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@rickfutt

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FRK@rickfutt·
@willkimen @olabocos Mas também acho que não precisava aprovar 72 leis feministas, só acho...
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.@willkimen·
@olabocos Se deixar, essa direita é capaz de ir no debate e falar publicamente que tem que acabar com o voto feminino, só para mostrar que tem aura.
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Debs
Debs@olabocos·
Eu gostaria MUITO que vocês perdessem esse tesão em voto feminino e começassem a olhar para as estruturas de poder e influência feminina de forma menos idealizada (coisa que o BAP por exemplo já entendeu). Mas essa é uma conversa que não pretendo ter em português.
Controversial Python da Silva@ControvPython

Débora, acho que passou da hora de tomar uma blackpill que a direita gringa (na inglaterra e nos EUA, por exemplo) tomou: o voto feminino, não importa quanta informação você dê, não importa quantos absurdos você exponha sobre a esquerda.... o voto feminino sempre será uns 50 a 70% pró-establishment. e hoje o establishment é progressista, irracional, antitradicionalista e anticristão. isso não impede que normies cristãs votem majoritariamente no establishment anticristão, com os argumentos mais frágeis que você possa imaginar: "é apenas o direito de cada um viver como quiser", ou "só porque pensa diferente não quer dizer que esteja contra mim". outro ponto: o establishment é abolicionista penal, ele quer que assassinos, latrocidas e est***adores sejam postos sempre de volta nas ruas. isso também não evita que o voto feminino seja majoritariamente favorável a essa política. no Brasil e nos EUA, eles arrumaram um espantalho para canalizar a revolta das mulheres contra abusadores: nos EUA, é a narrativa do Trump Jack, amigo do Epstein, o que implicaria que "votar contra Trump é votar contra abusadores e contra pedófilos", uma narrativa que cai por terra ao se examinar o histórico de juízes abolicionista/progressistas, e a nova legislação do estado da Virgínia, que elimina a pena mínima obrigatória para o est*pro. no Brasil, o espantalho é pior, é o pânico redpill/incel: supostamente o Raiam Santos falar as merdas dele é incentivo para matar mulheres e é o que está por trás das estatísticas de violência. seria cômico, ridículo, se não fosse o estado cognitivo/mental de pessoas com poder suficiente pra nos censurar e colocar na cadeia. o eleitorado feminino está votando na esquerda para condenar abusadores imaginários, enquanto fortalece os maiores facilitadores de abusos reais, concretos. acho q isso expõe uma realidade incômoda sobre a capacidade de senso crítico das mulheres como grupo demográfico: não importa a realidade concreta, os fatos concretos e suas consequências. ao avaliar algo que incomoda e que revolta, não há o encadeamento racional de causas e consequências, há apenas a reprodução cega (como papagaio) das opiniões chanceladas pelo establishment. de modo que, por exemplo, num bairro, você pode ter 99 crimes de determinado tipo, e 1 de outro, mas se as escolas, universidades, a televisão e o cinema só focarem no 1%, é contra esse que elas irão se revoltar. a segurança provida pela autoridade narrativa (o establishment) no plano subjetivo se sobrepõe a qualquer realidade objetiva. as mulheres em sua maioria se sentem mais seguras com est*pradores afegãos soltos do que com eles sendo executados, porque o sistema disse que executar est*pradores afegãos é perigoso e cruel. é a autoridade social, o consenso coletivista e corporativista, que determina o mal-estar ou o bem-estar, independente da violência física. isso tem raízes neurológicas. o mal-estar subjetivo, imaginário, ficcional, se torna mais significativo do que o mal-estar material, físico. há também um fenômeno psicológico, paralelo a isso, de encarar o Lúmpem como