares)” do estádio. Governo estadual e municipal vão dividir a conta ge.globo.com/futebol/copa-d…
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Raphael Zarko
Raphael Zarko@raphazarko·
As propagandas em Copas. Avanços tecnológicos, ascensões e quedas de setores da economia, de regimes - democráticos ou não. De rádio à internet. Tem Pernambucanas, padaria, joalheria, multinacional, conglomerados. Um mundo Lá no @raphazarko
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Raphael Zarko
Raphael Zarko@raphazarko·
Este vídeo no Instagram @raphazarkon tem mais de 423 mil visualizações e uns 600 comentários dizendo que a imprensa escondeu o jogo de Neymar - vídeo esse que viram na imprensa rs - e com variações do tipo “nem Noé” (carregou tanto animal, eu completo). Reações curiosas.
Raphael Zarko@raphazarko

Neymar de braços abertos pedindo a bola em vão. A cena rara se repetiu ontem na sua última aparição em Copa. É o fim da série “Brasil visto de cima”, na versão a eliminação.

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Caio Alves
Caio Alves@CaioAlves·
@raphazarko Em 2022? Não sei se usou de exemplo ou se foi coincidência, mas lembrou.
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Caio Alves
Caio Alves@CaioAlves·
Revisto Brasil 1–2 Noruega. Admiro quem consegue apenas desligar e continuar. Em jogos assim, preciso ver uma, duas vezes, para organizar as ideias e opiniões. Deixo as minhas em sequência. Estratégia do Brasil: Ao contrário do que foi o segundo tempo contra o Japão, o foco era chegar por baixo. Enviar bolas para a área seria inviável. A ideia era que a Noruega fornecesse campo aberto para enfrentamentos. No arranque e na velocidade, ganharíamos. O que Carlo Ancelotti talvez não esperasse era que a Noruega não subiria o bloco como de costume. O próprio Davide falou sobre isso no intervalo, esperando que o Brasil aumentasse a agressividade. Estratégia da Noruega: Aqui, é aplaudir Stale Solbakken. Sabendo que o ponto forte brasileiro era o campo aberto, escolheram uma posse propositalmente morta. Quebrar o ritmo, não dar "bolas vivas". O controle do jogo e a alta posse foram consequência. O método era diminuir os segundos e causar tédio, digamos assim. Patrick Berg e Martin Odegaard foram os destaques por causa disso. Soberanos. Primeiro pênalti: Rayan recupera a posse e Bruno Guimarães se permite usar a esquerda de novo. A janela lateral-zagueiro, ponto fraco norueguês, estava larga. Gabriel Martinelli a atacou e achou Matheus Cunha. Até a batida, espera e conversas. Claramente havia um responsável pré-determinado, que era Guimarães. Mas pergunto: por qual motivo? Histórico: Na coletiva, Carlo Ancelotti se apoiou nos treinamentos e nos números para priorizar Bruno Guimarães. É justo e entendível. Mas existe o outro lado. Guimarães tem histórico de se abalar mentalmente com erros. Não é um padrão, nem sempre acontece, mas acontece. Consideraram que ele poderia perder o pênalti e, por consequência, o foco? Por sorte, aconteceu o contrário. Mérito de Bruno. Treinos: Não existe regra nem manual no futebol. Nunca haverá. Pode-se converter 20 de 20 batidas em um campo silencioso, sem pressão nem adversário. A vida real sempre vai te engolir. Nos últimos seis pênaltis de Bruno Guimarães, cinco foram em altura média-baixa. Como era nos treinos? Pergunto de novo: por que ele? O pênalti: Sobre o lance em si, responsabilidade dividida. Por parte de Bruno Guimarães, uma batida muito, muito ruim, na altura em que está mais acostumado. Por parte de Orjan Nyland, mérito por ter permanecido até o último passo. Guimarães escondeu o pé até o último segundo, mas a mecânica do corpo o entregou. Por ter esperado na linha, Nyland levou vantagem. Quem cobraria: Já que Carlo Ancelotti quis se apoiar em números, fomos (DataESPN) atrás deles. Desde julho de 2025, entre os que estavam em campo, Rayan foi quem teve o melhor desempenho em pênaltis (4 de 4 ou 100%). Seguido por Vini Jr (5 de 7 ou 71,4%) e, então, Bruno Guimarães (2 de 3 ou 66,7%). Para mim, nesses