penalmente inimputável. funciona assim: o Lúmpem está num outro plano de existência, numa espécie de plano animal. ele é juridicamente tão inocente quanto um gato que te arranha. isso cria uma dinâmica que sufoca o homem comum, o homem que não é bandido, porque ele fica sobrecarregado por vigilância de falas e atitudes civis enquanto o homem sociopata não tem nada a perder e segue sua vida de crime com grandes mecanismos de leniência e atenuação ao cometer violência extrema. isso é análogo a uma tendência observada e reproduzida em menor escala em salas de aula: a autoridade feminina tem um viés favorável ao agressor contumaz e irrecuperável, e desfavorável à legítima defesa e ao "bom menino que revida". o agressor contumaz passa a figurar no inconsciente em outro plano, o da inocência animalesca. o não-contumaz ou o que apenas se defende figura no plano civil humano e é patrulhado e fiscalizado segundo uma régua moral civilizada. há um instinto e memória evolutiva que levam à retração em face da violência e expansão em face de conflitos orais. o eleitorado feminino majoritariamente se posiciona a favor de políticas de censura draconianas no debate civil, e lenientes no combate armado pela ordem pública e pela segurança. eu até acharia pertinente o pânico redpill/incel se o Brasil fosse alguma Noruega, se fôssemos um país rico e civilizado no qual as maiores preocupações seriam o que moleques de apartamento estão assistindo no youtube. mas nós temos peixes muito maiores pra pegar antes de nos preocuparmos com isso. o problema é que esses peixes estão no Lumpemproletariado, os animais inocentes. o Lumpemproletariado é um grupo blindado pelo establishment e pelas escolas. o establishment progressista proíbe você de condenar o Lumpemproletariado de forma proporcional a seus crimes. os esquerdistas são proibidos de condenar o cara pobre que eleva as estatísticas de violência. a massa feminina então adota uma postura rigorosa quando o assunto é combate oral, combate numa guerra de intrigas, patrulhar quem falou mal de quem, patrulhar quem tem preconceito com quem, quem ofendeu quem... e uma retração primal para a posição de cuidadora e nutridora quando o cenário é de guerra e de violência crua. é a sogra devoradora que é Leão de mesa de jantar, leão pra criar intriga e pra patrulhar relações interpessoais, mas que se encolhe toda caso comece uma pancadaria generalizada em algum lugar. o eleitorado feminino em sua maioria é basicamente Bope de Alphaville e enfermeira de Carandiru. ... e onde entram mulheres de direita como vc nessa história? defendo e acompanho o posicionamento de alguns movimentos que já existem, que já desistiram de tentar fazer com que o voto feminino nacional dê mais de 50% à direita em alguma eleição. isso nunca vai acontecer. o que acontece, realmente, é que por volta de 30% a 40% das mulheres são de direita, são mais racionais, aplicam isonomia civilizacional a todos, exigem condenação de agressores contumazes, não têm viés favorável a eles, têm empatia com homens comuns, concatenam causa e consequência de problemas reais, e reagem a eles de acordo, sem se deixar manipular pelas narrativas do establishment. a blackpill é: essas mulheres (de direita) sempre serão minoria (30 a 40%). tendo tomado essa blackpill, eu adotei o posicionamento de alguns militantes e movimentos de ser conscientemente antiliberal na representatividade feminina: as mulheres de direita precisam ter consciência que são minoria vencida, e, já que sabem dos danos que a esquerda lhe causa, precisam lutar para ter representatividade, liberdade e posições de poder apenas para si próprias, para mulheres de direita, evitando "mulheres em geral" ou "liberdade em geral", porque isso simplesmente produz esquerdismo. é uma posição resolutamente contrária ao sufrágio universal livre, reconhecendo a incompatibilidade dele com uma sociedade estável, próspera e racional.

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Controversial Python da Silva
Débora, acho que passou da hora de tomar uma blackpill que a direita gringa (na inglaterra e nos EUA, por exemplo) tomou: o voto feminino, não importa quanta informação você dê, não importa quantos absurdos você exponha sobre a esquerda.... o voto feminino sempre será uns 50 a 70% pró-establishment. e hoje o establishment é progressista, irracional, antitradicionalista e anticristão. isso não impede que normies cristãs votem majoritariamente no establishment anticristão, com os argumentos mais frágeis que você possa imaginar: "é apenas o direito de cada um viver como quiser", ou "só porque pensa diferente não quer dizer que esteja contra mim". outro ponto: o establishment é abolicionista penal, ele quer que assassinos, latrocidas e est***adores sejam postos sempre de volta nas ruas. isso também não evita que o voto feminino seja majoritariamente favorável a essa política. no Brasil e nos EUA, eles arrumaram um espantalho para canalizar a revolta das mulheres contra abusadores: nos EUA, é a narrativa do Trump Jack, amigo do Epstein, o que implicaria que "votar contra Trump é votar contra abusadores e contra pedófilos", uma narrativa que cai por terra ao se examinar o histórico de juízes abolicionista/progressistas, e a nova legislação do estado da Virgínia, que elimina a pena mínima obrigatória para o est*pro. no Brasil, o espantalho é pior, é o pânico redpill/incel: supostamente o Raiam Santos falar as merdas dele é incentivo para matar mulheres e é o que está por trás das estatísticas de violência. seria cômico, ridículo, se não fosse o estado cognitivo/mental de pessoas com poder suficiente pra nos censurar e colocar na cadeia. o eleitorado feminino está votando na esquerda para condenar abusadores imaginários, enquanto fortalece os maiores facilitadores de abusos reais, concretos. acho q isso expõe uma realidade incômoda sobre a capacidade de senso crítico das mulheres como grupo demográfico: não importa a realidade concreta, os fatos concretos e suas consequências. ao avaliar algo que incomoda e que revolta, não há o encadeamento racional de causas e consequências, há apenas a reprodução cega (como papagaio) das opiniões chanceladas pelo establishment. de modo que, por exemplo, num bairro, você pode ter 99 crimes de determinado tipo, e 1 de outro, mas se as escolas, universidades, a televisão e o cinema só focarem no 1%, é contra esse que elas irão se revoltar. a segurança provida pela autoridade narrativa (o establishment) no plano subjetivo se sobrepõe a qualquer realidade objetiva. as mulheres em sua maioria se sentem mais seguras com est*pradores afegãos soltos do que com eles sendo executados, porque o sistema disse que executar est*pradores afegãos é perigoso e cruel. é a autoridade social, o consenso coletivista e corporativista, que determina o mal-estar ou o bem-estar, independente da violência física. isso tem raízes neurológicas. o mal-estar subjetivo, imaginário, ficcional, se torna mais significativo do que o mal-estar material, físico. há também um fenômeno psicológico, paralelo a isso, de encarar o Lúmpem como penalmente inimputável. funciona assim: o Lúmpem está num outro plano de existência, numa espécie de plano animal. ele é juridicamente tão inocente quanto um gato que te arranha. isso cria uma dinâmica que sufoca o homem comum, o homem que não é bandido, porque ele fica sobrecarregado por vigilância de falas e atitudes civis enquanto o homem sociopata não tem nada a perder e segue sua vida de crime com grandes mecanismos de leniência e atenuação ao cometer violência extrema. isso é análogo a uma tendência observada e reproduzida em menor escala em salas de aula: a autoridade feminina tem um viés favorável ao agressor contumaz e irrecuperável, e desfavorável à legítima defesa e ao "bom menino que revida". o agressor contumaz passa a figurar no inconsciente em outro plano, o da inocência animalesca. o não-contumaz ou o que apenas se defende figura no plano civil humano e é patrulhado e fiscalizado segundo uma régua moral civilizada. há um instinto