casos, precisa haver hierarquia, mas com permissão para priorizar quem assume a responsabilidade. Pênalti é mais emocional do que qualquer outra coisa, além do estudo prévio. Para mim, Vinicius deveria ter tomado a iniciativa. Respeito quem assume e erra, mas não quem se diminui. Contundência: Fato é que o Brasil produziu para vencer. Não foi o jogo perfeito, mas foi um jogo para ganhar. No primeiro tempo, teve dois lances de campo aberto. No segundo, o principal, de Endrick. Não pode perder. É assim que se chama o adversário e se perdem partidas. Tudo conspirou contra, infelizmente. Prova disso é o cruzamento de Casemiro nos últimos minutos. Fosse por baixo, e não pelo alto, chegaria no pé de Neymar, apenas para completar. Paciência. Mais uma Copa do "se". Erling Haaland: Foi depois do primeiro hydration break que tudo mudou. Não havia tocado na bola desde então. Após a pausa, passou a entrar no jogo (incomodar os zagueiros e simular arranques). Não necessariamente para ser buscado, mas para gerar caos e deixar a linha insegura. Conseguiu. Gabriel Magalhães: O zagueiro era a principal referência. Marquinhos ajudou na cobertura, mas a responsabilidade era sua. Estava bem até os 47 minutos. Perdeu o primeiro duelo no corpo e foi salvo por Alisson. Dali em diante, não o vimos mais. Controle: No segundo tempo, Stale Solbakken assumiu que o jogo seria assim. E, se fosse para quebrar o ritmo, que colocasse dois jogadores que melhor se associassem (Andreas Schjelderup e Oscar Bobb). Erling Haaland passou a ser efetivamente procurado, sempre no ponto futuro para arrancar. Neymar: Técnica e diretamente, não teve culpa de absolutamente nada. Fez o que estava ao seu alcance. Quem convocou um atleta longe da plenitude é que precisa ser responsabilizado. Fato é que, com a entrada, o coletivo desmoronou. Acabou toda e qualquer competitividade defensiva. No 4-5-1, Endrick e Vini Jr passaram a defender o corredor. Ali, tudo mudou. Primeiro gol da Noruega: Do primeiro toque até o cabeceio, foram cinco minutos de passividade e nenhum senso de urgência. A bola rodou, entrou, saiu, voltou e ninguém saltou para recuperá-la. Nem mesmo para fazer falta. Foram dados 51 passes. Para atingir essa mesma quantidade, o Brasil precisou de 19 minutos no primeiro tempo. O lance: Houve três responsáveis pelo gol. Primeiro, Endrick, que deveria ter acompanhado David Wolfe e deixado Danilo com Andreas Schjelderup, mas, por não estar acostumado a esse papel, não leu corretamente. O segundo, Éderson, que entrou frio e sem foco algum. Saiu de sua zona para falar com os companheiros e chegou atrasado para cobrir Endrick ou ajudar Danilo. O terceiro, Gabriel Magalhães. Erling Haaland cansou de ganhar (no jogo e na carreira) duelos assim contra ele, mas continua sem saber as respostas. Segundo gol da Noruega: Mais uma vez, erro de Éderson. Ao invés de grudar em Haaland, que estava sozinho, preferiu cobrir Marquinhos em um duelo já controlado. O resultado foi liberdade e bola limpa no pé de quem não deveria ter tempo para pensar. Postura: A média de posse da Noruega foi de 42,9 segundos. Das 122 sequências engatadas, 58 (ou 48%) tiveram 9+ passes. Lembrando que estou falando da Noruega contra o Brasil, e não o contrário. Se acham normal que essa abordagem contracultural esteja sendo praticada desde a chegada do técnico, eu não acho. A má notícia é que vai continuar assim. Recomendo que assistam ao Everton e às últimas duas temporadas do Real Madrid sob sua gestão. Entrevista: Marquinhos, capitão, falou. Ainda no gramado, também entregaram a responsabilidade para Davide Ancelotti, que expressou não ter entendido, mas que estava cumprindo ordens. Davide, recordo, está de malas prontas para ser técnico do Lille. Aqui, é bem simples: se o técnico não quis falar antes da coletiva já agendada, que não enviasse ninguém da comissão. É ele ou ninguém mais. Para um conhecido gestor de alto escalão, faltou sensibilidade. Fosse pela Itália, talvez o cuidado seria outro.
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