e memória evolutiva que levam à retração em face da violência e expansão em face de conflitos orais. o eleitorado feminino majoritariamente se posiciona a favor de políticas de censura draconianas no debate civil, e lenientes no combate armado pela ordem pública e pela segurança. eu até acharia pertinente o pânico redpill/incel se o Brasil fosse alguma Noruega, se fôssemos um país rico e civilizado no qual as maiores preocupações seriam o que moleques de apartamento estão assistindo no youtube. mas nós temos peixes muito maiores pra pegar antes de nos preocuparmos com isso. o problema é que esses peixes estão no Lumpemproletariado, os animais inocentes. o Lumpemproletariado é um grupo blindado pelo establishment e pelas escolas. o establishment progressista proíbe você de condenar o Lumpemproletariado de forma proporcional a seus crimes. os esquerdistas são proibidos de condenar o cara pobre que eleva as estatísticas de violência. a massa feminina então adota uma postura rigorosa quando o assunto é combate oral, combate numa guerra de intrigas, patrulhar quem falou mal de quem, patrulhar quem tem preconceito com quem, quem ofendeu quem... e uma retração primal para a posição de cuidadora e nutridora quando o cenário é de guerra e de violência crua. é a sogra devoradora que é Leão de mesa de jantar, leão pra criar intriga e pra patrulhar relações interpessoais, mas que se encolhe toda caso comece uma pancadaria generalizada em algum lugar. o eleitorado feminino em sua maioria é basicamente Bope de Alphaville e enfermeira de Carandiru. ... e onde entram mulheres de direita como vc nessa história? defendo e acompanho o posicionamento de alguns movimentos que já existem, que já desistiram de tentar fazer com que o voto feminino nacional dê mais de 50% à direita em alguma eleição. isso nunca vai acontecer. o que acontece, realmente, é que por volta de 30% a 40% das mulheres são de direita, são mais racionais, aplicam isonomia civilizacional a todos, exigem condenação de agressores contumazes, não têm viés favorável a eles, têm empatia com homens comuns, concatenam causa e consequência de problemas reais, e reagem a eles de acordo, sem se deixar manipular pelas narrativas do establishment. a blackpill é: essas mulheres (de direita) sempre serão minoria (30 a 40%). tendo tomado essa blackpill, eu adotei o posicionamento de alguns militantes e movimentos de ser conscientemente antiliberal na representatividade feminina: as mulheres de direita precisam ter consciência que são minoria vencida, e, já que sabem dos danos que a esquerda lhe causa, precisam lutar para ter representatividade, liberdade e posições de poder apenas para si próprias, para mulheres de direita, evitando "mulheres em geral" ou "liberdade em geral", porque isso simplesmente produz esquerdismo. é uma posição resolutamente contrária ao sufrágio universal livre, reconhecendo a incompatibilidade dele com uma sociedade estável, próspera e racional.
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Debs
Debs@olabocos·
A direita passou mais de uma década nessa campanha de criar contra-narrativas, manuais “desmentindo as mentiras feministas”, panfletos atrás de panfletos, e isso obviamente não funcionou. Mudar a narrativa para “criminalização da masculinidade”? Piorou, nem panfleto tem.
Felipe Pedri@FelipePedri

Vamos de novo: NÃO adianta tentar "refutar" o PL da Misoginia mostrando a "hipocrisia da esquerda" e na disputa entre quem "protege mais as mulheres", isso só reforça mais premissas feministas e deixa de lado o mais importante: alertar para a CRIMINALIZAÇÃO DA MASCULINIDADE, seja na fase adulta, seja na modelagem de pequenos de 5,6 e 7 anos de idade.

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Mari
Mari@1lokaqviaja·
@rickfutt @Mari5842703592 @folha Hmmmm tem várias profissões que viajam o mundo, mas se vc tá falando, vc que é o stalker maniaco , blza então queridão 👍
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FRK
FRK@rickfutt·
@1lokaqviaja @Mari5842703592 @folha bota no currículo, já sei até qual deve tua profissão pra viajar o mundo rsrsrs... comissária de bordo...
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FRK
FRK@rickfutt·
@1lokaqviaja @Mari5842703592 @folha nunca nem viu uma pica, obcecada dms em falar de rola e nem gosta, o nome disso é projeção... Tu queria ter uma pica mas não tem, sinto muito...
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Mari
Mari@1lokaqviaja·
@rickfutt @Mari5842703592 @folha Não gosto de homem meu querido! Pode ficar com eles, q eu sei q vc gosta de um peru 🦃 bem roliço 😌
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FRK
FRK@rickfutt·
@1lokaqviaja @Mari5842703592 @folha Ultima coisa q vc vai me ofender é com tamanho de pica🤣 se fudeu, tenta falar de altura aí, tbm não me ofende pq sou alto... Agora e você? com essa bunda murcha e esse peitinho pequeno seu? acha que algum homem quer isso, pode marcar uma smartfit aí e sair do twitter
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Mari
Mari@1lokaqviaja·
@rickfutt @Mari5842703592 @folha Aaaah a carapuça serviu né!??? É fácil saber quem tem pinto pequeno, não precisa nem ver… Vai na delegacia do homem e me denuncia, ou chama seu red piu piu favorito pra te salvar
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FRK
FRK@rickfutt·
@1lokaqviaja @Mari5842703592 @folha Então deve ser tu que mamou quando eu tava dormindo, pra tá sabendo até qual é o tamanho da minha pica, que é a primeira coisa que veio na tua cabeça
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FRK
FRK@rickfutt·
@tthomppsson @steincrisvan @gutooaz @Xgordaoucrania Vote em Flávio Bolsonaro, em Lula em quem você quiser, nada vai mudar. Mas pode chamar de teoria da conspiração, ou do que você quiser, pouco importa. Boa noite pra você também.
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❌Gordão Ucrania
❌Gordão Ucrania@Xgordaoucrania·
O final foi sem cuspe, com areia e ainda finalizou na cara do entrevistador kkkk
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FRK
FRK@rickfutt·
@tthomppsson @steincrisvan @gutooaz @Xgordaoucrania que governa o Brasil. Olhe para a bandeira da república, "Ordem e progresso". A bandeira do Brasil ostenta um lema maçônico da mesma maçonaria que derrubou o império, e que governa até hoje, e que abaixa a cabeça pra a elite mundial, entreguistas e sabotadores.
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FRK
FRK@rickfutt·
@tthomppsson @steincrisvan @gutooaz @Xgordaoucrania Eles justamente dividem a população nesse teatro das tesouras quando os verdadeiros culpados são esses funcionalistas públicos inúteis do caralho, ladrões. O Brasil se tornou esse lixo por que Dom Pedro II negou a Igreja Católica pra defender MAÇON, e desde então é a ordem -
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FRK
FRK@rickfutt·
@tthomppsson @steincrisvan @gutooaz @Xgordaoucrania qual influência no rumo do curso da história do país? nenhuma. Nordeste veio expandir população agora cá pros anos 1990 no boom populacional do Brasil. Nordestino nascia e morria de fome, mortalidade infantil, seca, 0 emprego, 0 indústria, 0 escola.
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FRK
FRK@rickfutt·
@tthomppsson @steincrisvan @gutooaz @Xgordaoucrania uma transposição no Rio São Francisco, deixou o nordeste entupido de escravo analfabeto, extraiu a riqueza, desindustrializou, retirou a CAPITAL, usou todo o dinheiro da cana de açúcar pra financiar mineração em minas gerais e a cultura do café, a partir daí nordestino teve -
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FRK
FRK@rickfutt·
@LaryyAguilaar2 @folha Hoje mesmo saiu uma notícia da mulher que matou o marido por causa de problema no wi-fi, mas claro que essa notícia não vai passar na grande mídia né? O que vende é a pauta do femínicidio...
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🩵lary lary 💜
🩵lary lary 💜@LaryyAguilaar2·
@folha "ódio contra homem" e fala aí os índices de assassinatos contra mulher em @folha ? Que jornalzinho de merda esse
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